By Mario Vega, www. elim. org. sv In a cell church, integration means that active, regular participation in a cell group is essential for serving in any role during congregational gatherings at the church building. Integration is not meant to pressure ...
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The Pastoral Purpose of Integration (Español Abajo)

By Mario Vega, www.elim.org.sv

In a cell church, integration means that active, regular participation in a cell group is essential for serving in any role during congregational gatherings at the church building.

Integration is not meant to pressure more people to become involved in cell ministry. Its rationale is pastoral. It is not simply about getting people into a cell group, but about ensuring that those who serve have a small-group community where they, too, receive care, spiritual encouragement, and ongoing support. For this same reason, integration must be practiced without legalism or discriminatory treatment.

In a church where integration is weak or nonexistent, people may come to equate their commitment to God exclusively with the role they perform: singing, teaching, welcoming attendees, or carrying out any other activity. Integration seeks to ensure that service expresses a shared life of faith, rather than substituting for it.

The biblical basis for this approach appears in Acts 2:42–47, 1 Corinthians 12:12–27, and Ephesians 4:11–16. These passages present fellowship and mutual edification as essential dimensions of Christian maturity and, therefore, of serving others. At its heart, integration recognizes that the church needs not only people who perform tasks, but disciples who live in fellowship and receive pastoral care. No one should merely serve others without also belonging to a cell group that nurtures their discipleship and walks alongside them. 

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Portuguese blog:

O Propósito Pastoral da Integração

Mario Vega, www.elim.org.sv

Em uma igreja em células, integração significa que a participação ativa e regular em uma célula é essencial para servir em qualquer função durante as reuniões congregacionais realizadas no prédio da igreja.

A integração não tem o objetivo de pressionar mais pessoas a se envolverem no ministério de células. Sua razão de ser é pastoral. Não se trata apenas de levar as pessoas a fazer parte de uma célula, mas de garantir que aqueles que servem também tenham uma comunidade de pequeno grupo na qual recebam cuidado, encorajamento espiritual e apoio contínuo. Por essa mesma razão, a integração deve ser praticada sem legalismo nem tratamento discriminatório.

Em uma igreja onde a integração é fraca ou inexistente, as pessoas podem passar a associar seu compromisso com Deus exclusivamente à função que desempenham, seja cantar, ensinar, recepcionar os participantes ou realizar qualquer outra atividade. A integração busca garantir que o serviço seja expressão de uma vida de fé compartilhada, em vez de substituí-la.

A base bíblica dessa abordagem aparece em Atos 2:42–47, 1 Coríntios 12:12–27 e Efésios 4:11–16. Esses textos apresentam a comunhão e a edificação mútua como dimensões essenciais da maturidade cristã e, portanto, do serviço ao próximo. Em sua essência, a integração reconhece que a igreja precisa não apenas de pessoas que realizem tarefas, mas de discípulos que vivam em comunhão e recebam cuidado pastoral. Ninguém deve apenas servir aos outros sem também fazer parte de uma célula que nutra seu discipulado e caminhe ao seu lado.

Spanish blog:

El propósito pastoral de la integración

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

En una iglesia celular, se le llama integración al principio que establece la participación activa y regular en una célula como requisito indispensable para desempeñar cualquier función durante las celebraciones congregacionales en el edificio de la iglesia.

El propósito de la integración no es establecer un mecanismo de presión para conseguir que más personas se involucren en el ministerio celular. Su razón de ser es pastoral. No se trata simplemente de llevar a las personas a una célula, sino de procurar que quienes sirven tengan una comunidad de grupo pequeño donde también sean cuidados, edificados y acompañados. Por la misma razón, al aplicar la integración se debe evitar el legalismo y el trato discriminatorio.

En una iglesia con integración débil o inexistente existe el riesgo de que una persona llegue a identificar su compromiso con Dios exclusivamente con la función que desempeña: cantar, enseñar, recibir a los asistentes o realizar cualquier otra actividad. La integración procura que el servicio sea una expresión de una vida de fe compartida, y no su sustituto.

La base bíblica de este enfoque puede encontrarse en Hechos 2:42-47, 1 Corintios 12:12-27 y Efesios 4:11-16. Estos pasajes presentan la comunión y la edificación mutua como dimensiones esenciales para la madurez cristiana y, por lo tanto, para servir a los demás. En el fondo, la integración es un reconocimiento de que la iglesia no solo necesita personas que desempeñen funciones, sino discípulos que vivan en comunión y reciban cuidado pastoral. Nadie debe limitarse a servir a los demás sin tener también una célula que le discipule y le acompañe.

