By Joel Comiskey, Coach In a church plant or smaller church, the lead pastor carries most of the coaching load. Coaching cell leaders should be one of the pastor's primary investments: ensuring leaders stay spiritually vibrant, prioritize their ...
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Keys to Discipling Leaders through Coaching

By Joel Comiskey, Coach

In a church plant or smaller church, the lead pastor carries most of the coaching load. Coaching cell leaders should be one of the pastor’s primary investments: ensuring leaders stay spiritually vibrant, prioritize their families, and lead their teams well. As the church grows and cells multiply, the pastor applies the Jethro principle, shifting focus toward coaching those who coach others.

How many leaders should one coach oversee? It depends on capacity and calling. A coach who actively leads a cell should take on no more than three leaders. A coach without a cell can effectively care for five. Beyond that, the quality of personal investment almost always declines.

Whenever possible, encourage “mother cell” leaders to coach the new leaders launched from their own groups. The relationship is already forged. Like a mother nurturing her own children, this leader possesses a natural affinity for the new leader and will take extra care to help them thrive. When time or aptitude doesn’t allow for this, simply assign another coach. What matters most is that every leader has an intentional shepherd praying for, encouraging, and walking alongside them.

The most effective coaches have led—and ideally multiplied—cells themselves. They know the reality of the front lines. Yet not every great leader makes a natural coach. In sports, the star player rarely makes the best head coach, while many standout coaches were average players. Leading a group and developing leaders require distinct gifts.

Coaching thrives on regular rhythm. I recommend two touchpoints each month: one group gathering where all leaders under that coach share mutual learning, and one personal, one-on-one conversation. Jim Egli, who did his doctoral research on cell ministry, highlights that leaders benefit when one connection centers on personal spiritual health and the other focuses on the group’s mission and strategy. Meeting twice a month allows coaching to move beyond personal care into real planning and problem-solving. (Coaches themselves, of course, also need at least a monthly touchpoint with their pastor.)

Some leaders will need more time, others less. But be mindful not to overwhelm coaches with meetings. High-intensity schedules work for a short season, but sustainable fruit requires balance.

Finally, one of the greatest gifts a coach can offer is visiting the leader’s group. That’s where the coach sees what’s really happening. During the visit, simply blend in as an ordinary participant. Observe the leader’s rhythm:

  • Do they dominate the discussion or hold back too much?
  • How skillfully do they guide talkative members and draw out quieter voices?
  • Does the group stay focused and honor people’s time?

Afterward, in a private conversation, always start with what went well before gently offering areas for growth. The ultimate aim isn’t to critique the meeting but to disciple the leader. Handled with warmth and grace, that conversation becomes a defining moment that draws the leader closer to Christ and sharpens their ministry for the long haul. 

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Portuguese blog:

Chaves para Discipular Líderes por meio da Supervisão

Joel Comiskey, Coach

Em uma igreja recém-plantada ou de menor tamanho, o pastor principal assume a maior parte da responsabilidade pela supervisão. Acompanhar os líderes de células deve ser uma das principais prioridades do pastor: ajudá-los a manter uma vida espiritual vibrante, priorizar a família e liderar bem suas equipes. À medida que a igreja cresce e as células se multiplicam, o pastor aplica o princípio de Jetro e passa a concentrar-se na supervisão daqueles que supervisionam outros.

Quantos líderes um supervisor deve acompanhar? Isso depende de sua disponibilidade e vocação. Um supervisor que também lidera uma célula não deve acompanhar mais de três líderes. Já um supervisor que não lidera uma célula pode cuidar bem de cinco. Acima desse número, a qualidade do investimento pessoal quase sempre diminui.

Sempre que possível, incentive os líderes de células-mãe a supervisionar os novos líderes que surgirem de seus próprios grupos. O relacionamento já existe. Como uma mãe que cuida dos próprios filhos, esse líder tem uma afinidade natural com o novo líder e tenderá a dedicar um cuidado especial para ajudá-lo a florescer. Quando não houver tempo ou aptidão para isso, basta designar outro supervisor. O mais importante é que cada líder tenha alguém comprometido em pastoreá-lo, orar por ele, encorajá-lo e caminhar ao seu lado.

Os supervisores mais eficazes já lideraram, e, de preferência, multiplicaram suas células. Eles conhecem a realidade da linha de frente. Ainda assim, nem todo grande líder é naturalmente um bom supervisor. No esporte, raramente o atleta que se destaca como jogador se torna o melhor treinador. Muitos treinadores excelentes, por sua vez, foram jogadores medianos. Liderar um grupo e desenvolver outros líderes exigem dons diferentes.

