By Michelle Geoffrey, cell pastor at www. celebrationchurch. org My 11-year-old niece, Ella, is visiting from Texas this summer. She is tech-savvy, sassy, and sweet, and hosting her has taught me a valuable lesson about equipping. While I am certainly ...
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Equipping Ella

By Michelle Geoffrey, cell pastor at www.celebrationchurch.org

My 11-year-old niece, Ella, is visiting from Texas this summer. She is tech-savvy,  sassy, and sweet, and hosting her has taught me a valuable lesson about equipping. While I am certainly trying to equip her with the Word of God, I am also aiming to prepare her to be a self-sustaining adult. This came to light one day when I asked her to move the clothes from the washer to the dryer, mistakenly assuming the washing machine had finished its cycle. Wonderful Ella dutifully transferred the soaking wet sheets and towels into the dryer—but they were never going to dry without completing the wash cycle first. I realized that I missed crucial steps in the equipping process.

Just as Ella needed to understand the mechanics of the laundry to be successful, believers need more than just exposure to the Word; they need a framework for application. In a world saturated with digital resources and endless translations, the sheer volume of information can be overwhelming. This is where the strategic role of discipleship becomes critical.

Equipping tracks serve as the church’s “boot camp,” bridging the gap between inspiration and implementation. While Sunday sermons provide spiritual nourishment and cell lessons offer community, they aren’t structured as comprehensive training manuals. An equipping track provides the clear, intentional path necessary to move from theory to practice.

Ephesians 4:11-12 calls leaders to “equip His people for works of service.” This is the core purpose of an equipping track. It goes beyond weekly encouragement to teach specific, vital skills: how to share the gospel effectively, how to cultivate a consistent quiet time, how to pray with authority, and how to find freedom from habitual sin.  By investing in intentional training, we move members from being spiritual consumers to becoming disciple-makers who are fully prepared to lead others, fueling the multiplication of the Kingdom.

Just like my time with Ella reminded me that intentional, step-by-step guidance is necessary to help her grow into a capable adult, the same principle applies to our spiritual family. We cannot assume that immersion in the Word alone will result in a fully equipped disciple; we must provide the “how-to” just as clearly as we provide the “what.” By implementing equipping tracks, we stop leaving our members to navigate the overwhelming amount of information alone. Instead, we offer them a clear, intentional path. This boot camp ensures they aren’t just soaking in information, but are ready to step out, fully prepared, and effectively multiply the Kingdom. Like I want Ella to succeed in life, our church is called to ensure every believer has the tools they need to flourish in their walk with Christ.

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Portuguese blog:

Capacitando Ella

Michelle Geoffrey, pastora de células em www.celebrationchurch.org

Minha sobrinha de 11 anos, Ella, mora no Texas e está nos visitando neste verão. Ela entende muito de tecnologia, tem uma personalidade forte e, ao mesmo tempo, é doce. Hospedá-la tem me ensinado uma valiosa lição sobre capacitação. Embora eu certamente esteja procurando capacitá-la por meio da Palavra de Deus, também quero prepará-la para se tornar uma adulta autônoma. Isso ficou evidente certo dia, quando pedi que ela transferisse as roupas da máquina de lavar para a secadora, supondo, equivocadamente, que a máquina já havia terminado o ciclo. A maravilhosa Ella, obedientemente, colocou os lençóis e as toalhas encharcados na secadora — mas eles jamais secariam sem que o ciclo de lavagem fosse concluído primeiro. Percebi, então, que havia deixado de lado etapas cruciais do processo de capacitação.

Assim como Ella precisava entender o funcionamento da lavagem de roupas para realizar a tarefa com sucesso, os crentes precisam de mais do que simplesmente ter contato com a Palavra; eles precisam de uma estrutura que os ajude a aplicá-la. Em um mundo saturado de recursos digitais e inúmeras traduções, a quantidade de informações pode ser esmagadora. É nesse ponto que o papel estratégico do discipulado se torna fundamental.

As trilhas de capacitação funcionam como o “campo de treinamento” da igreja, preenchendo a lacuna entre a inspiração e a prática. Embora os sermões de domingo ofereçam alimento espiritual e as lições de célula proporcionem comunhão, eles não são estruturados como manuais completos de treinamento. Uma trilha de capacitação oferece o caminho claro e intencional necessário para passar da teoria à prática.

Efésios 4:11-12 chama os líderes a “aperfeiçoar os santos para a obra do ministério”. Esse é o propósito central de uma trilha de capacitação. Ela vai além do encorajamento semanal e ensina habilidades específicas e essenciais: como compartilhar o evangelho de maneira eficaz, como cultivar um tempo devocional consistente, como orar com autoridade e como encontrar liberdade do pecado recorrente. Ao investirmos em um treinamento intencional, ajudamos os membros a deixar de ser apenas consumidores de conteúdo espiritual e a se tornarem formadores de discípulos, plenamente preparados para liderar outras pessoas e impulsionar a multiplicação do Reino.