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Everyone Loves Change, Until It’s Time for Them to Change

By José Vega, www.elim.org.sv

One of my professors used to say, “Everyone likes innovation, except when they have to change.” He meant introducing new ideas in the workplace, but I’ve found his words are even truer in the church.

The cell church vision is easy to love on paper: holistic groups, every member discipled, ministries flowing out of cell life. Most people nod in agreement. Then the day comes when a faithful volunteer, perhaps someone who has taught the children for fifteen years, hears that everyone serving in a ministry must first belong to a cell. Suddenly a good idea feels like a personal rejection.

Workers have paychecks that keep them in the room. An employee who resists change still has to show up on Monday. Church members don’t. Every hour they give is voluntary, and nothing holds them in their role except their love for God and his people. That is why integration, perhaps more than any other step in the transition, requires patience and grace.

We also need to remember who we shepherd. Jesus said, “It is not the healthy who need a doctor, but the sick” (Mark 2:17). Our congregations are full of imperfect people God has entrusted to our care, and resisting change is one of the most human things they will ever do. A leader who takes that resistance personally will lead from frustration. A leader who understands it can lead with empathy. Paul’s words fit here: “Be completely humble and gentle; be patient, bearing with one another in love” (Ephesians 4:2).

Grace does not mean lowering the standard. It means holding it with a long view. 

In practice, that might look like this:

  • Cast vision before setting requirements. Let people see cell life working before you make it a condition for serving.
  • Start with your leaders. When ministry leaders join cells first, their example does much of the persuading.
  • Give generous timelines. Announce changes well ahead, and walk alongside those who struggle rather than removing them.
  • If you are planting, start on day one. When the expectation is there from the beginning, no one ever has to give something up.

None of this is possible in our own strength. Leading people through change will test our patience again and again. But God told Paul, “My grace is sufficient for you” (2 Corinthians 12:9). It is God who works in us “to will and to act in order to fulfill his good purpose” (Philippians 2:13). When our efforts align with his heart for making disciples, we can trust him to supply the grace we need for the journey, even when results come slowly.

Who in your church needs a little extra grace as you move toward integration?

Prayer, patience, and grace are not the soft side of transition. They are what make it last.

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Portuguese blog:

Todos gostam de mudanças, até chegar a hora de mudar

José Vega, www.elim.org.sv

Um de meus professores costumava dizer: “Todos gostam de inovação, exceto quando precisam mudar.” Ele se referia à introdução de novas ideias no ambiente de trabalho, mas descobri que suas palavras são ainda mais verdadeiras na igreja.

É fácil gostar da visão de uma igreja em células no papel: grupos que cuidam de todas as áreas da vida, cada membro discipulado e ministérios que fluem da vida das células. A maioria das pessoas concorda. Então chega o dia em que um voluntário fiel, possivelmente alguém que ensine as crianças há quinze anos, descobre que todos os que servem em um ministério precisam primeiro fazer parte de uma célula. De repente, uma boa ideia parece uma rejeição pessoal.

No trabalho, os funcionários têm um salário que os mantém no emprego. Mesmo que resistam às mudanças, ainda precisam comparecer na segunda-feira. Os membros da igreja não têm essa obrigação. Cada hora que dedicam é voluntária, e nada os mantém em sua função além do amor a Deus e ao seu povo. Por isso, a integração talvez exija mais paciência e graça do que qualquer outra etapa da transição.

Também precisamos nos lembrar de quem pastoreamos. Jesus disse: “Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes” (Marcos 2:17). Nossas congregações são cheias de pessoas imperfeitas que Deus confiou aos nossos cuidados, e resistir às mudanças é uma das atitudes mais humanas que elas podem ter. O líder que leva essa resistência para o lado pessoal liderará frustrado. Já aquele que a compreende poderá liderar com empatia. As palavras de Paulo se aplicam bem aqui: “Sejam completamente humildes e dóceis, e sejam pacientes, suportando uns aos outros com amor” (Efésios 4:2).

A graça não significa baixar o padrão. Significa mantê-lo em vista no longo prazo.

Na prática, isso pode significar:

  • Apresente a visão antes de estabelecer exigências. Permita que as pessoas vejam a vida das células em funcionamento antes de torná-la uma condição para servir.
  • Comece pelos líderes. Quando os líderes dos ministérios passam a fazer parte das células primeiro, o exemplo deles ajuda muito a convencer os demais.
  • Estabeleça prazos generosos. Comunique as mudanças com bastante antecedência e caminhe ao lado de quem estiver enfrentando dificuldades, em vez de afastá-lo.
  • Se estiver plantando uma igreja, comece desde o primeiro dia. Quando essa expectativa existe desde o início, ninguém precisa abrir mão de algo depois.

