By Scott Boren, The Center for Community and Mission — scottboren. blogspot. com| @mscottboren In my previous post, I proposed that God — as Father, Son, and Spirit — leads in community; therefore, we are called to lead our groups in the same way. ...
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The Benefits of Team Leadership

By Scott Boren, The Center for Community and Mission — scottboren.blogspot.com| @mscottboren

In my previous post, I proposed that God — as Father, Son, and Spirit — leads in community; therefore, we are called to lead our groups in the same way. This means embracing team leadership over individualistic leadership. Here are five reasons why it matters.

1. Team leadership frees you from having to do everything well.

No small group leader is gifted in every area the role demands. When you lead as part of a team, you can partner with people whose strengths complement your own. If you are naturally hospitable and pastoral, lean into those gifts — and let someone else facilitate discussion or guide the group in prayer. You lead through your strengths, not in spite of your weaknesses.

2. Team leadership keeps you humble.

On a team, no one person makes it work. Successes are shared — and so are failures. More than that, team leadership requires you to think things through with others before acting, to submit your perspective to the group, and to genuinely listen. That posture, practiced consistently, forms humility in ways that solo leadership rarely does.

3. Team leadership protects you from burnout.

When I led a group alone, I felt guilty taking a vacation. I rarely asked what I needed to stay healthy because I felt solely responsible for the group’s welfare. A team changes that dynamic. You don’t have to be constantly “on” or strong for everyone else. You are free to lead in weakness because others are carrying the load alongside you.

4. Team leadership is how discipleship actually happens.

It shifts the focus from passing on information to sharing in a participatory way. When emerging leaders are part of a team, they learn by doing — through trial, error, and real-time feedback — rather than through a training program alone. Discipleship becomes embedded in the life of the group itself.

5. Team leadership creates space for mission.

Solo-leader groups often spend most of their energy just keeping the group together — getting people to show up, maintaining connection, managing the basics. A team frees the group from that constant pressure. With shared ownership of the vision, there is more capacity — and more creativity — to engage people outside the group and join what God is doing in the wider community.

Adapted from Leading Small Groups in the Way of Jesus by Scott Boren.

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Portuguese blog:

Os benefícios da Liderança em Equipe

Por Scott Boren, O Centro para Comunidade e Missão (www.scottboren.blogspot.com), Twitter @mscottboren

No meu post anterior, propus que Deus, como Pai-Filho-Espírito, lidera em comunidade e, portanto, devemos liderar nossos grupos por meio da comunidade. Isso exige liderança em equipe em oposição à liderança individualista. Deixe-me apresentar algumas ideias sobre o valor da liderança em equipe.

Primeiro, a liderança em equipe alivia o estresse de uma pessoa ter de ser boa em todas as coisas que os líderes de pequenos grupos fazem. Quando você trabalha com uma equipe, pode fazer parcerias com pessoas que tenham pontos fortes e dons que complementem os seus próprios. Você não precisa ser bom em tudo. Você pode explorar como liderar com base em seus pontos fortes e trabalhar com outras pessoas que tenham pontos fortes distintos. Por exemplo, se você é muito hospitaleiro e pastoral, pode se concentrar nas responsabilidades de liderança que melhor se adequam a esses dons, enquanto outra pessoa facilita a reunião e orienta o grupo na oração.

Em segundo lugar, a liderança em equipe mantém você humilde. Como parte de um time, você nunca é o líder que faz as coisas funcionarem. Todos os sucessos são compartilhados, assim como todos os fracassos. Mas, melhor ainda, quando você trabalha em equipe, é necessário conversar sobre as coisas e compartilhar sua perspectiva com os outros antes de simplesmente agir. A liderança em equipe exige submissão mútua entre os membros, o que sempre gera humildade.

Em terceiro lugar, o ministério em equipe protege os líderes do esgotamento. Quando eu estava liderando um grupo sozinho, me sentia culpado por tirar férias. Eu raramente pensava no que eu precisava para ser saudável e bem equilibrado, porque me sentia responsável pelo bem-estar do grupo. Com uma equipe, você consegue ser você mesmo. Você não precisa carregar a pressão de estar constantemente “ligado” ou de ser forte pelo resto do grupo. É muito mais fácil liderar na fraqueza quando os outros estão com você carregando a carga.

Em quarto lugar, a liderança em equipe é uma maneira natural de discipular os outros por meio do ensaio e erro. Ele muda o treinamento de discipulado de um foco na informação para um foco na participação.

Finalmente, a liderança em equipe capacita o grupo a ser criativo na forma de envolver pessoas fora do grupo em missão. Grupos de líderes muitas vezes lutam para sobreviver. O líder gasta muita energia apenas para fazer com que o grupo apareça e se conecte. Mas, com uma equipe, há maior apropriação da visão e, portanto, mais espaço para o grupo se envolver com o que Deus está fazendo fora do grupo.