Assim como meu tempo com Ella me lembrou que uma orientação intencional e passo a passo é necessária para ajudá-la a crescer e se tornar uma adulta capaz, o mesmo princípio se aplica à nossa família espiritual. Não podemos presumir que a simples imersão na Palavra resultará em um discípulo plenamente capacitado. Precisamos oferecer o “como fazer” com a mesma clareza com que ensinamos “o que fazer”. Ao implementar trilhas de capacitação, deixamos de permitir que nossos membros tentem navegar sozinhos pela quantidade esmagadora de informações disponíveis. Em vez disso, oferecemos a eles um caminho claro e intencional. Esse campo de treinamento garante que eles não estejam apenas absorvendo informações, mas prontos para avançar, plenamente preparados para servir e multiplicar o Reino com eficácia. Assim como desejo que Ella seja bem-sucedida na vida, nossa igreja é chamada a assegurar que cada crente tenha as ferramentas necessárias para florescer em sua caminhada com Cristo.

Spanish blog:

Equipando a Ella

Por Michelle Geoffrey, pastora de células de Celebration Church

Mi sobrina Ella, de 11 años, nos está visitando desde Texas este verano. Es muy hábil con la tecnología, tiene mucha personalidad y es muy dulce, y tenerla con nosotros me ha enseñado una valiosa lección sobre el equipamiento. Aunque sin duda estoy tratando de equiparla con la Palabra de Dios, también quiero prepararla para que llegue a ser una adulta autosuficiente.

Esto se hizo evidente un día cuando le pedí que pasara la ropa de la lavadora a la secadora, suponiendo equivocadamente que la lavadora ya había terminado su ciclo. La maravillosa Ella, muy obediente, pasó las sábanas y las toallas empapadas a la secadora, pero nunca iban a secarse bien sin haber terminado primero el ciclo de lavado. Me di cuenta de que había omitido pasos cruciales en el proceso de equipamiento.

Así como Ella necesitaba comprender cómo funciona el proceso de lavado para tener éxito, los creyentes necesitan algo más que estar expuestos a la Palabra; necesitan un marco que les ayude a ponerla en práctica. En un mundo saturado de recursos digitales y un sinfín de traducciones, la enorme cantidad de información puede resultar abrumadora. Es aquí donde el papel estratégico del discipulado se vuelve fundamental.

Las rutas de equipamiento sirven como el «campo de entrenamiento» de la iglesia, cerrando la brecha entre la inspiración y la práctica. Aunque los sermones dominicales proporcionan alimento espiritual y las lecciones de célula ofrecen comunidad, no están estructurados como manuales completos de capacitación. Una ruta de equipamiento proporciona el camino claro e intencional necesario para pasar de la teoría a la práctica.

Efesios 4:11-12 llama a los líderes a «capacitar al pueblo de Dios para la obra de servicio». Este es el propósito central de una ruta de equipamiento. Va más allá del ánimo semanal para enseñar habilidades específicas y vitales: cómo compartir eficazmente el evangelio, cómo cultivar un tiempo devocional constante, cómo orar con autoridad y cómo encontrar libertad de los pecados habituales.

Al invertir en una capacitación intencional, ayudamos a los miembros a pasar de ser consumidores espirituales a convertirse en hacedores de discípulos plenamente preparados para guiar a otros, impulsando así la multiplicación del Reino.

Así como mi tiempo con Ella me recordó que la orientación intencional, paso a paso, es necesaria para ayudarla a convertirse en una adulta capaz, el mismo principio se aplica a nuestra familia espiritual. No podemos suponer que la sola inmersión en la Palabra dará como resultado un discípulo plenamente equipado; debemos enseñar el «cómo» con la misma claridad con que enseñamos el «qué».

Al implementar rutas de equipamiento, dejamos de permitir que nuestros miembros naveguen solos por una cantidad abrumadora de información. En cambio, les ofrecemos un camino claro e intencional. Este «campo de entrenamiento» asegura que no se limiten a absorber información, sino que estén listos para salir, plenamente preparados, y multiplicar eficazmente el Reino.

Así como deseo que Ella tenga éxito en la vida, nuestra iglesia está llamada a asegurarse de que cada creyente tenga las herramientas necesarias para crecer y desarrollarse plenamente en su caminar con Cristo.

Sermons, Lessons, and Equipping Tracks

By Mario Vega, www.elim.org.sv

Of course, the terms “training course” and “Leader Route” do not appear in Scripture. However, we must recognize that churches often use expressions that are not necessarily found in the Bible. What matters is following the commands and principles of the faith. One such command is to equip the saints for the work of ministry (Ephesians 4:11–16). A training course applies this principle through intentional, progressive, and service-oriented formation.

A sermon proclaims and explains the Word to the whole congregation. A cell lesson facilitates conversation, care, prayer, and communal application. An equipping track adds continuity: it organizes foundations, disciplines, character development, and ministry skills into a clear sequence. In this way, it prevents essential subjects from depending solely on occasional teaching.

It also creates opportunities for practice and guidance. Jesus formed his disciples through a sequence of teaching, example, participation, correction, and commissioning. Similarly, an equipping track can prepare people to evangelize, disciple, care for others, and lead, while also providing observation and feedback. This helps them move from merely hearing the truth to obeying it.

Equipping also promotes multiplication. Paul instructed Timothy to entrust what he had learned to faithful people who could teach others (2 Timothy 2:2). Formation, therefore, does not end when someone acquires knowledge; it fulfills its purpose when that person serves and trains others.

Equipping tracks do not replace the pulpit or the cell community; they complement them. Preaching proclaims the truth, the cell helps believers live it out in community, and the equipping track prepares them to use it responsibly in ministry. Together, these expressions contribute to a mature, participatory, and multiplying church.