Nada disso é possível com as nossas próprias forças. Liderar pessoas em meio a mudanças testará nossa paciência repetidas vezes. Mas Deus disse a Paulo: “A minha graça é suficiente para você” (2 Coríntios 12:9). É Deus quem opera em nós “tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dele” (Filipenses 2:13). Quando nossos esforços estão alinhados ao propósito de Deus de fazer discípulos, podemos confiar que Ele nos dará a graça necessária para essa caminhada, mesmo quando os resultados demorarem.

Quem em sua igreja precisa de um pouco mais de graça enquanto vocês avançam rumo à integração?

Oração, paciência e graça não são o lado menos importante da transição. Tudo isso é exatamente o que faz com que ela perdure.

Spanish blog:

A Todos les Gusta el Cambio, hasta que les Toca Cambiar

José Vega, www.elim.org.sv

Uno de mis profesores solía decir: «A todos les gusta la innovación, hasta que les toca cambiar». Él hablaba de cómo introducir nuevas ideas en el lugar de trabajo, pero he descubierto que sus palabras son aún más ciertas en la iglesia.

Es fácil enamorarse de la visión de la iglesia celular en el papel: grupos integrales, cada miembro discipulado, ministerios que fluyen de la vida celular. La mayoría asiente con la cabeza. Hasta que llega el día en que un voluntario fiel, quizá alguien que ha enseñado a los niños durante quince años, escucha que todos los que sirven en un ministerio deben pertenecer primero a una célula. De repente, una buena idea se siente como un rechazo personal.

Los trabajadores tienen un salario que los mantiene en su puesto. Un empleado que se resiste al cambio igual tiene que presentarse a trabajar el lunes. Los miembros de la iglesia no. Cada hora que entregan es voluntaria, y nada los sostiene en su función excepto su amor por Dios y por su pueblo. Por eso la integración, quizá más que cualquier otro paso de la transición, requiere paciencia y gracia.

También debemos recordar a quiénes pastoreamos. Jesús dijo: «No son los sanos los que necesitan médico, sino los enfermos» (Marcos 2:17). Nuestras congregaciones están llenas de personas imperfectas que Dios ha confiado a nuestro cuidado, y resistirse al cambio es una de las cosas más humanas que pueden hacer. Un líder que toma esa resistencia como algo personal liderará desde la frustración. Un líder que la comprende puede liderar con empatía. Las palabras de Pablo nos recuerdan: debemos ser «siempre humildes y amables, pacientes, tolerantes unos con otros en amor» (Efesios 4:2).

La gracia no significa bajar el estándar. Significa sostenerlo con una mirada a largo plazo. En la

práctica, eso podría verse así:

  • Comparte la visión antes de establecer requisitos. Deja que las personas vean la vida celular funcionando antes de convertirla en una condición para servir.
  • Comienza con tus líderes. Cuando los líderes de ministerio se unen primero a una célula, su ejemplo hace gran parte del trabajo de convencer.
  • Da plazos generosos. Anuncia los cambios con suficiente anticipación y acompaña a quienes les cueste más, en lugar de apartarlos.
  • Si estás plantando una iglesia, comienza desde el primer día. Cuando la expectativa está presente desde el principio, nadie tiene que renunciar a nada.

Nada de esto es posible con nuestras propias fuerzas. Guiar a las personas a través del cambio pondrá a prueba nuestra paciencia una y otra vez. Pero Dios le dijo a Pablo: «Te basta con mi gracia» (2 Corintios 12:9). Es Dios quien produce en nosotros «tanto el querer como el hacer para que se cumpla su buena voluntad» (Filipenses 2:13). Cuando nuestros esfuerzos están alineados con su corazón por hacer discípulos, podemos confiar en que él nos dará la gracia que necesitamos para el camino, aun cuando los resultados lleguen lentamente.

¿Quién en tu iglesia necesita un poco más de gracia mientras avanzan hacia la integración?

La oración, la paciencia y la gracia no son el lado blando de la transición. Son lo que la hace perdurar.

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Restructuring the Church Calendar

by Randall Neighbour, http://www.randallneighbour.com/

Changing a church calendar isn’t easy. Like the budget, the calendar quietly shapes a local church’s direction and priorities. You can say anything you want from the pulpit, but the calendar shows what you value.

When church leadership adopts cell ministry as the most effective way to fulfill the church’s mission, it must add new events to the calendar. As soon as that happens, they begin to compete with existing events and programs. Then every one of those older programs must be evaluated. Is it missional? Does it support the church’s new direction, or does it pull people away from it?