—Adaptado de Leading Small Groups in the Way of Jesus (“Liderando Pequenos Grupos na Maneira de Jesus”, em tradução livre)

Spanish blog:

Los beneficios del liderazgo en equipo

Por Scott Boren, El Centro para la Comunidad y la Misión ( www.scottboren.blogspot.com), Twitter @ mscottboren

En mi publicación anterior, propuse que Dios, como Padre-Hijo-Espíritu, lidera en comunidad y, por lo tanto, debemos dirigir a nuestras células a través de la comunidad. Esto requiere liderazgo de equipo en lugar de un liderazgo individualista. Permítanme presentar algunas ideas sobre el valor del liderazgo en equipo.

Primero, el liderazgo en equipo libera a una persona del estrés, lo que le permite ser buena en todo lo que hacen los líderes celulares. Cuando trabajas con un equipo, puedes asociarte con personas que tienen puntos fuertes y dones que complementan los tuyos; no tienes que ser bueno en todo. Puedes explorar cómo aprovechar tus fortalezas y trabajar con otras personas que tienen fortalezas distintas. Por ejemplo, si es muy hospitalario y pastoral, puede centrarse en las responsabilidades de liderazgo que mejor se ajusten a esos dones, mientras que otra persona facilita los momentos de discusión y guía al grupo en la oración.

En segundo lugar, el liderazgo en equipo te mantiene humilde. Como parte de un equipo, nunca eres el líder que lo hace todo funcionar. Todos los éxitos se comparten, al igual que todos los fracasos. Pero aun más, cuando trabajas en equipo, se te pide que hables y compartas tu punto de vista con los demás antes de simplemente actuar. El liderazgo en equipo requiere sumisión mutua, y esto siempre genera humildad.

En tercer lugar, el ministerio en equipo protege a los líderes del agotamiento. Cuando dirigía solo una célula, me sentía culpable de tomarme unas vacaciones. Rara vez pensé en lo que necesitaba para estar saludable y equilibrado; me sentía responsable del bienestar del grupo. Con un equipo, tienes que ser tú mismo. No tiene que soportar la presión de tener que estar constantemente “fortalecido” o ser fuerte para el resto del grupo. Es mucho más fácil llevar la debilidad cuando otros están contigo ayudándote con la carga.

En cuarto lugar, el liderazgo en equipo es una forma natural de discipular a los demás a través de la prueba y el error. Cambia el entrenamiento de discipulado de un enfoque informativo a uno basado en la participación.

Finalmente, el liderazgo en equipo permite a la célula ser creativa en la forma en que involucrará a las personas fuera de ella en la misión. Las células de líderes solitarios a menudo luchan por sobrevivir, el líder gasta mucha energía solo para que el grupo se reúna y se conecte. Pero con un equipo, hay más propiedad en la visión y, por lo tanto, más espacio para que el grupo se involucre en lo que Dios está haciendo fuera de la célula.

-Adaptado de Leading Small Groups in the Way of Jesus (Liderando células en la manera de Jesús)

Jesus’s Pattern of Team Leadership

By Scott Boren, The Center for Community and Mission — scottboren.blogspot.com| @mscottboren

Over the years, I’ve encountered many group leaders driven by an individualistic imagination — and honestly, most leaders tend to operate this way. Within this mindset, the group’s success or failure falls squarely on the leader’s shoulders. On some levels, it works. Sometimes it really is just easier to do it yourself. We celebrate these leaders — the ones who’ve started the most groups, led the longest, stayed the course. We give them prizes, parade them on stage, and honor their dedication.

I’m not dismissing that kind of recognition. But I do want to challenge the idea of the superhero leader — because when we examine the triune nature of God, many of our common leadership assumptions begin to unravel, even when they produce results.

The Logic of Trinitarian Leadership

Here is the basic framework:

  1. We are called to imitate God (Ephesians 5:1).
  2. God is triune — Father, Son, and Holy Spirit — living in eternal unity as three persons in one being. God is not a solitary individual but a community of love, each person distinct yet inseparably one.
  3. God leads us out of this character of love. He does not coerce or manipulate for the sake of outcomes. Jesus illustrates this perfectly: he led relationally, out of the communion he shared with the Father by the Spirit. He led by sharing life with his disciples rather than exerting power to produce results.
  4. Therefore, since we are called to imitate God’s way of leading, collaborative leadership is not merely a good strategy — it is God’s way.

When Results Aren’t the Point

This trinitarian way of leading does not always produce the outcomes we expect — and that troubled the disciples deeply. If Jesus was the Messiah, they reasoned, he should be delivering Messiah-sized results: driving out the Romans as David had driven out Israel’s enemies, restoring the temple as Moses had restored God’s presence. Jesus did none of it the way anyone anticipated.

That is the point.