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Portuguese blog:

Sermões, Lições e Trilhas de Capacitação

Mario Vega, www.elim.org.sv

É claro que as expressões “curso de treinamento” e “Rota do Líder” não aparecem nas Escrituras. No entanto, precisamos reconhecer que as igrejas frequentemente utilizam expressões que não são necessariamente encontradas na Bíblia. O que importa é seguir os mandamentos e os princípios da fé. Um desses mandamentos é capacitar os santos para a obra do ministério (Efésios 4:11-16). Um curso de treinamento aplica esse princípio por meio de uma formação intencional, progressiva e voltada para o serviço.

Um sermão proclama e explica a Palavra para toda a congregação. Uma lição de célula promove conversa, cuidado, oração e aplicação comunitária da Palavra. Uma trilha de capacitação acrescenta continuidade: organiza os fundamentos da fé, as disciplinas espirituais, o desenvolvimento do caráter e as habilidades ministeriais em uma sequência clara. Dessa forma, evita que assuntos essenciais dependam exclusivamente de ensinamentos ocasionais.

Uma lição de célula também cria oportunidades para a prática e a orientação. Jesus formou seus discípulos por meio de uma sequência que envolvia ensino, exemplo, participação, correção e comissionamento. Da mesma maneira, uma trilha de capacitação pode preparar as pessoas para evangelizar, discipular, cuidar de outras pessoas e liderar, ao mesmo tempo que oferece acompanhamento e feedback. Isso as ajuda a passar de uma postura de simplesmente ouvir a Verdade para uma vida de obediência a ela.

A capacitação também promove a multiplicação. Paulo instruiu Timóteo a confiar aquilo que havia aprendido a pessoas fiéis, capazes de ensinar a outros (2 Timóteo 2:2). Portanto, a formação não termina quando alguém adquire conhecimento; ela cumpre seu propósito quando essa pessoa serve e capacita outros.

As trilhas de capacitação não substituem o púlpito nem a comunidade da célula; elas os complementam. A pregação proclama a verdade, a célula ajuda os crentes a vivê-la em comunidade, e a trilha de capacitação os prepara para aplicá-la com responsabilidade no ministério. Juntas, essas expressões contribuem para uma igreja madura, participativa e multiplicadora.

Spanish blog:

Sermones, lecciones y rutas

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Por supuesto que en las Escrituras no aparecen los términos «curso de entrenamiento» o «Ruta del líder». Pero se debe reconocer que en el ámbito de las iglesias muchas veces utilizamos expresiones que no necesariamente se encuentran en la Biblia. Lo importante es seguir los mandatos y principios de la fe. Un mandato es el de capacitar a los santos para la obra del ministerio (Efesios 4:11-16). Un curso de entrenamiento aplica ese principio mediante una formación deliberada, progresiva y orientada al servicio.

El sermón proclama y explica la Palabra a toda la congregación. La lección de célula facilita conversación, cuidado, oración y aplicación comunitaria. La ruta de equipamiento añade continuidad: organiza fundamentos, disciplinas, carácter y destrezas ministeriales en una secuencia comprensible. Así evita que temas esenciales dependan únicamente de enseñanzas ocasionales.

También crea oportunidades para practicar y recibir acompañamiento. Jesús formó a sus discípulos siguiendo una secuencia: enseñanza, ejemplo, participación, corrección y envío. De manera semejante, una ruta puede capacitar para evangelizar, discipular, cuidar y liderar, junto con observación y retroalimentación. Esto ayuda a pasar de escuchar la verdad a obedecerla.

El equipamiento también favorece la multiplicación. Pablo pidió a Timoteo confiar lo aprendido a personas fieles capaces de enseñar a otras (2 Timoteo 2:2). La formación, por tanto, no termina cuando alguien adquiere conocimientos; alcanza su propósito cuando esa persona sirve y forma a otros.

Las rutas no sustituyen el púlpito ni la comunidad celular. Los complementan. La predicación anuncia la verdad; la célula ayuda a vivirla en comunidad; y la ruta prepara al creyente para emplearla responsablemente en el ministerio. Juntas, estas expresiones contribuyen a una iglesia madura, participativa y multiplicadora.

Developing Missionaries

by Steve Cordle, Executive Director, The River Network International (trni.org)

What is required to turn worldly-minded irreligious people into world-changing missionaries? We can look to the book of Acts to see how the early church did it.

When Paul went to Ephesus, he started preaching and teaching about the kingdom of God to the Jews in the synagogue. After about 3 months of no progress and rejection, Paul changed tactics. He started teaching daily to whoever was interested.

Acts 19:9 tell us, “But some of them became obstinate; they refused to believe and publicly maligned the Way. So Paul left them. He took the disciples with him and had discussions daily in the lecture hall of Tyrannus.”

Acts 19 tells us that when Paul went to Ephesus on his third missionary journey, he found a small group of about 12 disciples. The problem was, they were not organized into a church, and they were not solidly taught. For example, the Ephesians only knew about John’s baptism, not Jesus’. They were not experiencing God’s best, nor were they making the impact for the Kingdom that they could or should have been.