So what kinds of events fill the calendar of a cell-based church? Most are designed to train cell leaders, members, and coaches. Some help new cell members be set free from spiritual strongholds. Others provide times of refreshing for hard-working volunteers who give so much of themselves to their groups. Harvest events offer a large-group gathering for unbelievers who are connected to cell members, giving those relationships a natural place to bear fruit.

These events take many forms. Some are held on Saturdays, some on weeknights, and some as Friday-to-Sunday retreats away from the church campus. While each cell-based church does things a little differently, they all share one thing: cell ministry events are placed on the calendar and given high priority.

That priority matters. If cell leader training is squeezed into whatever time is left over, leaders will conclude that it’s optional. If equipping retreats are canceled whenever a traditional program needs the space, members will learn which ministry really comes first. The calendar teaches the congregation what the church believes.

I want to walk through how a church can restructure its calendar wisely. In future blogs, we’ll look at what happens when the calendar isn’t addressed, why the shift must be a multi-year process, how to plan events strategically around the harvest, and the key principles that will help your church make the change without unnecessary pain.

If your church is serious about cell ministry, the calendar is one of the first places that seriousness must show up.

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Portuguese blog:

Reestruturando o Calendário da Igreja
por Randall Neighbour, http://www.randallneighbour.com/

Fazer alterações no calendário de uma igreja não é uma tarefa fácil. Assim como o orçamento, o calendário define, de forma silenciosa, a direção e as prioridades de uma igreja local. Você pode dizer o que quiser do púlpito, mas é o calendário que revela o que, de fato, vocês valorizam.

Quando a liderança da igreja adota o ministério de células como a maneira mais eficaz de cumprir a missão da igreja, novos eventos precisam ser incluídos no calendário. Assim que isso acontece, eles passam a competir com eventos e programas já existentes. Cada um desses programas antigos precisa, então, ser avaliado: ele é missional? Ele apoia a nova direção da igreja ou, pelo contrário, afasta as pessoas dela?

Então, que tipo de eventos compõe o calendário de uma igreja baseada em células? A maioria é voltada para o treinamento de líderes de células, membros e supervisores. Alguns ajudam novos membros de células a serem libertos de fortalezas espirituais. Outros proporcionam momentos de refrigério para voluntários dedicados, que tanto se empenham em seus grupos. Há também os eventos de colheita — encontros que reúnem um grande grupo, voltados para pessoas ainda não convertidas que possuem vínculos com membros das células, oferecendo um ambiente natural para que esses relacionamentos frutifiquem.

Esses eventos assumem diversos formatos. Alguns ocorrem aos sábados, outros durante a semana à noite, e há também retiros — realizados de sexta a domingo — fora das dependências da igreja. Embora cada igreja baseada em células opere de maneira um pouco diferente, todas têm algo em comum: os eventos do ministério de células são incluídos no calendário e recebem alta prioridade.

Essa prioridade é fundamental. Se o treinamento para líderes de células for encaixado apenas no tempo que sobra, os líderes concluirão que ele é opcional. Se os retiros de capacitação forem cancelados sempre que um programa tradicional precisar do espaço, os membros entenderão qual ministério, de fato, tem prioridade. O calendário ensina à congregação no que a igreja acredita.

Quero apresentar como uma igreja pode reestruturar seu calendário de forma sensata. Em publicações futuras, abordaremos o que acontece quando o calendário não é revisto, por que essa transição deve ser um processo que se estende por vários anos, como planejar eventos estrategicamente com foco na colheita, e quais são os princípios fundamentais que ajudarão sua igreja a realizar essa mudança sem sofrimentos desnecessários. 

Se a sua igreja leva a sério o ministério de células, o calendário é um dos primeiros lugares em que essa seriedade deve ficar evidente.

Spanish blog:

Reestructuración del calendario de la iglesia
por Randall Neighbour, http://www.randallneighbour.com/
 
Hacer cambios en el calendario de una iglesia no es fácil. Al igual que el presupuesto, el calendario define de manera silenciosa la dirección y las prioridades de una iglesia local. Puedes decir lo que quieras desde el púlpito, pero el calendario muestra lo que realmente valoras.
 
Cuando el liderazgo de la iglesia adopta el ministerio de células como la forma más efectiva de cumplir la misión de la iglesia, es necesario agregar nuevos eventos al calendario. Tan pronto como eso ocurre, estos comienzan a competir con los eventos y programas ya existentes. Cada uno de esos programas anteriores debe entonces ser evaluado: ¿Es misional? ¿Apoya la nueva dirección de la iglesia o aleja a las personas de ella?
 
