Ideas drawn from Ralph Neighbour's The Shepherd's Guidebook An old hymn still gets sung in some churches: “Onward, Christian Soldiers, Marching As to War. ” A newer generation put the same conviction to a different tune: “God's got an army, ...
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Building an Army of Ordinary Saints (Español Abajo)

Ideas drawn from Ralph Neighbour’s The Shepherd’s Guidebook

An old hymn still gets sung in some churches: “Onward, Christian Soldiers, Marching As to War.” A newer generation put the same conviction to a different tune: “God’s got an army, marching through the land.” Different melodies, same claim — that following Jesus is not a spectator sport. If we take that claim seriously, a Cell Church must be more than a gathering of friendly small groups. It has to function like a task force, sent out to storm the gates of hell and pull broken lives out of the enemy’s grip.

That’s the vision every Cell holds together: a group of seven or eight people who expect to grow to fourteen or fifteen — not by import, but by every member reaching out. In a Cell Church, there’s no such thing as a spectator. Every person is a minister, which means face-to-face contact with people who don’t yet know Christ. New believers and transfers alike have to be shaped for that kind of life from day one.

Why Basic Training Matters

No army sends recruits straight into combat. They go through basic training first — bodies conditioned, minds disciplined, skills drilled until they’re instinct. Veterans teach the newcomers, and when the fighting starts, soldiers can trust each other because they’ve all been through the same preparation.

The same has to be true spiritually. Before Cell members are placed into ministry, they need real training — not a pamphlet, but a process. And that process only works if it flows out of a clear strategy: reaching people who don’t yet know Jesus, through the hands of ordinary members, not a professional few. Every course, every module, every lesson should serve that one aim. The goal isn’t to produce disciples who attend — it’s to produce disciples who multiply.

Because a Cell Church is training people to live out God’s kingdom in daily life, that training has to connect Scripture to the ordinary stuff of Monday through Saturday. And it has to be consistent—the same foundation for everyone —so that when the pressure of ministry hits, no one is standing on ground the others haven’t stood on too.

Ministry Is Caught, Not Taught

Here’s the catch, though: no curriculum, however good, can hand someone a heart for the lost, courage to stand against spiritual opposition, or an ear tuned to God’s voice. Those things aren’t transferred through a workbook. They’re caught — watched, absorbed, imitated — inside the life of a Cell. That’s why the group itself, not the material, remains the real engine of spiritual growth.

Which means leaders have to watch their tone as much as their content. A “Year of Equipping” can easily start to feel like a classroom, complete with the guilt that comes from unfinished homework. That guilt never produces zeal. Zeal comes from a leader who affirms people and shows them, in the flesh, what ministry actually looks like—not just assigns it.

What Comes After the First Year

For those who finish that first year, the training doesn’t stop — it deepens. Equipping stations offer advanced study in Bible, theology, and counseling for those ready to go further.

But it’s the first year that leaves the deepest mark. A leader’s personal visit, the assignment of a sponsor, the simple fact that someone cared enough to walk alongside a new member — these are what communicate, more than any syllabus could, that joining this group means being prepared for a purpose. Surrounded by others who’ve already made the journey, a new believer finds not just information, but a path to follow.

Do that well, across enough Cells, and you don’t just get better-trained individuals. You get a mighty army — ordinary people, thoroughly prepared, doing the work no professional class was ever meant to do alone.

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Portuguese blog:

Formando um Exército de Santos Comuns

Ideias extraídas de The Shepherd’s Guidebook , escrito por Ralph Neighbour

Um antigo hino ainda é cantado em algumas igrejas: “Marchai, soldados de Cristo Jesus,

Marchai, marchai e enfrentai; O inimigo do bem e da luz; Soldados, avançai!” (Harpa Cristã No. 9) Uma geração mais nova expressou a mesma convicção em outra melodia: “Pelo Senhor, marchamos sim!” Melodias diferentes, mas a mesma afirmação: seguir a Jesus não é uma atividade para espectadores. Se levarmos essa afirmação a sério, uma igreja em células precisa ser mais do que um conjunto de pequenos grupos acolhedores. Ela deve funcionar como uma força-tarefa enviada para invadir as portas do inferno e resgatar vidas quebrantadas das garras do inimigo.