A supervisão floresce quando segue um ritmo regular. Recomendo dois encontros por mês: uma reunião em grupo, na qual todos os líderes acompanhados por aquele supervisor aprendem uns com os outros, e uma conversa individual. Jim Egli, que realizou sua pesquisa de doutorado sobre o ministério de células, ressalta que os líderes são beneficiados quando um dos encontros se concentra em sua saúde espiritual e pessoal, e o outro, na missão e na estratégia do grupo. Reunir-se duas vezes por mês permite que a supervisão vá além do cuidado pessoal e avance para o planejamento e a resolução de problemas. Os próprios supervisores, naturalmente, também precisam ter pelo menos um encontro mensal com seu pastor.

Alguns líderes precisarão de mais tempo, outros, de menos. Mas é importante não sobrecarregar os supervisores com reuniões. Uma agenda intensa pode funcionar por um período curto, mas frutos duradouros exigem equilíbrio.

Por fim, um dos maiores presentes que um supervisor pode oferecer é visitar a célula do líder. É ali que ele pode observar o que realmente está acontecendo. Durante a visita, participe com simplicidade, como qualquer outro integrante do grupo. Observe a dinâmica da liderança:

  • O líder domina a conversa ou participa pouco demais?
  • Com que habilidade conduz os membros mais falantes e incentiva os mais quietos a se expressarem?
  • O grupo mantém o foco e respeita o tempo das pessoas?

Depois, em uma conversa particular, comece sempre destacando o que foi bem antes de apontar, com delicadeza, os aspectos que podem melhorar. O objetivo final não é criticar a reunião, mas discipular o líder. Conduzida com carinho e graça, essa conversa pode se tornar um momento marcante, que aproxime o líder de Cristo e fortaleça seu ministério para o longo prazo.

Spanish blog:

Claves para formar líderes mediante el entrenamiento

Por Joel Comiskey, Entrene

En una iglesia de nueva creación o pequeña, el pastor principal asume la mayor parte de la responsabilidad de la formación de los líderes de las células. Capacitar a los líderes de las células debe ser una de las principales prioridades del pastor: asegurar que los líderes se mantengan espiritualmente activos, prioricen a sus familias y dirijan bien a sus equipos. A medida que la iglesia crece y las células se multiplican, el pastor aplica el principio de Jethro, centrándose en capacitar a quienes forman a otros.

¿Cuántos líderes debería supervisar un entrenador? Depende de su capacidad y vocación. Un entrenador/supervisor que lidera activamente un grupo no debería tener a su cargo más de tres líderes. Un entrenador sin grupo puede supervisar eficazmente a cinco. Más allá de eso, la calidad de la dedicación personal casi siempre disminuye.

Siempre que sea posible, anime a los líderes de las células madre a guiar a los nuevos líderes que surgen de sus propios grupos. La relación ya está establecida. Como una madre que cuida a sus hijos, este líder tiene una afinidad natural con el nuevo líder y se esforzará por ayudarlo a prosperar. Si el tiempo o las aptitudes no lo permiten, simplemente asigne otro mentor. Lo más importante es que cada líder tenga un mentor que ore por él, lo anime y lo acompañe.

Los entrenadores más eficaces han liderado, e idealmente multiplicado, equipos. Conocen la realidad del trabajo de primera línea. Sin embargo, no todo gran líder es un entrenador nato. En el deporte, el jugador estrella rara vez se convierte en el mejor entrenador, mientras que muchos entrenadores destacados fueron jugadores promedio. Liderar un grupo y formar líderes requiere talentos específicos.

El entrenamiento se nutre de una rutina regular. Recomiendo dos encuentros mensuales: una reunión grupal donde todos los líderes bajo la tutela del coach compartan aprendizajes mutuos, y una conversación personal individual. Jim Egli, quien realizó su investigación doctoral sobre el ministerio celular, destaca que los líderes se benefician cuando una conexión se centra en su bienestar espiritual personal y la otra en la misión y estrategia del grupo. Reunirse dos veces al mes permite que el entrenamiento trascienda el cuidado personal y se centre en la planificación y la resolución de problemas reales. (Los entrenadores, por supuesto, también necesitan al menos un encuentro mensual con su pastor).

Algunos líderes necesitarán más tiempo, otros menos. Pero ten cuidado de no sobrecargar a los entrenadores con reuniones. Los programas de alta intensidad funcionan para una temporada corta, pero para obtener resultados sostenibles se necesita equilibrio.

Finalmente, uno de los mayores regalos que un entrenador puede ofrecer es visitar al grupo del líder. Ahí es donde el coach ve lo que realmente está sucediendo. Durante la visita, simplemente intégrate como un participante más. Observa el ritmo del líder:

  • ¿Dominan la conversación o se muestran demasiado reservados?
  • ¿Con qué habilidad logran guiar a los miembros más habladores y hacer que las voces más tímidas se hagan oír?
  • ¿El grupo se mantiene concentrado y respeta el tiempo de los demás?

