By Mario Vega, www. elim. org. sv The church's great goal as it gathers in homes is to make disciples who, in turn, make other disciples. This goes beyond evangelism. Every disciple is someone who has been evangelized, but not everyone who has been ...
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Intimacy with Jesus

By Mario Vega, www.elim.org.sv

The church’s great goal as it gathers in homes is to make disciples who, in turn, make other disciples. This goes beyond evangelism. Every disciple is someone who has been evangelized, but not everyone who has been evangelized is a disciple of Jesus. To be one, a believer must be a committed follower of Jesus Christ who is intentionally growing to become more like Him while advancing His mission.

To achieve this goal, the person who has been evangelized must develop a committed relationship with Jesus. For this reason, in my new book, The Supervisor’s Manual, I encourage coaches to ensure the leaders in their sector have a genuine relationship with Jesus. On this subject, the book says:

After the initial contact, Jesus called His followers to be with Him (Mark 3:14). In this second phase, you should review the foundations of your disciples’ faith and help them develop habits, identity, and obedience. Regarding the foundations, you should talk with your leaders about their experience of salvation.

Make sure they truly understand the gospel of grace and that they have experienced genuine conversion. Learn about their experiences regarding water baptism and baptism in the Holy Spirit. Help them in any areas where they may be lacking. Do not approach these matters as if you were administering a questionnaire, but rather within the warmth of sincere friendship. To be with Jesus, your disciples must develop a hunger for the Word of God, habits of prayer, fellowship with one another, service, and a simple way of life. 

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Portuguese blog:

Intimidade com Jesus

Mario Vega, www.elim.org.sv

O grande objetivo da igreja ao se reunir nos lares é fazer discípulos que, por sua vez, façam outros discípulos. Isso vai além do evangelismo. Todo discípulo é alguém que foi evangelizado, mas nem toda pessoa evangelizada é discípula de Jesus. Para ser discípulo, o cristão precisa ser um seguidor comprometido de Jesus Cristo, que cresce intencionalmente para se tornar mais semelhante a Ele e avança em sua missão.

Para alcançar esse objetivo, a pessoa evangelizada precisa desenvolver um relacionamento comprometido com Jesus. Por isso, em meu novo livro, Manual do Supervisor, incentivo os supervisores a se certificarem de que os líderes de seu setor tenham um relacionamento genuíno com Jesus. Sobre esse assunto, o livro diz:

Depois do contato inicial, Jesus chamou seus seguidores para estarem com Ele (Marcos 3:14). Nesta segunda etapa, você deve revisar os fundamentos da fé de seus discípulos e ajudá-los a desenvolver hábitos, identidade e obediência. Quanto aos fundamentos, converse com seus líderes sobre a experiência de salvação deles.

Certifique-se de que realmente compreendem o evangelho da graça e de que tiveram uma conversão genuína. Procure conhecer suas experiências com o batismo nas águas e o batismo no Espírito Santo. Ajude-os nas áreas em que possam estar precisando de apoio. Não trate esses assuntos como se estivesse aplicando um questionário, mas converse com eles com o carinho de uma amizade sincera. Para estarem com Jesus, seus discípulos precisam desenvolver fome pela Palavra de Deus, hábitos de oração, comunhão uns com os outros, disposição para servir e um estilo de vida simples.

Spanish blog:

Intimidad con Jesús

La gran meta de la iglesia al reunirse en las casas es la de hacer discípulos que, a su vez, hacen a otros discípulos. Esto es algo que va más allá de la evangelización. Todo discípulo es una persona que ha sido evangelizada, pero no toda persona evangelizada es un discípulo de Jesús. Para serlo, el creyente debe ser un seguidor comprometido de Jesucristo que está creciendo intencionalmente para ser más como él, extendiendo su misión.