After Paul led the Ephesian believers to receive the Holy Spirit, he started teaching them in a public hall (the Hall of Tyrannus). Paul was teaching about doctrine, lifestyle, and Jesus’ nature. He was equipping those early disciples. Here’s what happened: Acts 19:10 tells us, “This went on for two years, so that all the Jews and Greeks who lived in the province of Asia heard the word of the Lord.”

The Ephesian believers were mobilized! They knew what they believed and why. They were built up in confidence. How did that happen? Paul was teaching them every day for almost 2 years. It made a difference. The Ephesian believers went from hearing only of a baptism for repentance to being baptized in Jesus’ name and filled with the Holy Spirit. Then they took the faith to others – all across Asia!

Each pastor needs their own “Hall of Tyrannus” – that is, a venue for teaching leaders that is beyond the sermon or the cell group meeting. Christians need to know what they believe and why. Systematic teaching through an equipping track can build up Christians so that they can fulfill the Great Commission. A strong equipping track will systematically cover key teachings so that believers will be ready to minister wherever they find themselves.

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Portuguese blog:

Desenvolvendo Missionários
por Steve Cordle, Diretor Executivo da The River Network International (trni.org)

O que é necessário para transformar pessoas irreligiosas e de mentalidade mundana em missionários que transformam o mundo? Podemos olhar para o livro de Atos para ver como a igreja primitiva fez isso.

Quando Paulo foi a Éfeso, começou a pregar e ensinar sobre o Reino de Deus aos judeus na sinagoga. Após cerca de três meses sem progresso e enfrentando rejeição, Paulo mudou de estratégia. Ele passou a ensinar diariamente a qualquer pessoa interessada.

Atos 19:9 nos diz: “Mas alguns deles se tornaram obstinados; recusaram-se a crer e difamaram publicamente o Caminho. Então Paulo os deixou. Levou os discípulos consigo e passou a debater diariamente na escola de Tirano.”

Atos 19 relata que, quando Paulo foi a Éfeso em sua terceira viagem missionária, encontrou um pequeno grupo de cerca de 12 discípulos. O problema era que eles não estavam organizados como igreja e não haviam recebido um ensino sólido. Por exemplo, os efésios conheciam apenas o batismo de João, não o de Jesus. Eles não estavam vivendo o melhor de Deus, nem causando o impacto no Reino que poderiam ou deveriam causar.

Depois de levar os crentes de Éfeso a receberem o Espírito Santo, Paulo começou a ensiná-los em um local público (a escola de Tirano). Paulo ensinava sobre doutrina, estilo de vida e a natureza de Jesus. Ele estava capacitando aqueles primeiros discípulos. Eis o que aconteceu: Atos 19:10 nos diz: “Isso continuou por dois anos, de modo que todos os judeus e gregos que viviam na província da Ásia ouviram a palavra do Senhor.”

Os crentes de Éfeso foram mobilizados! Eles sabiam no que criam e por quê. Eles foram fortalecidos em sua confiança. Como isso aconteceu? Paulo os ensinou todos os dias durante quase dois anos. Isso fez a diferença. Os crentes de Éfeso passaram de ouvir apenas sobre um batismo de arrependimento para serem batizados em nome de Jesus e cheios do Espírito Santo. Então, eles levaram a fé a outros — por toda a Ásia!

Todo pastor precisa de sua própria “Escola de Tirano” — isto é, um espaço para ensinar líderes que vá além do sermão ou da reunião de célula. Os cristãos precisam saber no que creem e por que creem. Um ensino sistemático, por meio de um trilho de treinamento, pode edificar os cristãos para que cumpram a Grande Comissão. Um trilho de treinamento sólido abordará sistematicamente ensinamentos fundamentais, preparando os crentes para exercerem o ministério onde quer que estejam.

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Formación de misioneros
por Steve Cordle, director ejecutivo de The River Network International (trni.org)

¿Qué se necesita para convertir a personas no religiosas y con una mentalidad mundana en misioneros capaces de cambiar el mundo? Podemos recurrir al libro de los Hechos para ver cómo lo hizo la iglesia primitiva.

Cuando Pablo fue a Éfeso, comenzó a predicar y a enseñar sobre el reino de Dios a los judíos en la sinagoga. Después de unos tres meses sin avances y de ser rechazado, Pablo cambió de táctica. Comenzó a enseñar diariamente a cualquiera que estuviera interesado.

Hechos 19:9 nos dice: “Pero algunos de ellos se obstinaron; se negaron a creer y difamaron públicamente al Camino. Así que Pablo los dejó. Se llevó a los discípulos consigo y tenía discusiones diarias en la sala de conferencias de Tiranno”.

Hechos 19 nos cuenta que cuando Pablo fue a Éfeso en su tercer viaje misionero, encontró un pequeño grupo de unos doce discípulos. El problema era que no estaban organizados como una iglesia y no habían recibido una enseñanza sólida. Por ejemplo, los efesios solo conocían el bautismo de Juan, no el de Jesús. No estaban experimentando lo mejor de Dios, ni estaban teniendo el impacto para el Reino que podrían o deberían haber tenido.

Después de que Pablo guiara a los creyentes de Éfeso a recibir el Espíritu Santo, comenzó a enseñarles en una sala pública (la sala de Tiranno). Pablo enseñaba sobre doctrina, estilo de vida y la naturaleza de Jesús. Estaba equipando a esos primeros discípulos. Esto es lo que sucedió: Hechos 19:10 nos dice: “Esto duró dos años, de modo que todos los judíos y griegos que vivían en la provincia de Asia oyeron la palabra del Señor”.