Después, en una conversación privada, siempre comience destacando lo que salió bien antes de sugerir, con delicadeza, áreas de mejora. El objetivo final no es criticar la reunión, sino discipular al líder. Si se maneja con calidez y gracia, esa conversación se convierte en un momento decisivo que acerca al líder a Cristo y fortalece su ministerio a largo plazo.

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Are You Ready to Go FAST in Disciple-Making?

by Timo Barbosa, pastor at Miller Memorial Church – Johnstown, OH

In The Karate Kid, Daniel thought Mr. Miyagi was simply making him clean a car (“Wax on. Wax off.”). Daniel didn’t realize those ordinary movements were preparing him for something much bigger.

That is a beautiful picture of disciple-making and leadership development in small groups. Growth rarely happens by accident. It happens through intentional relationships, training, supervision, and opportunities to practice what we are learning.

The goal of cell ministry is simple: make disciples who make disciples. That requires a clear progression: Plan. Identify. Develop. Accountability. Multiply.

First, Plan. We intentionally create a pathway for people to grow from participant to apprentice to leader. Then, Identify. Supervisors and cell leaders learn to recognize potential. But what are we looking for? We are looking for people who are F.A.S.T.

Faithful. Available. Servant-hearted. Teachable.

These characteristics help both sides of the relationship. The supervisor looks for people who are FAST, while the person being trained embraces these qualities as a posture for growth.

Then comes Develop. The supervisor walks alongside the apprentice, providing encouragement, asking questions, offering feedback, creating opportunities to serve, and helping them discover their gifts. The apprentice doesn’t simply watch. They participate, practice, learn, and grow. Next, Accountability. Healthy supervision includes follow-up. What happened? What did you learn? Who are you investing in? Where do you need help? Accountability is not about control. It is about helping people remain intentional.

Finally, Multiply. The journey does not end when someone becomes a leader. That is where multiplication begins. A disciple becomes a disciple-maker. An apprentice becomes a leader who develops another apprentice.

Just like Daniel, people may not realize what God is preparing them for. Plan intentionally. Identify potential. Develop faithfully. Account relationally. Multiply courageously. And keep looking for the next person who is F.A.S.T. They may be much closer to becoming a leader than you think.

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Portuguese blog:

Você Está Pronto para Ser FAST no Discipulado?
por Timo Barbosa, pastor na Miller Memorial Church, Johnstown, OH

Em Karatê Kid, Daniel pensava que o Sr. Miyagi estava simplesmente fazendo com que ele limpasse um carro (Passa cera, Tira cera). O que Daniel ainda não percebia era que aqueles movimentos simples e repetitivos estavam preparando-o para algo muito maior.

Essa é uma bela imagem do discipulado e do desenvolvimento de líderes em pequenos grupos. Crescimento raramente acontece por acaso. Ele acontece por meio de relacionamentos intencionais, treinamento, supervisão e oportunidades para colocar em prática aquilo que estamos aprendendo.

O objetivo do ministério de células é simples: fazer discípulos que fazem discípulos. Para isso, precisamos de uma progressão clara: Planejar. Identificar. Desenvolver. Prestar Contas. Multiplicar.

Primeiro, Planejar. Criamos intencionalmente um caminho para ajudar as pessoas a crescerem de participantes para aprendizes e, depois, líderes. Depois, Identificar. Supervisores e líderes de células aprendem a reconhecer potencial. Mas o que estamos procurando?

Procuramos pessoas que sejam F.A.S.T. Fiéis. Acessiveis. Servos. Treinaveis.

Essas características ajudam os dois lados do relacionamento. O supervisor procura pessoas que demonstram essas características, enquanto a pessoa que está sendo treinada assume essas qualidades como uma postura de crescimento.

Então vem o Desenvolver. O supervisor caminha ao lado do aprendiz, oferecendo encorajamento, fazendo perguntas, dando feedback, criando oportunidades para servir e ajudando-o a descobrir seus dons. O aprendiz não fica apenas observando. Ele participa, pratica, aprende e cresce. Em seguida, Prestar Contas. Uma supervisão saudável inclui acompanhamento. O que aconteceu? O que você aprendeu? Em quem você está investindo? Onde precisa de ajuda? Prestação de contas não é controle. É uma forma de ajudar as pessoas a permanecerem intencionais.

Finalmente, Multiplicar. A jornada não termina quando alguém se torna líder. É aí que a multiplicação começa. Um discípulo se torna um fazedor de discípulos. Um aprendiz se torna um líder que desenvolve outro aprendiz.