Essa é a visão que cada célula abraça: um grupo de sete ou oito pessoas que espera crescer para catorze ou quinze, não pela simples transferência de pessoas de outros grupos, mas por meio do alcance de cada membro. Em uma igreja em células, não existe espectador. Cada pessoa é um ministro, o que significa manter contato pessoal com pessoas que ainda não conhecem a Cristo. Tanto os novos convertidos quanto aqueles que chegam de outras igrejas precisam ser formados para esse tipo de vida desde o primeiro dia.

Por que o treinamento básico é importante

Nenhum exército envia seus recrutas diretamente para o combate. Primeiro, eles passam pelo treinamento básico: seus corpos são condicionados, suas mentes são disciplinadas e suas habilidades são exercitadas até se tornarem naturais. Os veteranos ensinam os recém-chegados e, quando a batalha começa, os soldados podem confiar uns nos outros porque todos passaram pela mesma preparação.

O mesmo precisa acontecer no âmbito espiritual. Antes de serem inseridos no ministério, os membros das células precisam de um treinamento verdadeiro, não apenas de uma apostila, mas de um processo. E esse processo só funciona quando flui de uma estratégia clara: alcançar pessoas que ainda não conhecem a Jesus por meio de membros comuns, e não apenas de um pequeno grupo de profissionais. Cada curso, cada módulo e cada lição devem servir a esse único objetivo. A meta não é produzir discípulos que apenas frequentem as reuniões, mas discípulos que se multipliquem.

Como uma igreja em células treina pessoas para viverem o Reino de Deus no dia a dia, esse treinamento precisa relacionar as Escrituras às situações comuns da vida, de segunda-feira a sábado. Ele também precisa ser consistente, tendo a mesma base para todos, para que, quando chegarem as pressões do ministério, ninguém esteja apoiado em um terreno que os demais ainda não conhecem.

O ministério é assimilado, não apenas ensinado

Há, porém, um ponto importante: nenhum currículo, por melhor que seja, pode transmitir a alguém um coração que anseia pelas pessoas perdidas, a coragem para resistir à oposição espiritual ou um ouvido atento à voz de Deus. Essas coisas não são transferidas por meio de uma apostila. Elas são assimiladas, observadas, absorvidas e imitadas, dentro da vida de uma célula. É por isso que o próprio grupo, e não o material, continua sendo o verdadeiro motor do crescimento espiritual.

Isso significa que os líderes precisam observar seu tom tanto quanto o conteúdo que ensinam. Um “Ano de Capacitação” pode facilmente começar a parecer uma sala de aula, acompanhado do sentimento de culpa causado pelas tarefas não concluídas. A culpa nunca produz entusiasmo. O entusiasmo nasce de um líder que encoraja as pessoas e lhes mostra, por meio do próprio exemplo, como o ministério realmente funciona, em vez de simplesmente atribuir tarefas a elas.

O que vem depois do primeiro ano

Para aqueles que concluem o primeiro ano, o treinamento não termina, ele se aprofunda. As estações de capacitação oferecem estudos avançados de Bíblia, teologia e aconselhamento para aqueles que estão prontos para prosseguir.

Mas é o primeiro ano que deixa a marca mais profunda. A visita pessoal de um líder, a designação de um discipulador e o simples fato de alguém ter se importado o suficiente para caminhar ao lado de um novo membro comunicam, mais do que qualquer programa de estudos poderia fazê-lo, que fazer parte desse grupo significa ser preparado para um propósito. Cercado por outras pessoas que já percorreram esse caminho, o novo convertido encontra não apenas informação, mas uma direção a seguir.

Faça isso bem em um número suficiente de células e você não terá apenas indivíduos mais bem treinados. Terá um exército poderoso, com pessoas comuns, completamente preparadas, realizando o trabalho que nunca deveria ser deixado apenas nas mãos de uma classe profissional.