¡Los creyentes de Éfeso estaban movilizados! Sabían en qué creían y por qué, se fortalecieron en su confianza. ¿Cómo sucedió eso? Pablo les enseñó todos los días durante casi dos años. Eso marcó la diferencia. Los creyentes de Éfeso pasaron de solo escuchar acerca de un bautismo de arrepentimiento a ser bautizados en el nombre de Jesús y llenos del Espíritu Santo. Luego llevaron la fe a otros, ¡por toda Asia!

Cada pastor necesita su propio “Salón de Tiranno”, es decir, un espacio para enseñar a los líderes que vaya más allá del sermón o de la reunión del grupo celular. Los cristianos necesitan saber en qué creen y por qué. La enseñanza sistemática a través de un programa de capacitación puede fortalecer a los cristianos para que puedan cumplir con la Gran Comisión. Un programa de capacitación sólido cubrirá sistemáticamente las enseñanzas clave para que los creyentes estén listos para ministrar dondequiera que se encuentren.

From First Faith to Maturity

By Rob Campbell, Executive Director, Africa Renewal Ministries (www.africarenewal.org)

Does your church have an equipping track — a clear, deliberate path that moves a new believer from first faith into maturity in Christ? Not a hope, not a hallway conversation, but an actual track anyone could walk. Here is the test: could you articulate it in one minute or less? If a new believer asked you, “What happens next?” could you answer without stumbling through a list of programs that were never designed to work together? Ephesians 4:11-13 tells us why this matters. God gave the church apostles, prophets, evangelists, pastors, and teachers “to equip the saints for the work of ministry, for building up the body of Christ, until we all attain to the unity of the faith and of the knowledge of the Son of

God, to mature manhood, to the measure of the stature of the fullness of Christ.” That word “equip” is not decoration. It is the assignment. A church without an equipping track has the mandate without the mechanism.

Every church needs one, because the goal was never attendance — it was always transformation. Romans 8:29 says God predestined us “to be conformed to the image of his Son.” Paul tells the Galatians he is “in the anguish of childbirth until Christ is formed in you” (Galatians 4:19), and he tells the Colossians that the whole point of his labor is to “present everyone mature in Christ” (Colossians 1:28). Becoming like Jesus is not one benefit among many that church offers. It is the goal, always. An equipping track is simply the church taking that goal seriously enough to build a road toward it, rather than trusting that maturity will happen by osmosis if people show up long enough.

Sermons and small group discussions matter, but a sermon delivers truth to a crowd, and a small group discusses truth in a room. Neither one, by design, moves a specific person from where they are to where God intends them to be. That is a different task. Jesus did not tell the disciples to preach to the nations; He told them to “make disciples of all nations… teaching them to observe all that I have commanded you” (Matthew 28:19-20) — and disciple-making is a process with steps, not a single event with an offering. Paul hands Timothy the same model: “what you have heard from me… entrust to faithful men, who will be able to teach others also” (2 Timothy 2:2). That is four generations of intentional transfer in one verse. An equipping track is what lets a church actually do that — take a person by name, know where they stand, and know what comes next for them specifically. Sermons fire up and build up. Small groups connect. Only an equipping track disciples.

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Portuguese blog:

Da Fé Inicial à Maturidade
por Rob Campbell, Diretor Executivo da Africa Renewal Ministries (www.africarenewal.org)

Sua igreja possui um trilho de treinamento — um caminho claro e intencional que conduz o novo convertido da fé inicial à maturidade em Cristo? Não apenas uma esperança ou uma conversa casual no corredor, mas um trilho concreto que qualquer pessoa possa percorrer. Aqui está o teste: você conseguiria explicá-lo em um minuto ou menos? Se um novo convertido lhe perguntasse: “O que acontece agora?”, você saberia responder sem gaguejar ao listar programas que nunca foram planejados para funcionar em conjunto? Efésios 4:11-13 nos mostra por que isso é importante. Deus deu à igreja apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres “para aperfeiçoar os santos para a obra do ministério, para a edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, à maturidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo”. A palavra “aperfeiçoar” não é um mero enfeite; é a própria missão. Uma igreja sem um trilho de treinamento tem o mandato, mas não o mecanismo.

Toda igreja precisa de uma, pois o objetivo nunca foi apenas a frequência — sempre foi a transformação. Romanos 8:29 diz que Deus nos predestinou “para sermos conformados à imagem de seu Filho”. Paulo diz aos gálatas que sofre “as dores de parto até que Cristo seja formado em vós” (Gálatas 4:19), e diz aos colossenses que o objetivo de todo o seu trabalho é “apresentar cada pessoa madura em Cristo” (Colossenses 1:28). Tornar-se semelhante a Jesus não é apenas um benefício entre tantos que a igreja oferece. É o objetivo, sempre. Um trilho de treinamento é, simplesmente, a igreja levando esse objetivo a sério o suficiente para construir um caminho em direção a ele, em vez de confiar que a maturidade acontecerá por osmose se as pessoas frequentarem a igreja por tempo suficiente.