Para alcanzar ese objetivo, se hace necesario que la persona evangelizada desarrolle una relación comprometida con Jesús. Es por esa razón que en mi nuevo libro «Manual del supervisor», se anima a los supervisores a asegurarse de que los líderes de su sector tengan una relación real con Jesús. Sobre este tema dice así:

Después del contacto inicial, Jesús pidió a sus seguidores que estuvieran con él (Marcos 3:14). En esta segunda fase debes revisar los fundamentos de tus discípulos, crear hábitos, identidad y obediencia. Con relación a los fundamentos, debes conversar sobre la experiencia de salvación que tus líderes han tenido.

Asegúrate de que en verdad comprenden el evangelio de la gracia y de que han tenido una auténtica conversión. Conoce cuáles son sus experiencias con relación al bautismo en agua y en el Espíritu Santo. Ayúdalos en lo que estén deficientes. Estos temas no debes tocarlos como si fuera un cuestionario, sino en la calidez de una amistad sincera. Para estar con Jesús tus discípulos deben desarrollar hambre por la palabra de Dios, hábitos de oración, comunión de los unos con los otros, servicio y un estilo de vida sencillo.

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Before They Serve, Help Them Belong

by Timo Barbosa, pastor at Miller Memorial Church – Johnstown, OH

What if the first step into ministry at your church wasn’t signing up to serve, but joining a small group?

In Mark 3:14, we discover Jesus’ intentional approach to developing disciples: He appointed the Twelve “that they might be with him and that he might send them out” (NIV). Notice the order. First, they were called to be with Jesus. Then, they were sent to serve.

This pattern offers a powerful principle for every small-group-based church: belong before you serve.

Jesus invited His disciples into a shared life. They walked together, learned together, asked questions, witnessed His compassion, and grew through everyday encounters with Him. Their mission flowed from their relationship with Jesus and their life together as His followers.

Surely transformation requires encounter, and there is no chance for encounter without true intentionality.

That is why small groups matter. They are not simply another program on the church calendar. They are a primary environment where people build relationships, discover God’s Word, receive pastoral care, grow as disciples, and learn to serve one another. Before people are sent into ministry, they need a place where they are known, loved, and discipled.

In a small-group-based church, integration means more than attending a Sunday service or filling a volunteer position. It means becoming part of a community where faith grows, and discipleship becomes a way of life. In that community, people discover their gifts, build confidence, identify opportunities to serve, and embrace Jesus’ mission.

This doesn’t mean people must be fully mature before serving. The small group itself is a place to begin serving and growing. The point is that service should emerge from belonging, not replace it.

So, when someone walks through your church doors, what is the first step you invite them to take? Are you simply recruiting volunteers, or are you helping people become part of a discipling community?

Help people belong before you send them out. Build disciples in community, then release them to serve. That is how a church grows not just in activity, but in transformed lives and multiplying disciples.

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Portuguese blog:

Antes de Enviar, Ajude as Pessoas a Pertencer
por Timo Barbosa, pastor na Miller Memorial Church, Johnstown, OH

E se o primeiro passo para alguém se envolver no ministério da sua igreja não fosse se inscrever para servir, mas fazer parte de um pequeno grupo?

Em Marcos 3:14, encontramos uma bela estratégia de Jesus para formar discípulos: Ele escolheu os Doze “para que estivessem com ele e os enviasse a pregar” (NVI). Observe a ordem. Primeiro, eles foram chamados para estar com Jesus. Depois, foram enviados para servir.

Pertencer veio antes de fazer. Relacionamento veio antes de responsabilidade. Encontro veio antes de missão.

Jesus convidou seus discípulos a compartilhar a vida com Ele. Eles caminhavam juntos, aprendiam juntos, faziam perguntas, testemunhavam sua compaixão e cresciam por meio dos encontros cotidianos com Ele. A missão deles nasceu do relacionamento com Jesus e da vida que compartilhavam como seus seguidores.

Certamente, a transformação exige encontro, e não há possibilidade de encontro sem verdadeira intencionalidade.

Esse princípio continua sendo essencial hoje, especialmente no ministério de pequenos grupos. Eles não são apenas mais uma atividade no calendário da igreja. São um ambiente fundamental onde as pessoas constroem relacionamentos, descobrem a Palavra de Deus, recebem cuidado pastoral, crescem como discípulos e aprendem a servir umas às outras. Antes de serem enviadas para o ministério, elas precisam de um lugar onde sejam conhecidas, amadas e discipuladas.