Leading in a way that reflects the triunity of God is not primarily about producing numbers, though numbers may come. It is about subverting the principalities and powers that govern the normal patterns of our world — patterns built on control, force, and manipulation. These methods work, in their way. People can be compelled to line up. Many Christian leaders have accomplished genuinely good things through what might be called a “power-over” approach. But when we import worldly power structures into the church, we allow forces into our common life that can look, on the surface, deceptively — and dangerously — godly.

The Pattern of Foot-Washing Leadership

God has not called small group leaders to produce results as individuals. He has called us to lead according to the pattern revealed in Christ — to walk with people, in humility, washing feet. And not only to wash feet, but to train up a team that washes feet, so that they, in turn, can train others to do the same.

Leaders who wash feet are not protecting their position — they are inviting others into leadership. They are creating the conditions for a team to lead together under the guidance of the Spirit, as Jesus himself led.

That is the pattern. That is the call.

Adapted from Leading Small Groups in the Way of Jesus by Scott Boren.

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O Padrão de Liderança em Equipe de Jesus

Por Scott Boren, O Centro para Comunidade e Missão (www.scottboren.blogspot.com), Twitter @mscottboren

Ao longo dos anos, vi muitos líderes de célula impulsionados por uma imaginação individualista. Na verdade, a maioria dos líderes tende a operar dessa maneira. Dentro dessa mentalidade, o sucesso (ou fracasso) do grupo cai diretamente sobre os ombros do líder. E em alguns níveis isso é eficaz; às vezes é mais fácil fazer isso “eu mesmo”. Honramos líderes individuais que iniciaram a maioria dos grupos ou que lideraram por mais tempo. Lhes damos prêmios, os elogiamos no púlpito e louvamos seus esforços.

Eu não estou denegrindo essas maneiras de honrar os líderes. No entanto, quero desafiar a noção do líder super-herói. Se considerarmos a natureza trina de Deus, logo descobriremos que muitas de nossas práticas comuns de liderança não correspondem, mesmo que produzam resultados. Aqui está uma lógica básica para o que estou falando:

  1. Nós somos chamados para imitar a Deus (Efésios 5:1).
  2. Deus é trino – Pai, Filho e Espírito Santo – e vive em eterna unidade como três pessoas em um ser. Deus é uma unidade social, uma comunidade de amor, enquanto ao mesmo tempo cada pessoa da Trindade é única.
  3. Deus vive e manifesta esse caráter de amor. Ele não coage ou força alguém por causa dos resultados. A vida de Jesus ilustra isso. Jesus conduziu relacionalmente através da comunhão que ele compartilhava com o Pai pelo Espírito. E ele liderou compartilhando a vida com os discípulos em vez de exercer poder para produzir resultados.
  4. Uma vez que somos chamados a imitar a maneira de liderar de Deus, então a liderança colaborativa é o caminho.

A forma trina de liderança modelada por Jesus nem sempre produz os resultados que antecipamos. Isso realmente incomodou os discípulos significativamente. Se eles estavam seguindo o Messias, então ele deveria produzir os resultados esperados de um Messias judeu. Ele deveria estabelecer o reino de Deus expulsando os romanos (conforme o modelo de seu grande líder Davi) e restaurar o templo e a presença de Deus (conforme o modelo de seu líder protótipo Moisés). Mas Jesus não fez essas coisas como qualquer judeu do primeiro século teria esperado.

Liderar de uma maneira que reflita a trindade de Deus não é produzir números, embora isso possa resultar em números. Trata-se de subverter os principados e as potestades do ar – os poderes, governantes e autoridades que controlam os modos normais de vida em nosso mundo. Os caminhos comuns do mundo operam de acordo com o controle, a força e a manipulação. Esses padrões podem produzir resultados porque as pessoas são compelidas a se alinhar. Isso é o que alguns chamam de mentalidade de “poder sobre”. É a maneira de fazer as coisas acontecerem, e muitos líderes cristãos fizeram muitas coisas boas assim. Os líderes individualistas estabelecem regras e afirmam seus poderes para alcançar seus objetivos. E quando importamos isso para a igreja, permitimos que os poderes mundanos se infiltrem em nossa vida juntos, com resultados que podem realmente parecer piedosos enganosamente (e perigosamente) na superfície.

Deus não chamou líderes de pequenos grupos para produzirem resultados como indivíduos. Deus chamou seus líderes para liderarem de acordo com o padrão revelado por Cristo. Devemos caminhar com pessoas, em humildade, lavando os pés a fim de treinar uma equipe que também lava pés. Líderes que lavam os pés estão convidando os outros para a liderança, para que possam trabalhar juntos para liderar o grupo de acordo com a liderança do Espírito.