Entonces, ¿qué tipo de eventos llenan el calendario de una iglesia basada en células? La mayoría está diseñada para capacitar a líderes de células, miembros y mentores. Algunos ayudan a los nuevos miembros de las células a liberarse de fortalezas espirituales. Otros ofrecen momentos de descanso para los voluntarios que trabajan arduamente y dan tanto de sí mismos a sus grupos. Los eventos de cosecha ofrecen una reunión en grupo grande para los no creyentes que están conectados con miembros de las células, lo que brinda a esas relaciones un espacio natural para dar fruto.
 
Estos eventos toman muchas formas. Algunos se llevan a cabo los sábados, otros en noches entre semana y otros como retiros de viernes a domingo fuera del recinto de la iglesia. Si bien cada iglesia basada en células hace las cosas de manera un poco diferente, todas tienen una cosa en común: los eventos del ministerio de células se incluyen en el calendario y se les da alta prioridad.
 
Esa prioridad es importante. Si la capacitación de los líderes de células se aprieta en el tiempo que sobra, los líderes concluirán que es opcional. Si los retiros de capacitación se cancelan cada vez que un programa tradicional necesita el espacio, los miembros aprenderán qué ministerio realmente tiene prioridad. El calendario le enseña a la congregación lo que la iglesia cree.
 
Quiero explicar cómo una iglesia puede reestructurar su calendario de manera inteligente. En próximas entradas del blog, veremos qué sucede cuando no se aborda el tema del calendario, por qué el cambio debe ser un proceso de varios años, cómo planificar eventos estratégicamente en torno a la cosecha y los principios clave que ayudarán a tu iglesia a realizar el cambio sin dificultades innecesarias.
 
Si tu iglesia se toma en serio el ministerio de células, el calendario es uno de los primeros lugares donde debe reflejarse esa seriedad.

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Restructuring Church Facilities (Español Abajo)

by Randall Neighbour, http://www.randallneighbour.com/

As a church shifts its styles of worship and ministry, its facilities must change to accommodate the new way of doing church. Many churches have modified their platforms to make room for worship teams where robed choir members once stood. Others have renovated their adult Sunday school classrooms to make room for children’s church. As a church expands its cell ministry, it must also make facility changes.

Years ago, I heard the senior pastor of a growing cell church make a fascinating comment. As he took me on a tour of his church’s newly renovated facility, he quietly whispered, “I never should have given my staff pastors comfortable, large offices. They stay in them too much! I should have used the building money to give them a cell phone and a fuel and meal allowance.”

This pastor realized that staff pastors in a cell-based church should spend most of their time with cell leaders and coaches, not hanging out in an office doing administrative tasks.

When a church launches a cell-based ministry and begins replacing programs with member-driven cell life, the church office must also change to keep communication between pastoral staff and lay leadership frequent and productive.

Form Follows Function

As a church transitions to a cell-based system and structure, the staff pastor’s role changes as well. He or she is not in the office much and therefore doesn’t need a large office with elaborate decorations and furniture. The role is that of an equipper, one who stays in community with the present and future leaders of the cell ministry. An excellent cell pastor often has lunch with coaches and leaders, visits groups once or twice a week, and develops deep friendships with those he or she serves.

Keep administrative tasks to a minimum to make time for this, and reduce office time. In some cell churches, staff pastors don’t “punch the clock” until early afternoon because they spend evenings mentoring leaders and visiting groups.

Other Facility Considerations

Cell-based churches can grow rapidly, making facilities management daunting. This rapid growth affects the office layout less than the more public areas of a church’s facility. As your cell ministry grows, keep several expansion needs in mind. You’ll need to expand celebration (sanctuary) space. You’ll need rooms for cell groups that can’t meet in a host home, such as teens, college students, and special needs groups, or for those whose homes are too small for meetings. Space will also be needed for a training center, because as a cell church grows, training church planters, missionaries, and new pastoral staff members becomes a priority. Even the smallest church should keep this in mind as its cell ministry grows.

Some of what we’ve discussed here may seem unrealistic or something to consider much later. But, as mentioned above, cell churches grow quickly! Don’t let a slow, deliberate transition plan lull the church into thinking a restructured facility isn’t coming soon. As the first cells multiply, make sure the staff pastors overseeing the groups have an office environment that plainly says, “Stay out in the field developing leaders!”

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Portuguese blog:

Reestruturação das Instalações da Igreja
por Randall Neighbour, http://www.randallneighbour.com/

À medida que uma igreja altera seus estilos de adoração e ministério, suas instalações precisam mudar para acomodar a nova forma de “fazer igreja”. Muitas igrejas modificaram seus palcos para abrir espaço para equipes de louvor, onde antes ficavam os membros do coral (que usavam vestes litúrgicas). Outras reformaram salas de aula da escola dominical para adultos, adaptando-as para o ministério infantil. Conforme uma igreja expande seu ministério de células, ela também precisa realizar mudanças em suas instalações.