Em uma igreja estruturada a partir de pequenos grupos, integração significa muito mais do que frequentar um culto ou ocupar uma função voluntária. Significa tornar-se parte de uma comunidade onde a fé cresce e o discipulado se torna um estilo de vida. É nessa comunidade que as pessoas descobrem seus dons, desenvolvem confiança, identificam oportunidades para servir e abraçam a missão de Jesus.

Isso não significa que as pessoas precisam estar plenamente maduras antes de começar a servir. O próprio pequeno grupo é um lugar para começar a servir e crescer. A questão é que o serviço deve nascer do pertencimento, e não substituí-lo.

Então, quando alguém entra pela porta da sua igreja, qual é o primeiro passo que você o convida a dar? Você está apenas recrutando voluntários ou ajudando pessoas a fazer parte de uma comunidade que forma discípulos?

Ajude as pessoas a pertencer antes de enviá-las. Forme discípulos em comunidade e, então, envie-os para servir. É assim que a igreja cresce não apenas em atividades, mas em vidas transformadas e discípulos que se multiplicam.

Spanish blog:

Antes de que sirvan, ayúdalos a sentirse parte de algo.
Por Timo Barbosa, pastor de la Iglesia Miller Memorial – Johnstown, Ohio

¿Y si el primer paso para iniciarse en el ministerio de su iglesia no fuera inscribirse para servir, sino unirse a un grupo pequeño?

En Marcos 3:14, descubrimos el enfoque intencional de Jesús para formar discípulos: designó a los Doce “para que estuvieran con él y para que él los enviara” (NVI). Nótese el orden. Primero, fueron llamados a estar con Jesús. Luego, fueron enviados a servir.

Este modelo ofrece un principio poderoso para toda iglesia basada en grupos pequeños: pertenecer antes de servir.

Jesús invitó a sus discípulos a compartir una vida juntos. Caminaron juntos, aprendieron juntos, se hicieron preguntas, fueron testigos de su compasión y crecieron a través de sus encuentros cotidianos con Él. Su misión surgió de su relación con Jesús y de su vida en común como sus seguidores.

Sin duda, la transformación requiere encuentro, y no hay posibilidad de encuentro sin una verdadera intencionalidad.

Por eso los grupos pequeños son importantes. No son simplemente otro programa en el itinerario de la iglesia. Son un entorno fundamental donde las personas forjan relaciones, descubren la Palabra de Dios, reciben atención pastoral, crecen como discípulos y aprenden a servirse mutuamente. Antes de ser enviados al ministerio, necesitan un lugar donde se sientan conocidos, amados y discipulados.

En una iglesia de grupos pequeños, la integración va más allá de asistir a un servicio dominical o participar como voluntario. Significa formar parte de una comunidad donde la fe crece y el discipulado se convierte en una forma de vida. En esa comunidad, las personas descubren sus dones, fortalecen su confianza, identifican oportunidades para servir y abrazan la misión de Jesús.

Esto no significa que las personas deban ser completamente maduras antes de servir. El grupo pequeño en sí es un lugar para comenzar a servir y crecer. La clave es que el servicio surja del sentido de pertenencia, no que lo reemplace.

Entonces, cuando alguien entra por las puertas de tu iglesia, ¿cuál es el primer paso que le invitas a dar? ¿Simplemente estás reclutando voluntarios o estás ayudando a las personas a formar parte de una comunidad de discipulado?

Ayuda a las personas a sentirse parte de la comunidad antes de enviarlas a servir. Forma discípulos en comunidad y luego envíalos a servir. Así es como una iglesia crece, no solo en actividad, sino también en vidas transformadas y en la multiplicación de discípulos.

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Build the Bridge

by Steve Cordle, Executive Director, The River Network International (trni.org)

From time to time I ask congregations, “Raise your hand if you came to Christ through the influence or witness of a friend or family member.” Nearly 90% of the hands go up.