Spanish blog:

Construyendo un ejército de santos comunes y corrientes

Ideas extraídas de *The Shepherd’s Guidebook* (La guía del pastor), de Ralph Neighbour

En algunas iglesias todavía se canta un viejo himno: “Adelante, soldados cristianos, marchando como a la guerra”. Una generación más joven expresó la misma convicción con una melodía diferente: “Dios tiene un ejército que marcha por toda la tierra”. Diferentes melodías, el mismo mensaje: que seguir a Jesús no es un deporte para espectadores. Si tomamos en serio esa afirmación, una iglesia celular debe ser más que una reunión de pequeños grupos amistosos. Tiene que funcionar como un grupo de trabajo, enviado a asaltar las puertas del infierno y a rescatar vidas quebrantadas de las garras del enemigo.

Esa es la visión que une a cada célula: un grupo de siete u ocho personas que esperan crecer hasta catorce o quince; no por importación, sino porque cada miembro se acerca a otros. En una iglesia celular, no existen los espectadores. Cada persona es un ministro, lo que significa contacto cara a cara con personas que aún no conocen a Cristo. Tanto los nuevos creyentes como los que se incorporan deben ser preparados para ese tipo de vida desde el primer día.

Por qué es importante el entrenamiento básico

Ningún ejército envía a los reclutas directamente al combate. Primero pasan por un entrenamiento básico: se acondiciona el cuerpo, se disciplina la mente y se practican las habilidades hasta que se convierten en instinto. Los veteranos enseñan a los recién llegados, y cuando comienza la batalla, los soldados pueden confiar unos en otros porque todos han pasado por la misma preparación.

Lo mismo debe aplicarse en el ámbito espiritual. Antes de que los miembros de las células sean asignados al ministerio, necesitan un entrenamiento real; no un folleto, sino un proceso. Y ese proceso solo funciona si surge de una estrategia clara: alcanzar a las personas que aún no conocen a Jesús, a través de las manos de miembros comunes y corrientes, no de unos pocos profesionales. Cada curso, cada módulo, cada lección debe servir a ese único objetivo. La meta no es producir discípulos que asistan, sino producir discípulos que se multipliquen.

Dado que una iglesia celular está capacitando a las personas para vivir el reino de Dios en la vida cotidiana, esa capacitación debe conectar las Escrituras con las cosas cotidianas de lunes a sábado. Y debe ser consistente, el mismo fundamento para todos, para que, cuando llegue la presión del ministerio, nadie se encuentre en terreno que los demás no hayan pisado también.

El ministerio se aprende con el ejemplo, no se enseña

Sin embargo, aquí está el problema: ningún plan de estudios, por muy bueno que sea, puede darle a alguien un corazón por los perdidos, el valor para enfrentar la oposición espiritual o un oído atento a la voz de Dios. Esas cosas no se transmiten a través de un libro de ejercicios. Se aprenden al observarlas, absorberlas e imitarlas, dentro de la vida de una célula. Por eso el grupo en sí, y no el material, sigue siendo el verdadero motor del crecimiento espiritual.

Lo cual significa que los líderes deben cuidar tanto su tono como su contenido. Un “Año de Capacitación” puede fácilmente empezar a parecer un salón de clases, con toda la culpa que conlleva no haber terminado la tarea. Esa culpa nunca genera celo. El celo proviene de un líder que anima a las personas y les muestra, en la práctica, cómo es realmente el ministerio. no solo se lo asigna.

Lo que viene después del primer año

Para quienes completan ese primer año, la capacitación no se detiene, sino que se profundiza. Las estaciones de capacitación ofrecen estudios avanzados en la Biblia, teología y consejería para quienes están listos para ir más allá.

Pero es el primer año el que deja la huella más profunda. La visita personal de un líder, la asignación de un patrocinador, el simple hecho de que alguien se preocupara lo suficiente como para acompañar a un nuevo miembro: eso es lo que transmite, más que cualquier programa de estudios, que unirse a este grupo significa estar preparado para un propósito. Rodeado de otros que ya han recorrido el camino, un nuevo creyente encuentra no solo información, sino un camino a seguir.

Si se hace bien, en suficientes Células, no solo se obtienen personas mejor capacitadas. Se obtiene un ejército poderoso: gente común, completamente preparada, que realiza la labor que ninguna clase profesional fue concebida para hacer por sí sola.

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What Comes After Training? Are You Ready to Make Disciple-Makers?

by Timo Barbosa, pastor at Miller Memorial Church – Johnstown, OH

Graduating from a training process is not the finish line. In a small-group-oriented church, it should mark the beginning of a new responsibility. The trained person is now prepared to take the next step: become a small group leader and make disciples.