—Adaptado de Leading Small Groups in the Way of Jesus

(“Liderando Pequenos Grupos na Maneira de Jesus”, em tradução livre)

Spanish blog:

El patrón de liderazgo de equipo de Jesús

Por Scott Boren, El Centro para la Comunidad y la Misión ( www.scottboren.blogspot.com), Twitter @ mscottboren

A lo largo de los años, he visto a muchos líderes celulares impulsados ​​por una imaginación individualista. De hecho, en la mayoría de los casos, la mayoría de los líderes tienden a operar de esta manera; dentro de esta mentalidad, el éxito (o fracaso) del grupo recae directamente sobre los hombros del líder. Y en algunos niveles es efectivo; a veces es simplemente más fácil hacerlo “yo mismo”. Honramos a los líderes individuales que han multiplicado la mayoría de los células o a los que llevan más tiempo le damos premios, los paseamos por el escenario y alabamos sus esfuerzos.

No estoy denigrando estas formas de honrar a los líderes. Sin embargo, quiero desafiar la noción del líder superhéroe. Si consideramos la naturaleza triple de Dios, pronto descubriremos que muchas de nuestras prácticas de liderazgo comunes no están a la altura, incluso si producen resultados. Aquí hay una lógica básica para lo que estoy hablando:

  1. Estamos llamados a imitar a Dios (Efesios 5: 1).
  2. Dios es una Trinidad -Padre, Hijo y Espíritu Santo-y vive en unidad eterna como tres personas en un solo ser. Dios es una unidad social, una comunidad de amor, mientras que al mismo tiempo cada persona de la Trinidad es única.
  3. Dios guía desde un carácter de amor. Él no coacciona ni fuerza a nadie por el bien de los resultados. La vida de Jesús ilustra esto, Jesús dirigió relacionalmente, fuera de la comunión que compartía con el Padre por el Espíritu. Y lideró al compartir la vida con los discípulos en lugar de ejercer el poder para producir resultados.
  4. Ya que estamos llamados a imitar la manera de guiar de Dios, entonces el liderazgo colaborativo es la manera de guiar de Dios.

La manera de liderar modelada por Jesús no siempre produce los resultados que anticipamos. Esto en realidad molestó a los discípulos de manera significativa. Si estaban siguiendo al Mesías, se suponía que debía producir los resultados que esperaban de un Mesías judío. Se suponía que debía establecer el reino de Dios echando a los romanos (como lo modeló su gran líder David) y restaurar el templo y la presencia de Dios (como lo modeló su líder prototípico Moisés). Pero Jesús no hizo estas cosas como lo hubiera esperado cualquier persona judía en el primer siglo.

Dirigir de una manera que refleje la trinidad de Dios no se trata de producir números, aunque pueden resultar en números. Se trata de subvertir los principados y los poderes del aire: los poderes, gobernantes y autoridades que controlan las formas normales de vida en nuestro mundo. Las formas comunes del mundo operan de acuerdo con el control, la fuerza y ​​la manipulación. Estos patrones pueden producir resultados porque las personas se ven obligadas a alinearse. Esto es lo que algunos llaman una mentalidad de “influencia”. Es la manera de hacer que las cosas sucedan, y muchos líderes cristianos han hecho muchas cosas buenas de esta manera. Los líderes individualistas establecen reglas y afirman sus poderes para lograr sus objetivos. Y cuando traemos esto a la iglesia, permitimos que los poderes mundanos entren a nuestra vida en comunidad, con resultados que en realidad pueden parecer engañosa-y peligrosamente-piadosos.

Dios no ha llamado a los líderes de células para producir resultados como individuos. Dios ha llamado a sus líderes a dirigir de acuerdo con el patrón revelado por Cristo. Debemos caminar con la gente, con humildad, lavando los pies para entrenar a un equipo que también se lava los pies para lavar los pies a los demás. Los líderes que lavan los pies invitan a otros a ser líderes para que puedan trabajar juntos y liderar a la célula acuerdo con la dirección del Espíritu.

-Adaptado de Leading Small Groups in the Way of Jesus. (Liderando células en la manera de Jesús)

Taking the Next Step in Pastoral Ministry, Part 2

By Rodrigo Leone, pastor of the adult network and leadership training director at Central Baptist Church, Itabira, MG — cell member, pastoral team leader, and multiplying cell leader.

Cells are not a modern innovation. They are rooted in the New Testament itself. The early church gathered in homes — small, simple communities where believers practiced the “one-anothers” of Scripture, encouraged one another, bore one another’s burdens, and grew together in faith. And before any of that, Jesus himself led the first small group. The disciples were his cell.

Life on Life — Then and Now

Those first disciples did more than observe the Master from a distance. They lived with him, learned from him, and then went out and replicated what they had received. They made disciples who made disciples. The movement spread not through programs but through relationships — life poured into life.

That kind of ministry is increasingly rare today. Many of us have been formed by a programmatic model of church, and unlearning it takes time and intentionality. This is where the small group pastor plays a crucial role — not just in organizing groups, but in helping people experience a different way of being the church.