This shows that, most of the time, the gospel travels across relational bridges.

And the impact of relationship continues in our discipleship journeys. People we know and spend time with shape us as disciples. Without relationship, there is no discipleship. We can teach from afar, but we influence from up close. That is why Jesus called his disciples to follow him, so that “they might be with him.” (Mark 3:14)

Relationship is key to life in Christ. So, it is easy to understand why Jesus said, “Love your neighbor as yourself” is the second-greatest commandment.

Helping people feel like they belong in our cell groups may come before they begin to believe the gospel. When they sense our love, it is easier to sense the love of the God they cannot see. Showing love and incorporating people into our community builds the bridge they can cross into life in Christ.

Build the bridge before you want to use it.

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Portuguese blog:

Construa a Ponte
por Steve Cordle, Diretor Executivo da The River Network International (trni.org)

De tempos em tempos, pergunto às congregações: “Levantem a mão se vocês vieram a Cristo por meio da influência ou do testemunho de um amigo ou familiar”. Quase 90% das mãos se levantam.

Isso mostra que, na maioria das vezes, o evangelho percorre pontes relacionais.

E o impacto dos relacionamentos continua em nossa jornada de discipulado. Somos moldados como discípulos pela influência das pessoas que conhecemos e com quem convivemos. Sem relacionamento, não há discipulado. Podemos ensinar à distância, mas exercemos influência na proximidade. Foi por isso que Jesus chamou seus discípulos para segui-lo: para que “estivessem com ele” (Marcos 3:14).

O relacionamento é fundamental para a vida em Cristo. Por isso, é fácil entender por que Jesus disse que “amar o próximo como a si mesmo” é o segundo maior mandamento.

Ajudar as pessoas a se sentirem parte de nossos grupos de célula pode preceder o momento em que elas começam a crer no evangelho. Quando elas percebem o nosso amor, torna-se mais fácil perceber o amor do Deus que não podem ver. Demonstrar amor e integrar pessoas à nossa comunidade constrói a ponte que elas podem atravessar rumo à vida em Cristo.

Construa a ponte antes de precisar usá-la.

Spanish blog:

Construye el puente

Por Steve Cordle, Director Ejecutivo de The River Network International ( trni.org )

De vez en cuando pregunto a los feligreses: “Levanten la mano si llegaron a Cristo por la influencia o el testimonio de un amigo o familiar”. Casi el 90% de las manos se levantan.

Esto demuestra que, la mayoría de las veces, el evangelio viaja a través de puentes relacionales .

Y el impacto de las relaciones continúa en nuestro camino de discipulado. Nos formamos como discípulos por la influencia de las personas que conocemos y con las que compartimos tiempo. Sin relaciones, no hay discipulado . Podemos enseñar desde lejos, pero influimos desde cerca. Por eso Jesús llamó a sus discípulos a seguirlo, para que estuvieran con él (Marcos 3:14).

La relación con los demás es fundamental en la vida en Cristo. Por eso, es fácil entender por qué Jesús dijo que “Amarás a tu prójimo como a ti mismo” es el segundo mandamiento más importante.

Ayudar a las personas a sentirse parte de nuestros grupos pequeños puede ser un paso previo a que comiencen a creer en el evangelio. Cuando perciben nuestro amor, les resulta más fácil sentir el amor de Dios que no pueden ver. Mostrar amor e integrar a las personas en nuestra comunidad construye el puente que pueden cruzar hacia la vida en Cristo.

Construye el puente antes de querer usarlo.

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The Issue of Integration

By Rob Campbell, Executive Director, Africa Renewal Ministries (www.africarenewal.org)

Why holistic small groups form the soil where discipleship, pastoral care, and spiritual gifts grow.