Anos atrás, ouvi o pastor titular de uma igreja em células — que estava em pleno crescimento — fazer um comentário fascinante. Enquanto me mostrava as instalações recém-reformadas da igreja, ele sussurrou: “Eu nunca deveria ter dado aos pastores da equipe ministerial escritórios grandes e confortáveis. Eles passam tempo demais lá dentro! Eu deveria ter usado o dinheiro da obra para fornecer a eles um celular, além de uma ajuda de custo para combustível e refeições”.

Esse pastor percebeu que, em uma igreja baseada em células, os pastores da equipe ministerial deveriam passar a maior parte do tempo com os líderes de células e seus supervisores (treinadores), em vez de ficarem confinados em um escritório realizando tarefas administrativas.

Quando uma igreja implanta um ministério baseado em células e começa a substituir programas tradicionais por uma vida em células conduzida pelos próprios membros, o escritório da igreja também precisa mudar, a fim de manter a comunicação entre a equipe pastoral e a liderança leiga frequente e produtiva.

A Forma Segue a Função

À medida que uma igreja transita para um sistema e uma estrutura baseados em células, o papel do pastor da equipe ministerial também se transforma. Como ele (ou ela) passa pouco tempo no escritório, não há necessidade de um espaço amplo, com decorações e mobiliário sofisticados. O papel desse pastor é o de um “capacitador” — alguém que permanece em comunhão com os líderes atuais e futuros do ministério de células. Um bom pastor de células costuma almoçar com supervisores e líderes, visita grupos uma ou duas vezes por semana e desenvolve amizades profundas com as pessoas a quem serve.

As tarefas administrativas devem ser reduzidas ao mínimo para abrir espaço para essas atividades, e o tempo passado no escritório deve ser diminuído. Em algumas igrejas em células, os pastores da equipe ministerial não cumprem um horário fixo de expediente (o tradicional “bater o ponto”) no início do dia, pois passam as noites mentorando líderes e visitando grupos.

Outras Considerações sobre as Instalações

Igrejas baseadas em células podem crescer rapidamente, o que torna a gestão das instalações um desafio considerável. Esse rápido crescimento afeta menos a disposição dos escritórios do que as áreas de uso público nas instalações de uma igreja. À medida que o seu ministério de células cresce, leve em conta diversas necessidades de expansão. Será preciso ampliar o espaço de celebração (santuário). Você precisará de salas para grupos de células que não podem se reunir em residências — como grupos de adolescentes, universitários e pessoas com necessidades especiais —, ou para aqueles cujas casas são pequenas demais para as reuniões. Também será necessário um espaço para um centro de treinamento, pois, à medida que uma igreja em células cresce, a capacitação de plantadores de igrejas, missionários e novos membros da equipe pastoral torna-se uma prioridade. Mesmo a menor das igrejas deve ter isso em mente conforme seu ministério de células se expande.

Alguns dos pontos aqui discutidos podem parecer irreais ou algo a ser considerado apenas em um futuro distante. Mas, como mencionado anteriormente, igrejas em células crescem rapidamente! Não permita que um plano de transição lento e cauteloso leve a igreja a acreditar que uma reestruturação das instalações não seja algo para um futuro próximo. À medida que as primeiras células se multiplicam, certifique-se de que os pastores responsáveis pela supervisão desses grupos disponham de um ambiente de escritório que transmita claramente a seguinte mensagem: “Continuem em campo, desenvolvendo líderes!”

Spanish blog:

Reestructuración de las instalaciones de la iglesia
por Randall Neighbour, http://www.randallneighbour.com/


A medida que una iglesia cambia sus estilos de adoración y ministerio, sus instalaciones deben adaptarse a la nueva forma de vivir la vida de la iglesia. Muchas iglesias han modificado sus podios para dar cabida a los equipos de adoración donde antes se paraban los miembros del coro con sus túnicas. Otras han renovado sus salones de escuela dominical para adultos a fin de hacer espacio para la iglesia infantil. A medida que una iglesia expande su ministerio de células, también debe realizar cambios en sus instalaciones.

Hace años, escuché un comentario fascinante del pastor principal de una iglesia celular en crecimiento. Mientras me mostraba las instalaciones recién renovadas de su iglesia, me susurró en voz baja: “Nunca debí haberles dado a mis pastores de planta oficinas cómodas y grandes. ¡Se quedan demasiado tiempo en ellas! Debí haber usado el dinero destinado a la construcción para darles un celular y una asignación para combustible y comidas”.