But there is an important distinction. A leader’s ultimate goal is not simply to make disciples. The goal is to make disciple-makers. Jesus did not invest in His disciples merely so they could follow Him personally. He prepared them to carry His mission forward and equip others to do the same. Leadership becomes multiplication when what God has developed in us begins to develop others.

Leadership can be summarized in two powerful words: influence and responsibility. Influence means helping people take their next step toward Jesus. Responsibility means accepting the privilege and accountability of caring for those God has entrusted to us. A small group leader therefore does more than facilitate a meeting. The leader creates an environment where disciples grow, apprentices emerge, and future leaders are identified and developed.

This emphasis is consistent with the cell church vision articulated by Ralph Neighbour, who repeatedly emphasized that the cell exists as an environment for making disciples and developing leaders rather than simply gathering Christians. His approach consistently connected healthy cell ministry with multiplication and the raising of new leaders.

So what comes after training? Mission.

The graduate becomes a servant. The servant becomes a leader. The leader becomes a developer of others. And eventually, the disciple-maker releases another disciple-maker.

That is the end game: multiplication.

Don’t measure your leadership only by how many people you lead. Ask a harder question: Who are you preparing to lead after you? The healthiest leaders are not those who build a group around themselves, but those who continually prepare others to carry the mission forward.

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Portuguese blog:

O Que Vem Depois do Treinamento? Você Está Pronto para Formar Fazedores de Discípulos?

por Timo Barbosa, pastor na Miller Memorial Church, Johnstown, OH

Concluir um processo de treinamento não é a linha de chegada. Em uma igreja orientada por pequenos grupos, deveria ser o começo de uma nova responsabilidade. A pessoa que foi treinada agora está preparada para dar o próximo passo: tornar-se líder de um pequeno grupo e fazer discípulos.

Mas existe uma distinção importante. O objetivo final de um líder não é simplesmente fazer discípulos. O objetivo é formar fazedores de discípulos. Jesus não investiu em Seus discípulos apenas para que O seguissem pessoalmente. Ele os preparou para levar Sua missão adiante e capacitar outras pessoas a fazer o mesmo. A liderança se torna multiplicadora quando aquilo que Deus desenvolveu em nós começa a ser desenvolvido em outras pessoas.

A liderança pode ser resumida em duas palavras poderosas: influência e responsabilidade. Influência significa ajudar pessoas a darem o próximo passo em direção a Jesus. Responsabilidade significa aceitar o privilégio e a prestação de contas de cuidar daqueles que Deus confiou a nós. Por isso, um líder de pequeno grupo faz muito mais do que conduzir uma reunião. Ele cria um ambiente onde discípulos crescem, aprendizes surgem e futuros líderes são identificados e desenvolvidos.

Essa ênfase está alinhada com a visão de igreja em células articulada por Ralph Neighbour, que enfatizou repetidamente que a célula existe como um ambiente para fazer discípulos e desenvolver líderes, e não simplesmente para reunir cristãos. Sua abordagem sempre conectou uma célula saudável à multiplicação e ao desenvolvimento de novos líderes.

Então, o que vem depois do treinamento? Missão.

O graduado torna-se um servo. O servo torna-se um líder. O líder torna-se alguém que desenvolve outros. E, finalmente, o discípulo que faz discípulos libera outro fazedor de discípulos.

Esse é o objetivo final: multiplicação.

Não meça sua liderança apenas pelo número de pessoas que você lidera. Faça uma pergunta mais difícil: Quem você está preparando para liderar depois de você? Os líderes mais saudáveis não são aqueles que constroem um grupo ao redor de si mesmos, mas aqueles que continuamente preparam outros para levar a missão adiante.

Spanish blog:

¿Qué sigue después de la capacitación? ¿Estás listo para formar formadores de discípulos?
Por Timo Barbosa, pastor de la Iglesia Miller Memorial – Johnstown, OH

Graduarse de un proceso de capacitación no es la meta final. En una iglesia orientada a los grupos pequeños, esto debería marcar el inicio de una nueva responsabilidad. La persona capacitada ahora está preparada para dar el siguiente paso: convertirse en líder de un grupo pequeño/celular y hacer discípulos.