In the early days of the cell movement, some leaders assumed the goal was to eliminate specialized ministries altogether, leaving only cell and celebration. The logic seemed clean: strip away the programs, and the church would finally be free to focus on what matters. Research across cell churches worldwide revealed the opposite. Healthy cell churches often have vibrant ministries, including children’s work, worship, greeters, grief care, and more. The early church modeled this rhythm from the beginning: “Every day they continued to meet together in the temple courts. They broke bread in their homes and ate together with glad and sincere hearts” (Acts 2:46). Large and small gatherings were never rivals. Both belonged to a single, living body.

The goal was never to shrink ministry. It was to ensure ministry flows from the small group rather than competes with it. When the small group is the base, a worship leader is not recruited from a sign-up sheet but discovered in a living room where faith is practiced weekly. A children’s ministry volunteer is not filling a slot but extending the care already learned among a few families. Paul describes leaders who exist “to equip his people for works of service, so that the body of Christ may be built up” (Ephesians 4:12). Equipping happens best where people are known. Peter adds, “Each of you should use whatever gift you have received to serve others” (1 Peter 4:10). Gifts surface in community long before they ever appear on a stage.

Jesus spoke of seed that fell on good soil and produced “a crop—some thirty, some sixty, some a hundred times what was sown” (Mark 4:20). Holistic small groups are that soil. Discipleship takes root in honest conversation and shared prayer. Pastoral care arises naturally when ten people notice who is missing and who is hurting. Spiritual gifts are named, tested, and released. From there, ministry grows outward into every corner of church life, held together as “the whole body, supported and held together by its ligaments and sinews, grows as God causes it to grow” (Colossians 2:19). Healthy small groups do not replace ministry. They feed, sustain, and send it.

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Portuguese blog:

A Questão da Integração
por Rob Campbell, Diretor Executivo da Africa Renewal Ministries (www.africarenewal.org)

Por que pequenos grupos holísticos constituem o solo onde o discipulado, o cuidado pastoral e os dons espirituais florescem.

Nos primórdios do movimento de células, alguns líderes presumiam que o objetivo era eliminar completamente os ministérios especializados, restando apenas a célula e a celebração. A lógica parecia simples: eliminar os programas e a igreja estaria finalmente livre para focar no que realmente importa. Pesquisas realizadas em igrejas em células ao redor do mundo revelaram o oposto. Igrejas saudáveis baseadas em células frequentemente possuem ministérios vibrantes, incluindo trabalho com crianças, louvor, equipes de acolhimento, apoio ao luto e muito mais. A igreja primitiva exemplificou esse ritmo desde o início: “Todos os dias, continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão em suas casas e comiam juntos, com alegria e sinceridade de coração” (Atos 2:46). Reuniões grandes e pequenas nunca foram rivais; ambas pertenciam a um único corpo vivo.

O objetivo nunca foi reduzir o ministério, mas garantir que ele fluísse a partir do pequeno grupo, em vez de competir com ele. Quando o pequeno grupo é a base, um líder de louvor não é recrutado por meio de uma lista de inscrição, mas descoberto em uma sala de estar onde a fé é praticada semanalmente. Um voluntário do ministério infantil não está apenas preenchendo uma vaga, mas estendendo o cuidado que já aprendeu a exercer entre algumas famílias. Paulo descreve líderes que existem “para capacitar o seu povo para as obras do ministério, a fim de que o corpo de Cristo seja edificado” (Efésios 4:12). A capacitação ocorre melhor onde as pessoas são conhecidas. Pedro acrescenta: “Cada um de vocês deve usar o dom que recebeu para servir aos outros” (1 Pedro 4:10). Os dons emergem na comunidade muito antes de aparecerem em um palco.

Jesus falou sobre a semente que caiu em boa terra e produziu “uma colheita — trinta, sessenta e até cem vezes mais do que foi semeado” (Marcos 4:20). Pequenos grupos holísticos são esse solo. O discipulado cria raízes em conversas sinceras e orações compartilhadas. O cuidado pastoral surge naturalmente quando dez pessoas percebem quem está ausente e quem está sofrendo. Os dons espirituais são identificados, testados e liberados. A partir daí, o ministério se expande para todos os âmbitos da vida da igreja, mantendo-se unido como “todo o corpo, sustentado e unido por seus ligamentos e tendões, cresce conforme Deus o faz crescer” (Colossenses 2:19). Pequenos grupos saudáveis não substituem o ministério; eles o alimentam, o sustentam e o impulsionam.