Sermões e discussões em pequenos grupos são importantes, mas um sermão transmite a verdade a uma multidão, e um pequeno grupo discute a verdade em uma sala. Nenhum dos dois, por sua própria natureza, conduz uma pessoa específica de onde ela está para onde Deus deseja que ela esteja. Essa é uma tarefa diferente. Jesus não disse aos discípulos para pregarem às nações; Ele lhes disse para “fazerem discípulos de todas as nações… ensinando-os a guardar tudo o que lhes ordenei” (Mateus 28:19-20) — e o discipulado é um processo com etapas, não um evento único acompanhado de uma oferta. Paulo transmite a Timóteo o mesmo modelo: “o que você ouviu de mim… confie a homens fiéis, que sejam capazes de ensinar também a outros” (2 Timóteo 2:2). Isso representa quatro gerações de transmissão intencional em um único versículo. Um trilho de treinamento é o que permite à igreja fazer isso de fato: acompanhar uma pessoa nominalmente, saber em que estágio ela se encontra e saber qual é o próximo passo específico para ela. Sermões motivam e edificam. Pequenos grupos promovem conexões. Apenas um trilho de treinamento gera discípulos.

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De la fe inicial a la madurez
Por Rob Campbell, director ejecutivo de Africa Renewal Ministries (www.africarenewal.org)

¿Cuenta tu iglesia con un itinerario de formación, un camino claro y deliberado que lleve a un nuevo creyente desde su fe inicial hasta la madurez en Cristo? No se trata de una esperanza, ni de una conversación de pasillo, sino de un itinerario real que cualquiera pueda recorrer. Aquí está la prueba: ¿podrías explicarlo en un minuto o menos? Si un nuevo creyente te preguntará: “¿Qué sigue?”, ¿podrías responder sin titubear, sin enumerar una lista de programas que nunca fueron diseñados para funcionar juntos? Efesios 4:11-13 nos dice por qué esto es importante. Dios le dio a la iglesia apóstoles, profetas, evangelistas, pastores y maestros “para equipar a los santos para la obra del ministerio, para la edificación del cuerpo de Cristo, hasta que todos lleguemos a la unidad de la fe y del conocimiento del Hijo de Dios, a la madurez del hombre, a la medida de la estatura de la plenitud de Cristo”. Esa palabra “equipar” no es mera decoración, es la tarea asignada. Una iglesia sin un programa de equipamiento tiene el mandato, pero carece del mecanismo para cumplirlo.

Toda iglesia necesita un mecanismo, porque la meta nunca fue la asistencia, siempre fue la transformación. Romanos 8:29 dice que Dios nos predestinó “para ser conformados a la imagen de su Hijo”. Pablo les dice a los gálatas que está “en dolores de parto hasta que Cristo sea formado en ustedes” (Gálatas 4:19), y les dice a los colosenses que el objetivo de todo su esfuerzo es “presentar a todos maduros en Cristo” (Colosenses 1:28). Llegar a ser como Jesús no es un beneficio más entre muchos que ofrece la iglesia. Es la meta, siempre. Un programa de formación es simplemente que la iglesia se tome ese objetivo lo suficientemente en serio como para construir un camino hacia él, en lugar de confiar en que la madurez se logrará por ósmosis si las personas asisten durante el tiempo suficiente.

Los sermones y las discusiones en grupos pequeños son importantes, pero un sermón transmite la verdad a una multitud, y un grupo pequeño discute la verdad en una sala. Ninguno de los dos, por su naturaleza, lleva a una persona específica desde donde está hasta donde Dios quiere que esté. Esa es una tarea diferente. Jesús no les dijo a los discípulos que predicaran a las naciones; les dijo que “hagan discípulos de todas las naciones… enseñándoles a guardar todo lo que les he mandado” (Mateo 28:19-20), y hacer discípulos es un proceso con pasos, no un evento único con una ofrenda. Pablo le entrega a Timoteo el mismo modelo: “lo que has oído de mí… encárgaselo a hombres fieles, que sean capaces de enseñar también a otros” (2 Timoteo 2:2). Son cuatro generaciones de transferencia intencional en un solo versículo. Un programa de equipamiento es lo que le permite a una iglesia hacer precisamente eso: tomar a una persona por su nombre, saber en qué punto se encuentra y saber qué le espera específicamente a continuación. Los sermones inspiran y edifican, los grupos pequeños conectan, pero solo un programa de equipamiento discípula.

Equipping: The Missing Piece Between Sermon and Cell

By Joel Comiskey, Leadership Explosion

The two-winged church describes cell and celebration, but we must not forget the systems that support discipleship through both wings. I’m referring to equipping and coaching. For August, let’s focus on equipping.

Sermons are great, and cell lessons take those sermons deeper. Yet there are biblical themes that need fuller coverage: freedom from sin, devotions, how to pray, tithing, evangelism, and how to lead a cell group.

The Legion Was Only as Good as Its Training

Historians who study the Roman legions point to one recurring theme: Rome’s soldiers weren’t necessarily stronger or braver than the tribes they conquered. Rather, they were better trained. Roman recruits drilled constantly, often twice a day, practicing the same sword strikes, formation shifts, and marching maneuvers over and over until the movements became instinct. When the chaos of actual battle hit (e.g., noise, blood, fear, the enemy pressing in), the legionnaire didn’t have to think. His body already knew what to do. That training, repeated to the point of monotony, is what let ordinary men hold formation and survive when everything in them wanted to break and run.