Assim como Daniel, talvez algumas pessoas ainda não percebam aquilo para o qual Deus está preparando suas vidas. Planeje intencionalmente. Identifique potencial. Desenvolva com fidelidade. Preste contas relacionalmente. Multiplique com coragem. E continue procurando a próxima pessoa que é F.A.S.T. Ela pode estar muito mais perto de se tornar um líder do que você imagina.

Spanish blog:

¿Estás listo para avanzar RÁPIDO en la formación de discípulos?
por Timo Barbosa, pastor de la Iglesia Miller Memorial – Johnstown, OH

En la película *The Karate Kid*, Daniel pensaba que el Sr. Miyagi simplemente lo estaba haciendo limpiar un auto (“Pon cera. Quita cera.”). Daniel no se daba cuenta de que esos movimientos cotidianos lo estaban preparando para algo mucho más grande.

Esa es una hermosa metáfora de la formación de discípulos y el desarrollo de liderazgo en grupos pequeños. El crecimiento rara vez ocurre por casualidad. Se da a través de relaciones intencionales, capacitación, supervisión y oportunidades para practicar lo que estamos aprendiendo.

El objetivo del ministerio de células es sencillo: formar discípulos que formen discípulos. Eso requiere una progresión clara: Planificar. Identificar. Desarrollar. Rendir cuentas. Multiplicar.

Primero, Planificar. Creamos intencionalmente un camino para que las personas crezcan de participantes a aprendices y luego a líderes. Luego, Identificar. Los supervisores y líderes de células aprenden a reconocer el potencial. Pero, ¿qué estamos buscando? Buscamos personas que sean F.A.S.T. ( Faithful. Available. Servant-hearted. Teachable.)

Fieles. Disponibles. Con corazón de siervo. Dispuestas a aprender.

Estas características benefician a ambas partes de la relación. El supervisor busca personas que sean F.A.S.T., mientras que la persona que está siendo capacitada adopta estas cualidades como una actitud para crecer.

Luego viene el desarrollo. El supervisor acompaña al aprendiz, brindándole ánimo, haciéndole preguntas, ofreciéndole retroalimentación, creando oportunidades para servir y ayudándolo a descubrir sus dones. El aprendiz no se limita a observar. Participa, practica, aprende y crece. A continuación, la rendición de cuentas. Una supervisión sana incluye el seguimiento. ¿Qué pasó? ¿Qué aprendiste? ¿En quién estás invirtiendo? ¿En qué necesitas ayuda? La rendición de cuentas no se trata de control. Se trata de ayudar a las personas a mantenerse intencionales.

Por último, la multiplicación. El camino no termina cuando alguien se convierte en líder. Ahí es donde comienza la multiplicación. Un discípulo se convierte en formador de discípulos. Un aprendiz se convierte en un líder que forma a otro aprendiz.

Al igual que Daniel, es posible que las personas no se den cuenta de para qué las está preparando Dios. Planifica con propósito. Identifica el potencial. Desarrolla con fidelidad. Rinde cuentas de manera relacional. Multiplica con valentía. Y sigue buscando a la próxima persona que sea F.A.S.T. Quizás esté mucho más cerca de convertirse en líder de lo que crees.

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Forming Disciples of Jesus

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

In my recently published Supervisor’s Manual, I discuss the task of making disciples:

As a coach, you must help form the character of Christ in your disciples not only through what you teach them, but also through what you embody. Your influence must begin with your example: a life marked by humility, integrity, gentleness, obedience to God, and love for others. These qualities will give your leaders a visible, concrete example of what is expected of a Christian. A coach should not seek to produce personal admirers, but disciples who reflect Jesus.

You must also walk closely alongside them with intentionality. Listen, correct, encourage, and confront with grace, helping your leaders recognize areas of weakness, sin, pride, or immaturity. When guided by truth and love, such correction contributes to inner transformation.

You must also help them interpret trials as opportunities for growth. Instead of avoiding suffering, teach them to see it as a process through which God produces perseverance, faith, and hope. As part of character formation, you should also offer respectful, tactful guidance on marriage and raising children from a Christian perspective.

Biblical discipleship is not limited to communicating ideas; it also involves modeling a way of life. Therefore, you must disciple through action: pray with those you mentor, serve alongside them, evangelize with them, visit people in need, participate in the life of the church, and demonstrate how to obey Christ in everyday decisions.

In this process, mentees do not merely listen to instructions; they observe specific attitudes, priorities, and habits. They learn by watching how their mentor responds to suffering, treats people, manages time, handles conflict, and remains faithful to the Word. The mentor then creates opportunities for disciples to act as well: giving them responsibilities, accompanying them in ministry, and afterward evaluating the experience with them, offering correction and affirmation in love. Disciples internalize the faith by putting it into practice and discover that following Jesus entails visible obedience, humble service, and a shared mission.