Pero hay una distinción importante, el objetivo final de un líder no es simplemente hacer discípulos. El objetivo es formar formadores de discípulos. Jesús no invirtió en sus discípulos simplemente para que pudieran seguirlo personalmente. Los preparó para llevar adelante su misión y equipar a otros para que hicieran lo mismo. El liderazgo se convierte en multiplicación cuando lo que Dios ha desarrollado en nosotros comienza a desarrollar a otros.

El liderazgo puede resumirse en dos palabras poderosas: influencia y responsabilidad. Influencia significa ayudar a las personas a dar su siguiente paso hacia Jesús. Responsabilidad significa aceptar el privilegio y la rendición de cuentas de cuidar a aquellos que Dios nos ha confiado. Por lo tanto, un líder de grupo pequeño hace más que facilitar una reunión. El líder crea un ambiente donde los discípulos crecen, surgen aprendices y se identifican y desarrollan futuros líderes.

Este énfasis es coherente con la visión de la iglesia celular articulada por Ralph Neighbour, quien reiteradamente enfatizó que la célula existe como un entorno para hacer discípulos y desarrollar líderes, más que simplemente para reunir a cristianos. Su enfoque relacionaba constantemente el ministerio celular saludable con la multiplicación y la formación de nuevos líderes.

Entonces, ¿qué viene después de la capacitación? La misión.

El graduado se convierte en un servidor. El servidor se convierte en un líder. El líder se convierte en alguien que forma a otros. Y, finalmente, el formador de discípulos prepara a otro formador de discípulos.

Ese es el objetivo final: la multiplicación.

No midas tu liderazgo solo por la cantidad de personas que diriges. Hazte una pregunta más difícil: ¿A quién estás preparando para que te suceda en el liderazgo? Los líderes más sanos no son aquellos que construyen un grupo a su alrededor, sino aquellos que preparan continuamente a otros para llevar adelante la misión.

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Ongoing Training for Cell Leaders ...

Ongoing Training for Cell Leaders

By Mario Vega, www.elim.org.sv

Once a person completes the leadership training course, they move on to the next stage of learning: learning by doing. This is the richest part of a leader’s development. Every week they will encounter new situations, challenges, and blessings that will further shape them into faithful servants leading house meetings.

In addition, they have the invaluable support of a coach who is always there to guide them. Coaches serve as mentors, advisors, motivators, and visionaries. They are mentors because they train by example; advisors because they help leaders identify the weak links in the cell cycle; motivators because they encourage and strengthen those serving on the front lines of ministry; and visionaries because they keep their leaders focused on the principles and values of the cell ministry.

Furthermore, at Elim Church, cell leaders participate in the Annual Cell Conference. This event strengthens the key elements needed to achieve the ministry goals for the year. It is an intensive week of teaching that unites and inspires cell leaders, supervisors, and cell pastors.

During the Annual Cell Conference, we also provide a printed resource to reinforce learning. This is usually a book by Joel Comiskey, offered at the lowest possible price so that it is affordable for everyone. These books have consistently proven valuable as tools for learning, reference, and encouragement. The combination of hands-on experience, ongoing coaching, the annual Cell Conference, and these books forms a comprehensive continuing education system for cell leaders.

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Portuguese blog:

Treinamento Contínuo para Líderes de Célula
por Mario Vega, www.elim.org.sv

Assim que uma pessoa conclui o curso de treinamento de liderança, ela avança para a próxima etapa do aprendizado: aprender na prática. Essa é a parte mais rica do desenvolvimento de um líder. A cada semana, eles se deparam com novas situações, desafios e bênçãos que continuam a moldá-los como servos fiéis na condução das reuniões em casas.

Além disso, eles contam com o apoio inestimável de um supervisor, que está sempre presente para orientá-los. Esses supervisores atuam como mentores, conselheiros, motivadores e visionários. São mentores porque treinam pelo exemplo; conselheiros, pois ajudam os líderes a identificar os pontos fracos no ciclo da célula; motivadores, porque encorajam e fortalecem aqueles que servem na linha de frente do ministério; e visionários, pois mantêm seus líderes focados nos princípios e valores do ministério de células.