The “boot camp” in cell churches is the specific equipping we offer every member. Cell churches promote equipping as one of the foundational pillars for making disciples who make disciples. They ask everyone in the church to enter the equipping track with the goal of deeper discipleship. Those who graduate can participate in team leadership. 

Filling the Gap

Preaching on Sunday and applying the passage in the cell groups is essential, but more is needed. Sermons and cell lessons don’t cover key biblical doctrines, how to have a quiet time, how to evangelize, how to lead a small group, and so forth. A clear-cut “boot camp” — an equipping track — fulfills this need. Churches call it different things: school of leaders, training tracks, leader’s route. I like discipleship equipping because it puts discipleship right in the name. The goal, always, is to help members become more like Jesus. 

Every cell-based church needs an equipping track. I often describe it this way: one equipping path, many ways to teach it. We currently offer ours on Sunday mornings and are exploring virtual options. The main challenge is quality control—ensuring people actually complete each step. 

Perhaps you have questions, like:

  • How long should an equipping track last?
  • Where should the equipping take place?
  • What kind of material should we use?
  • Who should teach the equipping?

 We’ll tackle these questions and more in August. Click here if you’d like to receive the equipping in your email inbox. Here’s the plan:

  • August 2–8 (due July 31): The scriptural reasons for equipping tracks. What do cell church equipping tracks provide that sermons and cell lessons can’t?
  • August 9–15 (due August 7): The benefits of equipping the whole church. What happens when everyone gets involved in equipping?
  • August 16–22 (due August 14): Equipping details. How long should an equipping track last? What kind of materials work best?
  • August 23–29 (due August 21): Equipping methodology. What are some distinct ways to equip people? Where should it happen?
  • August 30–September 5 (due August 28): Beyond equipping. What’s next for those who graduate?

The goal, always, is becoming like Jesus.

How are you doing with equipping in your own context? What insights have you picked up over the years?

Korean blog (click here)

Portuguese blog:
por Joel Comiskey, Crescimento Explosivo da Igreja em Células

O conceito de “igreja de duas asas” refere-se à célula e à celebração, mas não podemos esquecer os sistemas que sustentam o discipulado em ambas as asas. Refiro-me à capacitação e à supervisão. Em agosto, vamos focar no treinamento.

Os sermões são excelentes, e as lições das células aprofundam o conteúdo neles apresentado. No entanto, existem temas bíblicos que exigem uma abordagem mais completa: libertação do pecado, vida devocional, como orar, dízimo, evangelismo e como liderar um grupo de célula.

A Eficácia da Legião Dependia de Seu Treinamento

Historiadores que estudam as legiões romanas apontam um tema recorrente: os soldados de Roma não eram necessariamente mais fortes ou mais corajosos do que as tribos que conquistavam. Em vez disso, eram mais bem treinados. Os recrutas romanos treinavam constantemente — muitas vezes duas vezes ao dia —, praticando os mesmos golpes de espada, mudanças de formação e manobras de marcha repetidamente, até que os movimentos se tornassem instintivos. Quando o caos da batalha real se instalava (com ruído, sangue, medo e a pressão do inimigo), o legionário não precisava pensar; seu corpo já sabia o que fazer. Esse treinamento, repetido a ponto de se tornar monótono, permitia que homens comuns mantivessem a formação e sobrevivessem, mesmo quando tudo neles queria romper a linha e fugir.

O “treinamento intensivo” (boot camp) nas igrejas em células é o treinamento específico que oferecemos a cada membro. Essas igrejas promovem o treinamento como um dos pilares fundamentais para formar discípulos que fazem outros discípulos. Elas convidam todos na igreja a ingressar no trilho de treinamento com o objetivo de um discipulado mais profundo. Aqueles que concluem o processo podem participar da liderança de equipes.

Preenchendo a Lacuna

Pregar no domingo e aplicar a passagem bíblica nos grupos de célula é essencial, mas é preciso ir além. Sermões e lições de célula não abordam doutrinas bíblicas fundamentais, nem ensinam como ter um tempo a sós com

Deus, como evangelizar, como liderar um pequeno grupo, e assim por diante. Um “treinamento intensivo” bem definido — um trilho de treinamento— supre essa necessidade. As igrejas dão nomes diferentes a isso: escola de líderes, trilhos de treinamento, rota do líder. Eu prefiro o termo “treinamento de discipulado”, pois inclui a palavra “discipulado” no próprio nome. O objetivo, sempre, é ajudar os membros a se tornarem mais parecidos com Jesus.

Toda igreja baseada em células precisa de um trilho de treinamento. Costumo descrever assim: um trilho de treinamento, muitas formas de ministrá-lo. Atualmente, oferecemos o nosso nas manhãs de domingo e estamos explorando opções virtuais. O principal desafio é o controle de qualidade — garantir que as pessoas realmente concluam cada etapa.

Talvez você tenha perguntas como:

  • Quanto tempo deve durar uma trilha de treinamento?
  • Onde o treinamento deve ocorrer?
  • Que tipo de material devemos usar?
  • Quem deve ministrar o treinamento?