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Portuguese blog:

Formando Discípulos de Jesus
por Mario Vega, www.elim.org.sv

Em meu Manual do Supervisor, publicado recentemente, discuto a tarefa de fazer discípulos:

Como supervisor, você deve ajudar a formar o caráter de Cristo em seus discípulos, não apenas por meio do que lhes ensina, mas também pelo que você personifica. Sua influência deve começar pelo seu exemplo: uma vida marcada pela humildade, integridade, mansidão, obediência a Deus e amor ao próximo. Essas qualidades oferecerão aos seus líderes um exemplo visível e concreto do que se espera de um cristão. Um supervisor não deve buscar conquistar admiradores pessoais, mas sim discípulos que reflitam a imagem de Jesus.

Você também deve caminhar lado a lado com eles de forma intencional. Ouça, corrija, encoraje e confronte com graça, ajudando seus líderes a reconhecerem áreas de fraqueza, pecado, orgulho ou imaturidade. Quando guiada pela verdade e pelo amor, tal correção contribui para a transformação interior.

Você também deve ajudá-los a interpretar as provações como oportunidades de crescimento. Em vez de evitar o sofrimento, ensine-os a vê-lo como um processo pelo qual Deus produz perseverança, fé e esperança. Como parte da formação do caráter, você também deve oferecer orientação respeitosa e sensível sobre o casamento e a criação de filhos, sob uma perspectiva cristã.

O discipulado bíblico não se limita à transmissão de ideias; envolve também servir de modelo de um estilo de vida. Portanto, você deve discipular por meio da ação: ore com aqueles que você mentoreia, sirva ao lado deles, evangelize com eles, visite pessoas necessitadas, participe da vida da igreja e demonstre como obedecer a Cristo nas decisões do dia a dia.

Nesse processo, os discípulos não apenas ouvem instruções; eles observam atitudes, prioridades e hábitos específicos. Eles aprendem ao observar como o mentor reage ao sofrimento, trata as pessoas, administra o tempo, lida com conflitos e permanece fiel à Palavra. O supervisor, então, cria oportunidades para que os discípulos também ajam: atribuindo-lhes responsabilidades, acompanhando-os no ministério e, posteriormente, avaliando a experiência com eles, oferecendo correção e afirmação com amor. Os discípulos internalizam a fé ao colocá-la em prática e descobrem que seguir a Jesus implica obediência visível, serviço humilde e uma missão compartilhada.

Spanish blog:

Formar discípulos de Jesús

por Mario Vega, www.elim.org.sv

En mi recién publicado «Manual del supervisor», hablo sobre la tarea de hacer discípulos:

Como supervisor debes contribuir a formar el carácter de Cristo en tus discípulos no solo por lo que les enseñas, sino también por lo que encarnas. Tu influencia debe comenzar con el ejemplo: una vida marcada por humildad, integridad, mansedumbre, obediencia a Dios y amor al prójimo. Estas características serán para tus líderes una referencia visible y concreta de lo que se espera de un cristiano. El supervisor o supervisora no debe buscar producir admiradores de sí mismo, sino discípulos que reflejen a Jesús.

Además, debes acompañarles con cercanía intencional. Escucha, corrige, anima y confronta con gracia, ayudando a tus líderes a reconocer áreas de debilidad, pecado, orgullo o inmadurez. Esa corrección, cuando está guiada por la verdad y el amor, contribuye a la transformación interior.

Asimismo, debes ayudarles a interpretar las pruebas como oportunidades de crecimiento. En lugar de evitar el sufrimiento, enséñales a verlo como un proceso por el cual Dios produce paciencia, fe y esperanza. Como parte de la formación del carácter también debes orientarles, con mucho respeto y tacto, sobre el matrimonio y la crianza de los hijos desde un enfoque cristiano.

El discipulado bíblico no se limita a transmitir ideas, sino que incluye modelar una manera de vivir. Por eso, debes discipular haciendo: ora con tus mentoreados, sirve con ellos, evangeliza con ellos, visita a los necesitados, participa en la vida de la iglesia y muestra cómo obedecer a Cristo en las decisiones cotidianas.

En ese proceso, el mentoreado no solo escucha instrucciones, sino que observa actitudes, prioridades y hábitos concretos. Aprende viendo cómo el mentor responde al sufrimiento, trata a las personas, administra su tiempo, enfrenta conflictos y permanece fiel a la Palabra. Después, el mentor abre espacios para que el discípulo también actúe: le da responsabilidades, lo acompaña en el servicio y luego evalúa con él lo vivido, corrigiendo y afirmando con amor. El discípulo internaliza la fe al practicarla y descubre que seguir a Jesús implica obediencia visible, servicio humilde y misión compartida.