Ademais, na Igreja Elim, os líderes de célula participam da Conferência Anual de Células. Esse evento fortalece os elementos-chave necessários para alcançar as metas ministeriais do ano. Trata-se de uma semana intensiva de ensino que une e inspira líderes de célula, supervisores e pastores de célula.

Durante a Conferência Anual de Células, também disponibilizamos um material impresso para reforçar o aprendizado. Geralmente, trata-se de um livro de Joel Comiskey, oferecido pelo menor preço possível para que seja acessível a todos. Esses livros têm se mostrado consistentemente valiosos como ferramentas de aprendizado, referência e encorajamento. A combinação de experiência prática, supervisão contínua, a Conferência Anual de Células e esses livros forma um sistema abrangente de educação continuada para líderes de célula.

Spanish blog:

Formación permanente para los líderes de células

Cuando una persona completa la Ruta del Líder, pasa a una siguiente etapa de aprendizaje: aprender haciendo. Esta es la parte más rica de la formación de un líder. Cada semana enfrentará nuevas situaciones, desafíos y bendiciones que terminarán de formarlo como un verdadero siervo de las reuniones en casas.

Además de eso, cuenta con la valiosísima ayuda de un supervisor que siempre estará a su lado. Los supervisores juegan el rol de mentores, asesores, motivadores y visionarios. Mentor, porque forma con el ejemplo; asesor, porque ayuda a discernir los eslabones débiles del ciclo celular; motivador, porque sostiene el ánimo de quienes sirven en la primera línea; y visionario, porque mantiene a sus líderes enfocados en los principios y valores del trabajo celular.

Además, en el caso de Iglesia Elim, los líderes cuentan con la conferencia celular anual. En ella se fortalecen los elementos para hacer posible el alcance de la meta de cada año. Es una enseñanza intensiva durante una semana que unifica y motiva a líderes, supervisores y pastores celulares.

Es durante la conferencia celular anual que proveemos de un recurso impreso para fortalecer el aprendizaje. Normalmente se trata de un libro de Joel Comiskey que se ofrece al más bajo precio posible para que sea accesible a todos. Estos libros siempre han sido una herramienta valiosa de aprendizaje, referencia y motivación. La conjugación de la práctica, el asesoramiento, la conferencia celular y los libros constituye un método de educación permanente para los líderes.

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Cell Leadership Development (Part 2): Treat Your Cell Leaders Like Royalty

By Joel Comiskey, Leadership Explosion

Training Doesn’t Stop at Graduation

Training shouldn’t stop when someone becomes a cell leader. In many ways, that’s when the most important training begins.

Cell leaders are now dealing with real people, real problems, and real ministry challenges. They are praying for people, reaching unbelievers, discipling Christians, developing future leaders, and preparing to multiply their groups.

They are the church’s front-line soldiers, and they need continued biblical, spiritual, and practical nourishment.

That’s why I recommend a second level of training specifically for those who are already leading cells.

What a Second Level Can Look Like

Little Falls Christian Centre follows this pattern: after completing the basic equipping and beginning to lead, cell leaders receive additional training designed for their new responsibilities. Door of Hope Church takes a similar approach, developing leadership training for both cell leaders and the zone shepherds who oversee three to six cells.

There is enormous room for creativity at this second level. I’ve added two books to my own training: Discover helps cell leaders identify their spiritual gifts and equip others in the group to discover and use theirs, and Coach teaches leaders how to coach someone else who is leading a group. Other churches build in courses on doctrine, spiritual warfare, or Bible knowledge — one cell church simply adopted its denomination’s theological education by extension program as its second level.

The particular material is less important than the principle: cell leaders deserve continued investment.

Treat Them Like Royalty

In fact, my advice is to treat your cell leaders like royalty.

These leaders are carrying out the foundational ministry of the church. Don’t simply graduate them from the first level, give them a cell, and assume their training is finished. Give them the coaching, encouragement, resources, and additional training they need to flourish.

Beyond the Second Level

Some churches go even further, offering third and fourth levels for proven leaders who sense God’s call to broader ministry. Faith Community Baptist Church developed extensive training for higher-level leaders, and Bethany World Prayer Center provides advanced biblical training of its own.

The key is to avoid making advanced theological education a requirement for beginning cell leadership. Keep the doorway into leadership accessible while providing a pathway for those God calls further.