Este pastor se dio cuenta de que los pastores del cuerpo pastoral en una iglesia basada en células deberían pasar la mayor parte de su tiempo con los líderes de células y los supervisores, no pasando el rato en una oficina realizando tareas administrativas.

Cuando una iglesia lanza un ministerio basado en células y comienza a reemplazar los programas por una vida en células impulsada por los miembros, la oficina de la iglesia también debe cambiar para mantener una comunicación frecuente y productiva entre el cuerpo pastoral y los líderes laicos.

La forma sigue a la función

A medida que una iglesia hace la transición a un sistema y una estructura basados en células, el papel del pastor de planta también cambia. Él o ella no pasa mucho tiempo en la oficina y, por lo tanto, no necesita una oficina grande con decoraciones y muebles elaborados. El papel es el de un equipador, alguien que se mantiene en comunidad con los líderes actuales y futuros del ministerio de células. Un excelente pastor de células suele almorzar con los mentores y líderes, visita a los grupos una o dos veces por semana y entabla amistades profundas con aquellos a quienes sirve.

Las tareas administrativas deben reducirse al mínimo para dar tiempo a esto, y el tiempo en la oficina debe reducirse. En algunas iglesias de células, los pastores de planta no “marcan” hasta temprano en la tarde porque pasan las noches orientando a los líderes y visitando a los grupos.

Otras consideraciones sobre las instalaciones

Las iglesias basadas en células pueden crecer rápidamente, lo que convierte la administración de las instalaciones en una tarea abrumadora. Este rápido crecimiento afecta menos a la distribución de la oficina que a las áreas más públicas de las instalaciones de la iglesia. A medida que crezca tu ministerio de células, ten en cuenta varias necesidades de expansión. Necesitarás ampliar el espacio para la celebración (templo). Necesitarás salas para los grupos celulares que no puedan reunirse en una casa de acogida, como los de adolescentes, estudiantes universitarios y grupos con necesidades especiales, o para aquellos cuyos hogares son demasiado pequeños para las reuniones. También se necesitará espacio para un centro de capacitación, ya que a medida que una iglesia celular crece, la capacitación de plantadores de iglesias, misioneros y nuevos miembros del personal pastoral se convierte en una prioridad. Incluso la iglesia más pequeña debe tener esto en cuenta a medida que crece su ministerio celular.

Algunas de las cosas que se han discutido aquí pueden parecer poco realistas o algo que debe considerarse en una fecha mucho más lejana. Pero, como se mencionó anteriormente, ¡las iglesias celulares crecen rápidamente! No permitas que un plan de transición lento y deliberado haga que la iglesia piense que una instalación reestructurada no está en el futuro cercano. A medida que las primeras células se multipliquen, asegúrate de que los pastores del personal que supervisan los grupos cuenten con un entorno de oficina que diga claramente: “¡Quédate en el campo desarrollando líderes!”

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Integration Is Vital (Español Abajo)

by Robert Lay, www.celulas.com.br

The modern church often has a complex and complicated structure. Many pastors, and often seminaries, assume that the more activities and programs occupy the members, the more they will grow and mature spiritually.

Programs and events are not inherently bad. When they are well planned, done with excellence, and meet the community’s needs, they can be a real blessing. The question is whether they truly contribute to members’ spiritual growth or simply drain their strength.

A second question follows: how does cell life relate to the ministries of the church?

Cell life and participation in ministry must be fully integrated. The cell provides mutual pastoral care, discipleship, evangelism, and much more. For this reason, every church member involved in a ministry needs to be part of a cell. There, they receive the spiritual nourishment needed to serve. Without that nourishment, ministry becomes activity, and activity eventually leads to exhaustion. This integration strengthens and sustains healthy church life.

Only holistic small groups provide the soil where pastoral care, discipleship, and spiritual gifts actually grow. In this atmosphere, church members are prepared and released for effective service in specialized ministries.

The goal is always to ensure that ministry flows from the cell rather than competes with it. There should never be competition, only integration. When the worship team, the children’s ministry, or the outreach team draws its people from healthy cells, those ministries are served by people who are known, cared for, and growing in Christ.

Jesus himself lived out the prototype cell with his disciples. Out of that shared life, he sent them out two by two for ministry (Mark 6:7). When they returned, he gathered them around him to listen, fellowship, and teach, continuing the process of discipleship (Mark 6:30–31). Ministry flowed out of community and returned to community.

Integration does not diminish ministries. It roots them in discipleship.

Help us, God!

Robert M. Lay
Cell Church Ministries Brazil

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

A Integração é Vital
por Robert Lay, www.celulas.com.br

A igreja moderna, muitas vezes, possui uma estrutura complexa e complicada. Muitos pastores — e, frequentemente, os seminários — partem do pressuposto de que, quanto mais atividades e programas ocuparem os membros, mais eles crescerão e amadurecerão espiritualmente.