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Pertenecer antes que servir

Por Rob Campbell, Director Ejecutivo de Africa Renewal Ministries ( www.africarenewal.org )

Antes de enviar a los Doce a ningún lugar, Jesús los llamó consigo. Marcos registra el orden con precisión: los designó “para que estuvieran con él y para enviarlos a predicar” (Marcos 3:14). La presencia fue lo primero; la misión surgió de ella. Los discípulos caminaron con él por los caminos, comieron en su mesa, lo vieron orar y asimilaron su manera de ver a las personas mucho antes de llevar su mensaje a las aldeas. Este ejemplo dio fruto. Cuando los líderes religiosos de Jerusalén vieron la valentía de Pedro y Juan, pescadores sin instrucción, “reconocieron que habían estado con Jesús” (Hechos 4:13). El servicio duradero nace de una verdadera pertenencia. Una rama da fruto sólo porque permanece unida a la vid (Juan 15:5), y ninguna actividad puede sustituir esa conexión.

Ese mismo patrón sigue dando forma a un discipulado saludable hoy en día. El primer paso para servir en la iglesia es la participación fiel en un grupo pequeño. Eso es integración: ser conocido, apoyado, corregido y animado dentro de una comunidad de creyentes. La iglesia primitiva lo modeló desde el principio, dedicándose a “la doctrina de los apóstoles, a la comunión, al partimiento del pan y a las oraciones” (Hechos 2:42). Hebreos exhorta a los creyentes a «considerarse unos a otros para estimularse al amor y a las buenas obras”, y a no dejar de congregarse (Hebreos 10:24-25). Nótese de nuevo la secuencia: el amor y las buenas obras fluyen de la vida compartida. Un grupo pequeño es donde la fe se practica en comunidad antes de ser desplegada en el ministerio. Quienes primero aprenden a pertenecer sirven con raíces más profundas, una alegría más constante y la sensación de ser enviados en lugar de simplemente asignados.

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Ministries or Programs? Finding Peace in the Cell Church

By Joel Comiskey, Making Cell Groups Work

Years ago, on an email forum called cellchurchtalk, my friend Rick Diefenderfer declared with godly fervor that a pure cell church has no programs. None, nada, nothing. No choir, no Sunday school, no new believer’s class, not even an equipping track.

I admired his passion. Rick understood something vital: anything that competes with the cells will slowly drain their life.

Still, I found myself wondering. Must we cut out everything? Or can ministries live peacefully alongside the cells?

The answer begins with a word. Ministry comes from the Greek diakonia, the root of our word “deacon.” It speaks of humble service to others. A program, on the other hand, tends to take on a life of its own and exists mainly to keep itself going. Ministries serve and strengthen both cell and celebration. Programs pull attention away from cell life and compete for people’s time.

As I’ve visited growing cell churches around the world, I’ve noticed that they all have ministries: worship, teaching in the equipping track, missions, and social outreach. These ministries don’t compete with the cells. They strengthen both wings of the church.

So the real question isn’t whether ministries are allowed. It’s whether we will keep them from turning into programs. I believe the key word is integration.

I see four ways churches approach it:

  1. Non-integration. Cells are just one option among many programs. Some people attend a cell, and others serve elsewhere. No one tries to connect the two.
  2. Faulty integration. Every group is called a cell, whether it’s the choir, the board, or the Sunday school class. The motive is noble, but the definition is wrong. People believe they’ve experienced cell life when they’ve only experienced a programmatic small group.
  3. Cell member integration. Everyone must faithfully attend a cell before serving in another ministry. Works and Mission Baptist Church in Ivory Coast follows this model, as does Love Alive Church in Honduras.
  4. Cell leader integration. Those serving in official ministries are either leading a cell or preparing to lead one through the equipping track. The International Charismatic Mission in Bogotá practices this model.