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Coaching: The Strongest Link

By Robert Lay, www.celulas.com.br

Gustavo “Guga” Kuerten, Brazil’s greatest tennis player of all time, stunned the tennis world in 1997 by winning the French Open at Roland Garros. Behind him stood his coach, Larri Passos. Passos showed him no mercy in training, pushing him to the point of exhaustion and preparing him for victory after victory. Yet his name rarely appeared in the newspapers. The headlines went to the winner.

The same is often true of coaches in the cell system. When a cell is healthy and multiplies, the leader gets the credit. Yet behind that success often stands a coach who has faithfully encouraged, supported, and walked alongside the leader.

Experience has taught us that poor coaching is one of the main reasons cell leaders struggle. Loneliness and a sense of abandonment can easily lead to burnout. It’s no surprise that many successful cell church pastors consider coaching one of the most important levels in the cell structure.

A coach walks alongside the cell leader, offering encouragement, care, and support. Leaders who are left alone can easily become discouraged and eventually wither.

Scripture shows us the power of walking alongside someone to help that person grow. Elisha followed Elijah. Barnabas took Paul under his wing. Jethro counseled Moses. These were intentional relationships that helped others develop and move forward.

Good coaches care for their leaders. They listen carefully, ask good questions, and keep multiplication in view. They help leaders identify potential new leaders, make sure people are being equipped, encourage consistent reporting, and continually cast vision for multiplication. This is why good cell leaders should be trained to become good coaches.

Healthy cells depend on healthy leaders, and healthy leaders need faithful companions who walk alongside them. Coaching is less about teaching and talking and more about caring, listening, encouraging, and building friendship.

Lord, help us to be those coaches!

Robert M. Lay
Cell Church Ministry Brazil

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Portuguese blog:

Supervisão: O Elo Mais Forte
por Robert Lay, www.celulas.com.br

Gustavo “Guga” Kuerten, o maior tenista brasileiro de todos os tempos, surpreendeu o mundo do tênis em 1997 ao vencer o torneio de Roland Garros. Por trás dele estava seu treinador, Larri Passos. Passos não lhe dava trégua nos treinos, levando-o à exaustão e preparando-o para uma vitória após a outra. No entanto, seu nome raramente aparecia nos jornais. As manchetes eram reservadas ao vencedor.

O mesmo acontece frequentemente com os supervisores no sistema de células. Quando uma célula é saudável e se multiplica, o líder recebe o crédito. Contudo, por trás desse sucesso, muitas vezes há um supervisor que incentivou, apoiou e caminhou fielmente ao lado do líder.

A experiência nos ensinou que uma supervisão ineficiente é uma das principais razões pelas quais os líderes de célula enfrentam dificuldades. A solidão e a sensação de abandono podem facilmente levar ao esgotamento. Não é de surpreender que muitos pastores de igrejas em células bem-sucedidas considerem a supervisão um dos níveis mais importantes na estrutura de células.

Um supervisor caminha ao lado do líder de célula, oferecendo encorajamento, cuidado e apoio. Líderes deixados sozinhos podem facilmente desanimar e, por fim, perder o vigor.

As Escrituras nos mostram o poder de caminhar ao lado de alguém para ajudar essa pessoa a crescer. Eliseu seguiu Elias. Barnabé acolheu Paulo sob sua tutela. Jetro aconselhou Moisés. Eram relacionamentos intencionais que ajudavam outros a se desenvolver e a avançar.

Bons supervisores cuidam de seus líderes. Eles ouvem com atenção, fazem boas perguntas e mantêm o foco na multiplicação. Eles ajudam os líderes a identificar novos líderes em potencial, garantem que as pessoas estejam sendo capacitadas, incentivam a apresentação regular de relatórios e transmitem continuamente a visão da multiplicação. É por isso que bons líderes de célula devem ser supervisionados para se tornarem bons supervisores.

Células saudáveis dependem de líderes saudáveis, e líderes saudáveis precisam de companheiros fiéis que caminhem ao seu lado. A supervisão trata menos de ensinar e falar, e mais de cuidar, ouvir, encorajar e construir amizade.
Senhor, ajuda-nos a ser esses supervisores!

Robert M. Lay
Ministério Igreja em Células – Brasil

Spanish blog:

Entrenamiento: El vínculo más fuerte

Por Robert Lay, www.celulas.com.br

Gustavo “Guga” Kuerten, el mejor tenista brasileño de todos los tiempos, asombró al mundo del tenis en 1997 al ganar el Abierto de Francia en Roland Garros. Detrás de él estaba su entrenador, Larri Passos. Passos no tuvo piedad con él en los entrenamientos, llevándolo al límite del agotamiento y preparándolo para victoria tras victoria. Sin embargo, su nombre rara vez aparecía en los periódicos. Los titulares se los llevaba el ganador.