The Small Group Pastor as Guide and Model

To lead others into cell life, the small group pastor must have lived it personally. You cannot lead someone somewhere you have never been. This pastor must have sat in a circle, shared life with a small group of believers, multiplied a cell, and felt both the difficulty and the joy of disciple-making up close.

More than skill or structure, what drives this ministry is love — Christ’s love, channeled through ordinary people committed to one another. The walk is often slow and sometimes discouraging. But the results, in God’s hands, are certain. Lives are changed. Leaders are formed. And many who begin as quiet cell members eventually step into pastoral roles themselves — as happened in Rodrigo’s own journey.

The Heart of It All

Cell ministry is disciple-making ministry. That is its heartbeat, its reason for existing. It is not a program to be managed but a New Testament lifestyle to be embraced — one relationship, one cell, one generation of disciples at a time.

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Portuguese blog:

Como dar o próximo passo no ministério Pastoral

Rodrigo Leone, membro de uma célula, tornou-se parte da equipe pastoral após multiplicar várias células. Pastor de rede de adultos e responsável pelo treinamento de liderança da Igreja Batista Central em Itabira – MG.

As células, por meio das comunidades de base, remetem literalmente à época da igreja do Novo Testamento. Uma igreja encantadora pelo seu jeito simples de comportar-se, e muitas vezes temos a oportunidade de contemplar essas riquezas deixadas pelo estilo de vida do nosso primeiro líder de grupos pequenos, Jesus Cristo de Nazaré.

Os discípulos de Jesus ensinam como dar um passo importante para subir ainda mais nos degraus da fé. Mostram que é preciso focar em formar discípulos que, por sua vez, ensinam o que aprenderam.

Porém, a mentoria, vida na vida, tem se tornado cada vez mais escassa e, consequentemente, nota-se que uma das estratégias mais poderosas da visão celular tem se tornado um fator complicador, simplesmente pela ausência de um discipulado sério e multiplicador.

Cada pastor de grupo pequeno precisa conscientizar-se de que apenas por meio do amor por Cristo e da paixão por gerar vidas tem-se condições de colher os frutos das sementes plantadas. A caminhada é longa; é um processo; porém, o resultado é garantido. Existem inúmeros exemplos de membros de célula que alcançam o pastorado.

Células com discipulados fortes resultam em vidas saradas, cheias do poder de Deus, que têm paixão por fazer discípulos que fazem discípulos e, principalmente, amam a Deus acima de tudo. Haz Discípulos!

Spanish blog:

Cómo dar el siguiente paso en el ministerio pastoral

Por Rodrigo Leone, miembro de una célula y parte del equipo pastoral después de multiplicar varias células. Es pastor de la red de adultos y responsable de la capacitación de líderes de la Iglesia Bautista Central en Itabira – MG.

Las células son comunidades de base que se remontan a los tiempos del Nuevo Testamento. Los grupos de casas de la iglesia primitiva eran simples y dinámicos y fortalecían a los creyentes mientras practicaban la comunión. Por supuesto, el mismo Jesús dirigió la primera célula.

Los discípulos de Jesús pueden enseñarnos hoy a dar el siguiente paso en el ministerio. Ellos mismos practicaron lo que el Maestro les enseñó en una célula. Hicieron discípulos que hicieron discípulos.

Pero este tipo de vida, en el ministerio de la vida, se ha vuelto cada vez más escasa en nuestros días. A menudo tenemos que desaprender el ministerio programático. El pastor celular es clave para ayudar a las personas a procesar este cambio. Pero esto significa que el pastor celular también ha experimentado la vida celular, por lo que puede enseñar a otros. El pastor celular debe darse cuenta de que solo a través del amor y la pasión de Cristo se formarán nuevos discípulos y las vidas cambiarán. La caminata es larga y difícil, pero los resultados están garantizados. Y muchos de los que comienzan como miembros terminan convirtiéndose en pastores (como sucedió en mi propia vida).

Estoy convencido de que hacer discípulos es lo que se trata en el ministerio celular. Este es el estilo de vida y enfoque del Nuevo Testamento.

Taking the Next Step in Pastoral Ministry, part 1

By Rodrigo Leone, pastor of the adult network and leadership training director at Central Baptist Church, Itabira, MG — cell member, pastoral team leader, and multiplying cell leader.

One of the most defining marks of God’s children is growth. Not growth for its own sake, but the kind of fruitfulness that comes from walking closely with God — what Paul describes in Ephesians 5:16 as “making the most of every opportunity.” Ministerial growth is not a luxury; it is evidence of a life surrendered to God’s purposes.

Jesus modeled this clearly. He made disciples through a relationship — through a small, committed group of people. That basic unit, the cell, remains the first and most essential form of pastoral ministry. Before a leader can multiply, plant, or lead networks, they must learn to lead a cell well.