Most cell churches choose the third option, although a few practice the fourth. Cell member integration keeps the cell at the heart of church life while giving people room to serve according to their gifts. It is also the option I often recommend to churches just beginning their transition. Cell leader integration raises the bar even higher by inviting everyone to see cell leadership as the natural fruit of a maturing disciple.

I encourage you to keep three things in mind. First, the integration decision must come from the top leadership, bathed in prayer. Second, if you’re transitioning, don’t require full integration on day one. Start with a prototype cell, multiply it, and build from there. Third, don’t add ministries just to look like the church down the street.

Add only what serves the cells and the celebration. When you do, ministries and cells won’t compete. They will work together to build up the body of Christ.

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Portuguese blog:

Ministérios ou Programas? Encontrando Harmonia na Igreja em Células
por Joel Comiskey, Fazer Discípulos na Igreja do Século 21

Anos atrás, em um fórum de discussão por e-mail chamado cellchurchtalk, meu amigo Rick Diefenderfer declarou, com fervor piedoso, que uma igreja em células genuína não possui programas. Nenhum, nada, absolutamente nada. Sem coral, sem escola dominical, sem classe para novos convertidos, nem mesmo uma trilha de capacitação.

Eu admirava a paixão dele. Rick compreendia algo vital: qualquer coisa que compita com as células drenará lentamente a vida delas.

Ainda assim, eu me questionava. Precisamos eliminar tudo? Ou será que os ministérios podem coexistir pacificamente com as células?

A resposta começa com uma palavra. Ministériovem do grego diakonia, a raiz da nossa palavra “diácono”. Refere-se ao serviço humilde aos outros. Um programa, por outro lado, tende a ganhar vida própria e existe principalmente para manter a si mesmo em funcionamento. Ministérios servem e fortalecem tanto a célula quanto a celebração. Programas desviam a atenção da vida em célula e competem pelo tempo das pessoas.

Ao visitar igrejas em células em crescimento ao redor do mundo, notei que todas elas possuem ministérios: adoração, ensino na trilha de capacitação, missões e ação social. Esses ministérios não competem com as células; eles fortalecem ambas as vertentes da igreja.

Portanto, a verdadeira questão não é se os ministérios são permitidos, mas sim se conseguiremos evitar que se transformem em programas. Acredito que a palavra-chave seja integração.

Vejo quatro maneiras pelas quais as igrejas abordam isso:

  • Ausência de integração. As células são apenas uma opção entre muitos programas. Algumas pessoas participam de uma célula, enquanto outras servem em outras áreas. Ninguém tenta conectar as duas coisas.
  • Integração equivocada. Todo grupo é chamado de célula, seja o coral, a diretoria ou a turma da escola dominical. A intenção é nobre, mas a definição está errada. As pessoas acreditam ter vivenciado a vida em célula quando, na verdade, participaram apenas de um pequeno grupo programático.
  • Integração baseada na participação na célula. Todos devem frequentar fielmente uma célula antes de servir em outro ministério. A Igreja Batista Obra e Missão, na Costa do Marfim, segue esse modelo, assim como a Igreja Amor Vivo, em Honduras. 
  • Integração de líderes de célula. Aqueles que servem em ministérios oficiais estão liderando uma célula ou preparando-se para liderar uma por meio da trilha de capacitação. A Missão Carismática Internacional, em Bogotá, adota esse modelo.

A maioria das igrejas em células opta pela terceira alternativa, embora algumas pratiquem a quarta. A integração dos membros das células mantém a célula no coração da vida da igreja, ao mesmo tempo que oferece espaço para que as pessoas sirvam de acordo com seus dons. É também a opção que costumo recomendar a igrejas que estão iniciando sua transição. A integração de líderes de célula eleva ainda mais o padrão, convidando todos a encarar a liderança de células como o fruto natural de um discípulo em amadurecimento.