Not everyone needs to become a pastor, but every leader needs to keep growing.

Cell leadership isn’t graduation day. It’s the beginning of a new season of growth, ministry, and multiplication.

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Desenvolvimento de Liderança de Células (Parte 2): Trate Seus Líderes de Célula como Realeza
por Joel Comiskey,  Crescimento Explosivo da Igreja em Células

O Treinamento Não Termina na Formatura
O treinamento não deve parar quando alguém se torna um líder de célula. Em muitos aspectos, é aí que começa o treinamento mais importante.

Os líderes de célula agora lidam com pessoas reais, problemas reais e desafios ministeriais reais. Eles oram pelas pessoas, alcançam descrentes, discipulam cristãos, desenvolvem futuros líderes e se preparam para multiplicar seus grupos.

Eles são os soldados da linha de frente da igreja e precisam de alimento contínuo — bíblico, espiritual e prático.

É por isso que recomendo um segundo nível de treinamento, especificamente para aqueles que já lideram células.

Como Pode Ser um Segundo Nível
A igreja Little Falls Christian Centre segue este padrão: após concluírem o treinamento básico de capacitação e começarem a liderar, os líderes de célula recebem um treinamento adicional voltado para suas novas responsabilidades. A Igreja Door of Hope adota uma abordagem semelhante, desenvolvendo treinamento de liderança tanto para líderes de célula quanto para pastores de zona, que supervisionam de três a seis células.

Há um enorme espaço para a criatividade neste segundo nível. Eu incluí dois livros no meu próprio treinamento: Descoberta ajuda os líderes de célula a identificar seus dons espirituais e a capacitar outros membros do grupo a descobrir e usar os seus; e Supervisão ensina os líderes a orientar (fazer supervisão) outra pessoa que esteja liderando um grupo. Outras igrejas incorporam cursos sobre doutrina, batalha espiritual ou conhecimento bíblico — uma igreja em células simplesmente adotou o programa de educação teológica por extensão de sua denominação como seu segundo nível.

O material específico é menos importante do que o princípio: os líderes de célula merecem investimento contínuo.

Trate-os como Realeza
Na verdade, meu conselho é tratar seus líderes de célula como realeza.

Esses líderes estão realizando o ministério fundamental da igreja. Não se limite a formá-los no primeiro nível, entregar-lhes uma célula e presumir que o treinamento terminou. Ofereça-lhes orientação, encorajamento, recursos e o treinamento adicional de que precisam para prosperar.

Além do Segundo Nível
Algumas igrejas vão ainda mais longe, oferecendo terceiro e quarto níveis para líderes comprovados que sentem o chamado de Deus para um ministério mais amplo. A igreja Faith Community Baptist  desenvolveu um treinamento abrangente para líderes de nível superior, e a igreja Bethany World Prayer Center oferece seu próprio treinamento bíblico avançado.

O segredo é evitar tornar a educação teológica avançada um requisito para começar a liderar uma célula. Mantenha a porta de acesso à liderança aberta, ao mesmo tempo em que oferece um caminho para aqueles a quem Deus chama a ir além.

Nem todos precisam se tornar pastores, mas todo líder precisa continuar crescendo.

Assumir a liderança de uma célula não é o ponto de chegada. É o início de uma nova estação de crescimento, ministério e multiplicação.

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Desarrollo del liderazgo celular (Parte 2): Trata a tus líderes celulares como a la realeza.

por Joel Comiskey, Explosión del Liderazgo

La formación no termina con la graduación.

La formación no debe terminar cuando alguien se convierte en líder de célula. En muchos sentidos, es entonces cuando comienza la formación más importante.

Los líderes de células ahora se enfrentan a personas reales, problemas reales y desafíos ministeriales reales. Oran por las personas, alcanzan a los no creyentes, discipulan a los cristianos, forman a futuros líderes y se preparan para multiplicar sus grupos.

Son los soldados de primera línea de la iglesia y necesitan un alimento bíblico, espiritual y práctico constante.

Por eso recomiendo un segundo nivel de formación específicamente para aquellos que ya lideran células.