Walk with God First

Successful cell leadership begins not with strategy, but with intimacy. A cell leader must first learn to walk with God and hear his voice. This sounds obvious, yet many 21st-century churches have drifted toward producing polished services rather than cultivating genuine encounters with Jesus. Cell members and leaders alike need to come to God as children — expectant, dependent, and open to the Holy Spirit’s movement. Everything else flows from this.

Start Small and Stay Faithful

The temptation in ministry is to wait for something significant before getting started — a platform, a larger audience, a better opportunity. But God builds leaders from the bottom up. “Small” tasks are not beneath you; they are your training ground. They are the offerings you bring to God, and it is through them that he develops your character and expands your capacity.

Faithfulness in small things is not a stepping stone to real ministry — it is real ministry. Jesus said as much: “Whoever can be trusted with very little can also be trusted with much” (Luke 16:10).

Seize the Opportunities in Front of You

Don’t wait for the ideal moment. Do your best with what God has placed in front of you today. Serve where you are. Lead the group you have. Be faithful to the nudge of the Spirit, even when it feels insignificant.

God is faithful to those who are faithful to him. As you take the next step — however small — trust that he is walking with you toward a rich harvest.

The main changes I made: tightened the prose, added Luke 16:10 to reinforce the “start small” point biblically, gave the subheadings more punch, and smoothed out some grammatical roughness. The pastoral voice and core message are fully preserved — this reads very much like a JCG blog post now. Let me know if you’d like any tone or content adjustments!

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Como dar o próximo passo no ministério Pastoral

Rodrigo Leone, membro de uma célula, tornou-se parte da equipe pastoral após multiplicar várias células. Pastor de rede de adultos e responsável pelo treinamento de liderança da Igreja Batista Central em Itabira – MG.

Quando se pensa em dar o próximo passo no ministério, precisa-se, primeiramente, entender que uma das principais características dos filhos de Deus, e o que os define como vencedores, é o crescimento ministerial. Processo que acontece naturalmente quando se aproveitam bem as oportunidades apresentadas, como diz o apóstolo Paulo em Efésios 5.16.

Jesus nos mostra, de forma clara e prática, que, além de fazer discípulos, somos preparados para liderar, o que se pode chamar de célula ou unidade cristã de base. Acredita-se com convicção que este é o primeiro ministério pastoral, ou seja, fazer discípulos e liderar, um trabalho árduo que precisa-se de bom ânimo, para ser um líder bem sucedido.

A primeira riqueza a ser valorizada para dar o próximo passo é: “caminhar com Deus”. Infelizmente, as igrejas do século XXI conhecem a Deus mais pelo ouvir do que pelo andar com Jesus. É muito importante que esse passo seja dado com solidez, diligência e intensidade, pois, no reino de Deus, para se conduzir, é preciso ser conduzido. Nesse passo, precisamos vir a Deus como crianças despreocupadas e na expectativa do que Ele vai falar, seja em oração, por meio de sua palavra ou do doce Espírito Santo.

A segunda riqueza para dar o próximo passo no ministério é aprender a “começar de baixo”, por meio de uma simples tarefa que lhe é confiada. Às vezes, esperam-se anos para fazer grandes obras, e perde-se tempo por não fazer nada. Quando se serve a Deus por meio de tarefas “pequenas”, o sucesso dessas tarefas é o inevitável começo de um ministério promissor e de muitos frutos. Tarefas pequenas são os estágios oferecidos por Deus, para a capacitação para fazer algo maior. Começar de baixo é aproveitar as oportunidades e ter alegria na missão.

Aproveite as oportunidades, faça o seu melhor no preparo da terra, e com certeza colherá frutos vistosos e maravilhosos. Deus é fiel e tem compromisso com quem tem compromisso com Ele!

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Cómo dar el siguiente paso en el ministerio pastoral.

Por Rodrigo Leone, miembro de una célula y parte del equipo pastoral; después de multiplicar varias células. Es pastor de la red de adultos y responsable de la capacitación de los líderes de la Iglesia Bautista Central en Itabira – MG.

Al pensar en dar el siguiente paso en el ministerio, debemos recordar que una de las características principales de los hijos de Dios, y lo que los define como ganadores, es el crecimiento ministerial. Dios ayuda a sus hijos a fructificar mientras caminan con él como dice el apóstol Pablo en Efesios 5:16.

Y Jesús claramente nos muestra, en la práctica, que hacer discípulos consiste en liderar una célula o unidad cristiana básica. Este debe ser el primer ministerio pastoral: hacer discípulos mediante un liderazgo celular exitoso.

Para dirigir una célula exitosa, un líder debe primero aprender a caminar con Dios y escuchar su voz. Desafortunadamente, las iglesias del siglo XXI están más preocupadas por organizar grandes servicios que por caminar verdaderamente con Jesús. Caminar con Dios merece ser la primera prioridad. Los miembros de la célula y los líderes deben venir a Dios como niños, esperando que él se mueva y guíe a través del Espíritu Santo.