Lo mismo suele ocurrir con los entrenadores en el sistema celular. Cuando una célula está sana y se multiplica, el líder se lleva el mérito. Sin embargo, detrás de ese éxito a menudo se encuentra un entrenador que ha animado, apoyado y acompañado fielmente al líder.

La experiencia nos ha enseñado que una mala formación es una de las principales razones por las que los líderes de células tienen dificultades. La soledad y la sensación de abandono pueden llevar fácilmente al agotamiento. No es de extrañar que muchos pastores de iglesias celulares exitosas consideren la formación como uno de los niveles más importantes en la estructura celular.

Un mentor acompaña al líder del grupo, ofreciéndole ánimo, atención y apoyo. Los líderes que se quedan solos pueden desanimarse fácilmente y acabar marchitándose.

Las Escrituras nos muestran el poder de acompañar a alguien para ayudarlo a crecer. Eliseo siguió a Elías. Bernabé acogió a Pablo bajo su protección. Jetró aconsejó a Moisés. Estas fueron relaciones intencionales que ayudaron a otros a desarrollarse y progresar.

Los buenos mentores se preocupan por sus líderes. Escuchan con atención, hacen buenas preguntas y mantienen la multiplicación en mente. Ayudan a los líderes a identificar posibles nuevos líderes, se aseguran de que el personal esté bien capacitado, fomentan la comunicación constante y transmiten continuamente la visión para la multiplicación. Por eso, los buenos líderes de células deben recibir capacitación para convertirse en buenos mentores.

Las células sanas dependen de líderes sanos, y los líderes sanos necesitan compañeros fieles que los acompañen. El entrenamiento se centra menos en enseñar y hablar, y más en cuidar, escuchar, animar y cultivar la amistad.

¡Señor, ayúdanos a ser esos entrenadores!

Robert Lay

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Talk Less, Listen More (Español Abajo)

By Michelle Geoffrey, cell pastor at www.celebrationchurch.org

Have you ever wrapped up a conversation and immediately thought, “I just talked way too much”? I’ve definitely been there. I’ll sit down for lunch with a friend to catch up, only to realize I spent the whole time talking about myself. Or I’ll meet with a co-worker and chatter endlessly about my own projects. Even during coffee dates with group leaders—where my sole goal is to support and encourage them—it’s so easy to slip into sharing everything on my mind instead of focusing on theirs.

In those moments, I have to remind myself that loving and supporting someone isn’t about dropping unsolicited wisdom—it’s about simply listening. Most people want to be heard, and they feel truly cared for when you are fully present with them. As leaders of leaders, our role is to minister—a word derived from a Latin root meaning “servant.” A good servant doesn’t over-talk; instead, they listen closely, anticipate needs, and look for ways to make life easier for those they serve.

When I spend time with a group leader, my goal must be to minister to and serve them. I aim to listen first and offer my thoughts only after being invited. I often ask, “May I make a suggestion?” to avoid pushing my opinions. This approach creates space for the other person to listen with open ears.

If you need a little help holding your tongue, here are a few simple tips that can make a big difference:

Pray

  • Ask the Lord to help you to hear what is being said with His ears.

Sit on your hands

  •     Give yourself a physical reminder to pause, stay present, and resist the urge to jump in too soon.

Have a game plan

  • Know what topics you want to cover ahead of time so the conversation stays clear and focused.
  • Before you meet, think through the main areas, challenges, or goals you want to cover.

Ask open questions

  • Use thoughtful questions that help them process their thoughts and find their own answers.

Jot thoughts down

  • Write your thoughts or follow-up questions on paper instead of interrupting while they speak.

So the next time you feel the urge to fill every silent pause with your own wisdom, take a deep breath, bite your tongue, and remember active listening is a superpower—and it keeps your foot comfortably out of your mouth!

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Portuguese blog:

Fale Menos, Ouça Mais
Por Michelle Geoffrey, líder de célula na www.celebrationchurch.org

Você já terminou uma conversa e pensou imediatamente: “Falei demais”? Com certeza já passei por isso. Às vezes, sento-me para almoçar com uma amiga para colocar o papo em dia e percebo que passei o tempo todo falando sobre mim mesma. Ou então, encontro um colega de trabalho e falo incansavelmente sobre meus próprios projetos. Mesmo em encontros para um café com líderes de grupo — nos quais meu único objetivo é apoiá-los e encorajá-los —, é muito fácil acabar compartilhando tudo o que está na minha mente, em vez de focar no que eles têm a dizer.