Programas e eventos não são, por si só, ruins. Quando bem planejados, realizados com excelência e voltados para as necessidades da comunidade, podem ser uma verdadeira bênção. A questão é se eles realmente contribuem para o crescimento espiritual dos membros ou se, simplesmente, esgotam as suas forças.

Surge, então, uma segunda pergunta: como a vida em célula se relaciona com os ministérios da igreja?

A vida em célula e a participação em um ministério devem estar plenamente integradas. A célula proporciona cuidado pastoral mútuo, discipulado, evangelismo e muito mais. Por isso, todo membro da igreja envolvido em um ministério precisa fazer parte de uma célula. Nela, ele ou ela recebe o alimento espiritual necessário para servir. Sem esse alimento, o ministério torna-se apenas uma atividade — e a atividade, por sua vez, acaba levando à exaustão. Essa integração fortalece e sustenta uma vida saudável na igreja.

Somente pequenos grupos que abrangem todas as dimensões da vida cristã oferecem o terreno onde o cuidado pastoral, o discipulado e os dons espirituais podem, de fato, florescer. Nesse ambiente, os membros da igreja são preparados e enviados para um serviço eficaz em ministérios específicos.

O objetivo é sempre garantir que o ministério flua a partir da célula, em vez de competir com ela. Nunca deve haver competição, apenas integração. Quando a equipe de louvor, o ministério infantil ou a equipe de evangelismo recrutam seus integrantes a partir de células saudáveis, esses ministérios passam a contar com pessoas que são conhecidas, cuidadas e que estão crescendo em Cristo.

O próprio Jesus vivenciou o protótipo de uma célula com seus discípulos. A partir dessa vida compartilhada, Ele os enviou, de dois em dois, para o ministério (Marcos 6:7). Quando retornaram, Ele os reuniu ao seu redor para ouvir, ter comunhão e ensinar, dando continuidade ao processo de discipulado (Marcos 6:30–31). O ministério fluía da comunidade e retornava para a comunidade.

A integração não diminui os ministérios; ela os ancora no discipulado.

Ajuda-nos, ó Deus!
Robert M. Lay
Ministério Igreja em Célula Brasil

Spanish blog:

La integración es vital
por Robert Lay, www.celulas.com.br

La iglesia moderna suele tener una estructura compleja y complicada. Muchos pastores, y a menudo los seminarios, asumen que cuantas más actividades y programas mantengan ocupados a los miembros, más crecerán y madurarán espiritualmente.

Los programas y eventos no son malos en sí mismos. Cuando están bien planeados, se llevan a cabo con excelencia y satisfacen las necesidades de la comunidad, pueden ser una verdadera bendición. La pregunta es si realmente contribuyen al crecimiento espiritual de los miembros o si simplemente les agotan las fuerzas.

Surge entonces una segunda pregunta: ¿cómo se relaciona la vida en células con los ministerios de la iglesia?

La vida en células y la participación en el ministerio deben estar plenamente integradas. La célula brinda cuidado pastoral mutuo, discipulado, evangelización y mucho más. Por esta razón, todo miembro de la iglesia que participe en un ministerio debe formar parte de una célula. Allí, él o ella recibe el alimento espiritual necesario para servir. Sin ese alimento, el ministerio se convierte en mera actividad, y la actividad, a la larga, conduce al agotamiento. Esta integración fortalece y sostiene una vida eclesiástica saludable.

Solo los grupos pequeños holísticos proporcionan el terreno donde el cuidado pastoral, el discipulado y los dones espirituales realmente crecen. En este ambiente, los miembros de la iglesia son preparados y enviados para un servicio eficaz en ministerios especializados.

El objetivo es siempre asegurar que el ministerio fluya desde la célula en lugar de competir con ella. Nunca debe haber competencia, solo integración. Cuando el equipo de alabanza, el ministerio infantil o el equipo de evangelización reclutan a sus miembros de células saludables, esos ministerios son atendidos por personas que son conocidas, a quienes se les cuida y que están creciendo en Cristo.

El mismo Jesús vivió el prototipo de la célula con sus discípulos. A partir de esa vida compartida, los envió de dos en dos al ministerio (Marcos 6:7). Cuando regresaron, los reunió a su alrededor para escuchar, tener comunión y enseñar, continuando el proceso de discipulado (Marcos 6:30–31). El ministerio fluía de la comunidad y regresaba a la comunidad.

La integración no disminuye los ministerios. Los arraiga en el discipulado.

¡Ayúdanos, Dios!
Robert M. Lay
Cell Church Ministries Brasil

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