La segunda prioridad debe ser “comenzar desde abajo” y dar pasos sencillos. A veces, los líderes piensan que deberían comenzar desde la cima y emprender grandes obras. Con esta mentalidad, se pierde tiempo sin hacer nada. Al servir a Dios mediante “pequeñas” tareas, el creyente da mucho fruto con el tiempo. Las pequeñas tareas son sacrificios ofrecidos a Dios y, a su vez, Dios otorga mayores responsabilidades. Comenzar desde abajo significa aprovechar las oportunidades y ser fiel a las indicaciones de Dios.

Aprovecha las oportunidades, haz lo mejor que puedas para cumplir el plan de Dios y tendrás una rica cosecha de bendiciones. ¡Dios es fiel y está comprometido con quienes están comprometidos con Él!

The Pastoral Team Is the Key to Cell Ministry Success

By Joel Comiskey, Living in Victory

“If you can successfully transition your pastoral team to cell church ministry, the rest is easy,” I often tell pastors. And if the church has already made the transition, my counsel is the same: make your pastoral team your top priority, and a healthy cell system will follow.

Why? Because vision flows from leaders. Christ has placed pastor-teachers in his body precisely to build up the church (Ephesians 4:11-12). Pastors are the primary visionaries in cell ministry — but the lone-ranger pastor model so common in the West is simply not biblical. In the New Testament, leadership is always plural.

The early churches were led by teams, not individuals. Elders and overseers functioned together, and deacons — mentioned in at least two churches (Philippians 1:1; 1 Timothy 3:8, 12) — were likewise always named in the plural. Shared leadership wasn’t an organizational preference; it was the norm.

This makes perfect sense in cell ministry. The cell church exists to provide care for the entire congregation through multiple leaders — much like Jesus, who poured himself into a core team of Peter, James, and John. The pastor equips the team; the team cares for the cell leaders; the cell leaders shepherd the members. That’s the chain of care.

So who belongs on the pastoral team? Those who are walking in integrity, fully committed to Jesus, and 100% behind the cell church ministry. In the early stages, that means people who are actively leading cells. As the church grows, the bar rises: those on the pastoral team should be leaders who have multiplied their cells. Since New Testament elders led house churches, expecting pastoral team members to lead and multiply cell groups isn’t a modern requirement — it’s deeply biblical.

Team ministry means praying together, feeding on the Word together, and then turning attention to the needs of cell leaders. Are the groups meeting consistently? Are leaders aligned? Where are the victories? Where are the warning signs? I’m increasingly convinced that up-to-date statistics are essential here — not as a bureaucratic exercise, but as a pastoral one. The team that tracks what’s happening can respond wisely to what it sees.

Shared leadership has a price. Conflict will come. Coordination takes effort. But the fruit of team leadership far outweighs the difficulties — and the alternative — a solo pastor trying to carry a congregation alone — is neither healthy nor sustainable. Solomon said it well: “Though one may be overpowered, two can defend themselves. A cord of three strands is not quickly broken” (Ecclesiastes 4:12).

Team leadership isn’t a trend. It’s the biblical pattern — and for cell ministry, it’s the foundation everything else is built on.

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Portuguese blog:

A equipe pastoral é a chave para o sucesso no ministério em células

Por Joel Comiskey, Living in Victory

 “Se você conseguir fazer a transição de sua equipe pastoral para o ministério da igreja em células com sucesso, o resto é fácil”, costumo dizer aos pastores. Ou se a igreja já fez a transição para a igreja em células, eu digo: “Faça de sua equipe pastoral sua principal prioridade e você terá um sistema de células saudável”.

Por que isso é importante? Porque a visão flui dos líderes. A Escritura nos diz que Cristo colocou pastores/mestres em seu corpo para edificar sua igreja (Efésios 4: 11-12). Os pastores são os principais visionários no ministério da igreja em células e orientam a visão dela. Mas há um problema, especialmente para aqueles nos EUA. O pastor cavaleiro-solitário simplesmente não é bíblico. A liderança no Novo Testamento é sempre plural!

Os escritores do Novo Testamento evitam a ideia de um líder único. A norma para as igrejas primitivas era ter uma equipe de pastores em vez de apenas um. Além de supervisores e/ou presbíteros, duas igrejas são mencionadas como tendo diáconos (Filipenses 1: 1; 1 Timóteo 3: 8, 12). Quaisquer que tenham sido suas funções, seus serviços também foram prestados com base na liderança compartilhada, uma vez que são sempre mencionados no plural.

A essência da igreja em células é cuidar de toda a igreja por meio de vários líderes. Mas isso significa que o pastor tem uma equipe muito parecida com Jesus, com esta equipe de Tiago, João e Pedro.