Abordaremos essas e outras questões em agosto. Clique aqui se quiser receber o conteúdo de capacitação em seu e-mail. Confira o cronograma:

  • 2 a 8 de agosto: As bases bíblicas para os trilhos de treinamento. O que os trilhos de treinamento em igrejas em células oferecem que sermões e lições de célula não conseguem oferecer?
  • 9 a 15 de agosto: Os benefícios de treinar toda a igreja. O que acontece quando todos se envolvem no treinamento?
  • 16 a 22 de agosto: Detalhes da capacitação. Quanto tempo deve durar um trilho de treinamento? Que tipos de materiais funcionam melhor?
  • 23 a 29 de agosto: Metodologia de treinamento. Quais são algumas formas distintas de treinar as pessoas? Onde isso deve acontecer?
  • 30 de agosto a 5 de setembro: Além do treinamento. Qual é o próximo passo para aqueles que concluem o processo?

O objetivo, sempre, é tornar-nos semelhantes a Jesus.

Como está a capacitação no seu contexto? Que lições ou percepções você adquiriu ao longo dos anos?

Spanish blog:

Equipar: La Pieza Faltante Entre el Sermón y la Célula
Por Joel Comiskey, Leadership Explosion

La iglesia de dos alas describe la célula y la celebración, pero no debemos olvidar los sistemas que sostienen el discipulado a través de ambas alas. Me refiero a la capacitación y la mentoría. Durante agosto, enfoquémonos en la capacitación.

Los sermones son excelentes, y las lecciones de célula profundizan esos sermones. Sin embargo, hay temas bíblicos que necesitan una cobertura más completa: la libertad del pecado, los devocionales, cómo orar, el diezmo, la evangelización y cómo dirigir un grupo celular.

La Legión Era Tan Buena Como Su Entrenamiento

Los historiadores que estudian las legiones romanas señalan un tema recurrente: los soldados de Roma no eran necesariamente más fuertes ni más valientes que las tribus que conquistaban. Más bien, estaban mejor entrenados. Los reclutas romanos practicaban constantemente, a menudo dos veces al día, repitiendo los mismos golpes de espada, cambios de formación y maniobras de marcha una y otra vez hasta que los movimientos se volvían instintivos. Cuando llegaba el caos de la batalla real (el ruido, la sangre, el miedo, el enemigo presionando), el legionario no tenía que pensar. Su cuerpo ya sabía qué hacer. Ese entrenamiento, repetido hasta la monotonía, es lo que permitía a hombres comunes mantener la formación y sobrevivir cuando todo en ellos quería quebrarse y huir.

El “campo de entrenamiento” en las iglesias celulares es la capacitación específica que ofrecemos a cada miembro. Las iglesias celulares promueven la capacitación como uno de los pilares fundamentales para hacer discípulos que hacen discípulos. Piden que todos en la iglesia entren a la ruta de capacitación con la meta de un discipulado más profundo. Quienes se gradúan pueden participar en el liderazgo de equipos.

Llenando el Vacío

Predicar el domingo y aplicar el pasaje en las células es esencial, pero se necesita más. Los sermones y las lecciones de célula no cubren doctrinas bíblicas clave, cómo tener un tiempo devocional, cómo evangelizar, cómo dirigir un grupo pequeño, y así sucesivamente. Un “campo de entrenamiento” bien definido —una ruta de capacitación— satisface esta necesidad. Las iglesias lo llaman de diferentes maneras: escuela de líderes, rutas de entrenamiento, ruta del líder. A mí me gusta llamarlo capacitación para el discipulado, porque pone el discipulado directamente en el nombre. La meta, siempre, es ayudar a los miembros a parecerse más a Jesús.

Cada iglesia celular necesita una ruta de capacitación. Suelo describirlo así: una sola ruta de capacitación, muchas formas de enseñarla. Actualmente ofrecemos la nuestra los domingos por la mañana y estamos explorando opciones virtuales. El principal desafío es el control de calidad: asegurarnos de que las personas realmente completen cada paso.

Quizás tengas preguntas como estas:

  • ¿Cuánto tiempo debería durar una ruta de capacitación?
  • ¿Dónde debería realizarse la capacitación?
  • ¿Qué tipo de material deberíamos usar?
  • ¿Quién debería impartir la capacitación?

Abordaremos estas preguntas y más durante agosto. Haz clic aquí si deseas recibir la capacitación en tu correo electrónico. Aquí está el plan:

  • 2–8 de agosto (fecha límite 31 de julio): Las razones bíblicas para las rutas de capacitación. ¿Qué ofrecen las rutas de capacitación de las iglesias celulares que los sermones y las lecciones de célula no pueden ofrecer?
  • 9–15 de agosto (fecha límite 7 de agosto): Los beneficios de capacitar a toda la iglesia. ¿Qué sucede cuando todos participan en la capacitación?
  • 16–22 de agosto (fecha límite 14 de agosto): Detalles de la capacitación. ¿Cuánto tiempo debería durar una ruta de capacitación? ¿Qué tipo de materiales funcionan mejor?
  • 23–29 de agosto (fecha límite 21 de agosto): Metodología de la capacitación. ¿Cuáles son algunas formas distintas de capacitar a las personas? ¿Dónde debería llevarse a cabo?
  • 30 de agosto–5 de septiembre (fecha límite 28 de agosto): Más allá de la capacitación. ¿Qué sigue para quienes se gradúan?

La meta, siempre, es llegar a ser como Jesús.

¿Cómo te está yendo con la capacitación en tu propio contexto? ¿Qué percepciones has adquirido a lo largo de los años?