Incentivo você a ter três coisas em mente. Primeiro, a decisão sobre a integração deve partir da liderança principal, em um clima de oração. Segundo, se você está passando por uma transição, não exija integração total logo de início. Comece com uma célula-piloto, multiplique-a e desenvolva o processo a partir daí. Terceiro, não acrescente ministérios apenas para se parecer com a igreja da vizinhança.

Adicione apenas o que sirva às células e à celebração. Ao fazer isso, ministérios e células não competirão entre si; eles trabalharão juntos para edificar o corpo de Cristo.

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¿Ministerios o programas? Encontrando la paz en la iglesia celular.

Por Joel Comiskey, Cómo hacer funcionar los grupos celulares

Hace años, en un foro de correo electrónico llamado cellchurchtalk , mi amigo Rick Diefenderfer declaró con fervor piadoso que una iglesia celular pura no tiene programas. Ninguno, nada de nada. Ni coro, ni escuela dominical, ni clase para nuevos creyentes, ni siquiera un programa de capacitación.

Admiraba su pasión. Rick comprendía algo vital: cualquier cosa que compita con las células les agotará la vida poco a poco.

Aun así, me preguntaba: ¿Debemos eliminarlo todo? ¿O pueden los ministerios coexistir pacíficamente con las células?

La respuesta comienza con una palabra. Ministerio proviene del griego diakonia , raíz de nuestra palabra “diácono”. Habla de un servicio humilde a los demás. Un programa , en cambio, tiende a adquirir vida propia y existe principalmente para mantenerse. Los ministerios sirven y fortalecen tanto a la célula como a la celebración. Los programas desvían la atención de la vida de la célula y compiten por el tiempo de las personas.

Al visitar iglesias celulares en crecimiento alrededor del mundo, he notado que todas tienen ministerios: alabanza, enseñanza para la capacitación, misiones y servicio social. Estos ministerios no compiten con las células, sino que fortalecen ambas áreas de la iglesia.

Así pues, la verdadera cuestión no es si se permiten los ministerios, sino si evitaremos que se conviertan en programas. Creo que la palabra clave es integración .

Veo cuatro maneras en que las iglesias abordan este tema:

1. No integración. Las células son solo una opción entre muchos programas. Algunas personas asisten a una célula y otras prestan servicio en otros lugares. Nadie intenta conectar ambas actividades.

2. Integración deficiente. A cada grupo se le llama célula, ya sea el coro, la junta directiva o la clase de catecismo. La intención es noble, pero la definición es errónea. La gente cree haber experimentado la vida en una célula cuando solo ha participado en un grupo pequeño con un programa específico.

3. Integración de los miembros de la célula. Todos deben asistir fielmente a una célula antes de servir en otro ministerio. La Iglesia Bautista Obras y Misiones en Costa de Marfil sigue este modelo, al igual que la Iglesia Amor Vivo en Honduras.

4.Integración de líderes de células. Quienes sirven en ministerios oficiales lideran una célula o se preparan para liderarla a través del programa de capacitación. La Misión Carismática Internacional en Bogotá practica este modelo.

La mayoría de las iglesias celulares optan por la tercera opción, aunque algunas practican la cuarta. La integración de los miembros de la célula mantiene a la célula en el centro de la vida de la iglesia, a la vez que brinda a las personas la oportunidad de servir según sus dones. También es la opción que suelo recomendar a las iglesias que recién comienzan su transición. La integración del líder de célula eleva aún más el nivel al invitar a todos a ver el liderazgo de célula como el fruto natural de un discípulo maduro.

Les animo a tener en cuenta tres cosas. Primero, la decisión de integración debe provenir del liderazgo superior, tras un periodo de oración. Segundo, si están en transición, no exijan una integración completa desde el primer día. Comiencen con una célula prototipo, multiplíquenla y desarrollen a partir de ahí. Tercero, no añadan ministerios solo para parecerse a la iglesia de la calle de al lado.

Añade solo lo que sea útil para las células y la celebración. De esta manera, los ministerios y las células no competirán entre sí, sino que trabajarán juntos para edificar el cuerpo de Cristo.

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