Então, quem deve fazer parte dessa equipe pastoral? Aqueles que estão comprometidos com Jesus, caminhando em integridade e 100% comprometidos com o ministério da igreja em células. Nos estágios iniciais, refere-se às células líderes. Conforme a igreja cresce, os que devem participar da equipe pastoral são aqueles que multiplicaram suas células. Os presbíteros do Novo Testamento eram líderes de igrejas caseiras; portanto, pedir que os da equipe liderassem um grupo de células é muito bíblico.

O pastor ministra à equipe que, por sua vez, ministra aos líderes sob seus cuidados. O ministério de equipe envolve orar juntos, compartilhar a Palavra de Deus e, então, imaginar as necessidades dos líderes de célula. Um dos principais motivos para a equipe de liderança é cuidar daqueles que ministram ao rebanho. Cada grupo tem se encontrado? Todos os líderes estão na mesma página? Quais são as vitórias? Os perigos?

Estou cada vez mais convencido, de fato, de que estatísticas atualizadas são essenciais para saber o que está acontecendo nos grupos. A equipe precisa analisar essas estatísticas e fazer os ajustes necessários com base no que observa.

Estou convencido de que a liderança de equipe é essencial para o ministério frutífero dos pequenos grupos. Na verdade, estou sentindo uma ênfase renovada nesta área e um cansaço com a liderança solitária. Sim, há um preço a pagar pela liderança compartilhada e, muito provavelmente, o conflito ocorrerá. No entanto, as recompensas e a produtividade da liderança da equipe superam em muito as dificuldades ao longo do caminho. Como o Salomão disse há muito tempo: “Embora um possa ser derrotado, dois podem se defender. Um cordão de três fios não se quebra rapidamente ”(Eclesiastes 4:12).

Spanish blog:

El equipo pastoral es clave para el éxito en el ministerio celular 

Por Joel Comiskey, Viviendo en Victoria 

“Si puedes hacer una transición exitosa de tu equipo pastoral al ministerio de la iglesia celular, el resto es fácil”, es lo que les digo a menudo a los pastores. O si la iglesia ya ha hecho la transición a la iglesia celular, digo: “Haz de tu equipo pastoral tu máxima prioridad y tendrás un sistema celular saludable”. 

¿Por qué es esto importante? Porque la visión fluye de los líderes. Las Escrituras nos dicen que Cristo ha puesto pastores/maestros en su cuerpo para edificar su iglesia (Efesios 4: 11-12). Los pastores son los visionarios clave en el ministerio de la iglesia celular y guían su visión. Pero hay un problema, especialmente para quienes están en los EE. UU. El pastor llanero solitario simplemente no es bíblico. ¡El liderazgo en el Nuevo Testamento siempre es plural! 

Los escritores del Nuevo Testamento evitan la idea de un solo líder. La norma para las primeras iglesias era contar con un equipo de pastores en lugar de un solo pastor. Además de los supervisores y/o ancianos, se menciona que dos iglesias tenían diáconos (Filipenses 1: 1; 1 Timoteo 3: 8, 12). Cualesquiera que hayan sido sus funciones, sus servicios también se prestaron sobre la base de un liderazgo compartido, ya que siempre se mencionan en plural. 

La esencia de la iglesia celular es brindar atención a toda la iglesia mediante múltiples líderes. Pero esto significa que el pastor tiene un equipo, muy parecido a Jesús con este equipo de Santiago, Juan y Pedro. 

Entonces, ¿quiénes deberían formar parte de este equipo pastoral? Aquellos que están comprometidos con Jesús, caminando en integridad y 100% comprometidos con el ministerio de la iglesia celular. En las primeras etapas, esto se refiere a las células líderes. A medida que la iglesia crece, quienes participan en el equipo pastoral deben ser quienes han multiplicado sus células. Los ancianos del Nuevo Testamento eran líderes de iglesias en las casas, por lo que pedir que los del equipo lideren un grupo celular es muy bíblico. 

El pastor ministra al equipo que a su vez ministra a los líderes bajo su cuidado. El ministerio en equipo implica orar juntos, compartir la Palabra de Dios y luego visualizar las necesidades de los líderes celulares. Una razón clave para el equipo de liderazgo es cuidar a quienes ministran al rebaño. ¿Se ha estado reuniendo cada grupo? ¿Están todos los líderes en la misma página? ¿Cuáles son las victorias? ¿Los peligros? 

Estoy cada vez más convencido de que las estadísticas actualizadas son fundamentales para saber qué está pasando en los grupos. El equipo necesita analizar estas estadísticas y realizar los ajustes necesarios según lo que observe. 

Estoy convencido de que el liderazgo en equipo es esencial para un ministerio celular fructífero. De hecho, siento un renovado énfasis en esta área y un cansancio por el liderazgo de los llaneros solitarios. Sí, hay un precio que pagar con el liderazgo c