Nesses momentos, preciso me lembrar de que amar e apoiar alguém não significa despejar conselhos não solicitados; trata-se simplesmente de ouvir. A maioria das pessoas quer ser ouvida e sente que realmente nos importamos com elas quando estamos totalmente presentes. Como líderes de líderes, nosso papel é ministrar — uma palavra derivada de uma raiz latina que significa “servo”. Um bom servo não fala excessivamente; em vez disso, ele ouve com atenção, antecipa necessidades e busca maneiras de facilitar a vida daqueles a quem serve.

Quando passo um tempo com um líder de grupo, meu objetivo deve ser ministrar a ele e servi-lo. Procuro ouvir primeiro e oferecer minhas opiniões apenas quando convidada. Frequentemente pergunto: “Posso fazer uma sugestão?”, para evitar impor minhas opiniões. Essa abordagem cria espaço para que a outra pessoa ouça com abertura.


Se você precisa de uma ajudinha para controlar a vontade de falar, aqui estão algumas dicas simples que podem fazer uma grande diferença:

Ore

  • Peça ao Senhor que o ajude a ouvir o que está sendo dito com os ouvidos d’Ele.

Sente-se sobre as mãos

  • Dê a si mesmo um lembrete físico para fazer uma pausa, manter-se presente e resistir ao impulso de interromper ou falar cedo demais.

Tenha um plano de ação

  • Saiba com antecedência quais tópicos deseja abordar para que a conversa permaneça clara e focada.
  • Reflita sobre as principais áreas, desafios ou objetivos que deseja discutir antes do encontro. 

Faça perguntas abertas 

  • Use perguntas bem elaboradas que os ajudem a organizar o pensamento e a encontrar suas próprias respostas.

Anote suas ideias

  • Escreva seus pensamentos ou perguntas de acompanhamento no papel, em vez de interrompê-los enquanto falam.

Portanto, na próxima vez que sentir vontade de preencher cada pausa de silêncio com a sua própria sabedoria, respire fundo, morda a língua e lembre-se de que a escuta ativa é um superpoder — e evita que você fale o que não deve!

Spanish blog:

Habla menos, escucha más

Por Michelle Geoffrey, pastora de grupo en www.celebrationchurch.org

¿Alguna vez has terminado una conversación y has pensado inmediatamente: “Hablé demasiado”? A mí me ha pasado. Me siento a comer con un amigo para ponernos al día y me doy cuenta de que me he pasado todo el rato hablando de mí. O me reúno con un compañero de trabajo y charlo sin parar sobre mis propios proyectos. Incluso en las reuniones informales con los líderes de grupo —donde mi único objetivo es apoyarlos y animarlos— es muy fácil acabar compartiendo todo lo que pienso en lugar de centrarme en lo suyo.

En esos momentos, debo recordarme que amar y apoyar a alguien no se trata de dar consejos no solicitados, sino simplemente de escuchar. La mayoría de las personas desean ser escuchadas y se sienten verdaderamente queridas cuando uno está plenamente presente con ellas. Como líderes de líderes, nuestro papel es el de servir, una palabra que proviene de una raíz latina que significa “servidor”. Un buen servidor no habla demasiado; en cambio, escucha atentamente, anticipa las necesidades y busca maneras de facilitar la vida a quienes sirve.

Cuando paso tiempo con un líder de grupo, mi objetivo debe ser servirle y apoyarle. Busco escuchar primero y ofrecer mi opinión solo cuando me lo pidan. Suelo preguntar: “¿Puedo hacer una sugerencia?” para evitar imponer mis ideas. Este enfoque crea un espacio para que la otra persona escuche con atención.

Si necesitas un poco de ayuda para controlarte, aquí tienes algunos consejos sencillos que pueden marcar una gran diferencia:

Orar: Pídele al Señor que te ayude a escuchar con sus oídos lo que se dice.

Siéntate sobre tus manos: Date a ti mismo un recordatorio físico para hacer una pausa, mantenerte presente y resistir la tentación de actuar demasiado pronto.

Ten un plan de juego: Sepa de antemano qué temas desea tratar para que la conversación se mantenga clara y centrada.Antes de la reunión, reflexiona sobre las principales áreas, desafíos u objetivos que deseas abordar.

Haz preguntas abiertas: Utiliza preguntas que inviten a la reflexión y les ayuden a procesar sus pensamientos y a encontrar sus propias respuestas.

Anota tus ideas: Anota tus ideas o preguntas adicionales en un papel en lugar de interrumpirlos mientras hablan.

Así que la próxima vez que sientas la necesidad de llenar cada pausa silenciosa con tu propia sabiduría, respira hondo, muerde tu lengua y recuerda que la escucha activa es un superpoder, ¡y te ayuda a no meter la pata!

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