Cómo puede ser un segundo nivel

El Centro Cristiano Little Falls sigue este patrón: tras completar la formación básica y comenzar a liderar, los líderes de célula reciben capacitación adicional diseñada para sus nuevas responsabilidades. La Iglesia Puerta de la Esperanza adopta un enfoque similar, desarrollando programas de liderazgo tanto para los líderes de célula como para los pastores de zona que supervisan de tres a seis células.

En este segundo nivel hay un enorme margen para la creatividad. He incorporado dos libros a mi propia formación: “Discover” (Descubrir) ayuda a los líderes de células a identificar sus dones espirituales y a capacitar a otros miembros del grupo para que descubran y utilicen los suyos, y “Coach” (Entrenar) enseña a los líderes cómo guiar a alguien que dirige un grupo. Otras iglesias incluyen cursos sobre doctrina, guerra espiritual o conocimiento bíblico; una iglesia celular simplemente adoptó el programa de extensión de educación teológica de su denominación como su segundo nivel.

El material en sí es menos importante que el principio: los líderes de las células merecen que se siga invirtiendo en ellos.

Trátalos como a la realeza.

De hecho, mi consejo es que traten a los líderes de su célula como a la realeza.

Estos líderes están llevando a cabo el ministerio fundamental de la iglesia. No basta con que pasen al primer nivel, se les asigne un grupo y se dé por hecho que su formación ha terminado. Bríndeles el acompañamiento, el ánimo, los recursos y la capacitación adicional que necesitan para prosperar.

Más allá del segundo nivel

Algunas iglesias van aún más allá, ofreciendo un tercer y cuarto nivel para líderes con experiencia que sienten el llamado de Dios a un ministerio más amplio. La Iglesia Bautista Faith Community desarrolló una amplia capacitación para líderes de alto nivel, y el Centro Mundial de Oración Bethany ofrece su propia formación bíblica avanzada.

La clave está en evitar que la formación teológica avanzada sea un requisito para quienes se inician en el liderazgo de células. Hay que mantener accesible el acceso al liderazgo, a la vez que se ofrece un camino para aquellos a quienes Dios llama a ir más allá.

No todo el mundo necesita convertirse en pastor, pero todo líder necesita seguir creciendo.

El liderazgo celular no es el día de la graduación. Es el comienzo de una nueva etapa de crecimiento, ministerio y multiplicación.

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Cell Leadership Development (Part 1): Keep the First Level Simple

By Joel Comiskey, Leadership Explosion

The Trap of Overloading Level One

One of the biggest mistakes in cell leadership development is trying to put everything into the first level of training.

Church leaders naturally want potential cell leaders to be well prepared. So we add another course, another manual, another requirement, another important topic. Each addition makes sense by itself. But eventually the training track becomes so long and complicated that people struggle to finish it.

Instead of producing leaders, the training becomes an obstacle to leadership.

There is a better way.

Divide Training Into Levels

I recommend dividing your training into at least two levels. The first level should focus on the four or five basic areas needed to prepare someone to lead a cell. Each step might have its own manual, but the overall process should remain clear, practical, and achievable.

Remember the goal of the first level: prepare people to lead cells.

Preparation Must Give Way to Practice

We don’t have to teach potential leaders everything they will ever need to know before allowing them to lead. Think about how people learn in other areas of life. At some point, preparation must give way to practice. People learn by doing.

The same is true with cell leadership.

Once someone begins leading, new questions arise. How do I deal with a difficult person? How do I develop a potential leader? How can I help someone discover and use their spiritual gifts? How do I balance evangelism, discipleship, and community?

These questions become much more meaningful when someone is actually leading a group.

A Model Worth Following

Little Falls Christian Centre in South Africa provides an excellent example. Their first level is clear and concise, preparing new believers rapidly to enter cell leadership. They don’t try to teach everything before someone begins leading. Instead, they provide additional training after the person becomes a cell leader.

This approach keeps the doorway to leadership wide while still taking ongoing development seriously.

The goal isn’t poorly prepared leaders. The goal is to distinguish between what leaders need before they begin and what they can learn more effectively after they start leading.

Some of the best leadership training takes place while people are actually doing ministry.

So resist the temptation to continually add requirements to your first level.

Keep it simple. Get people prepared. Release them into leadership. Then keep training them.

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Portuguese

Desenvolvimento de Líderes de Célula (Parte 1): Mantenha o Primeiro Nível Simples
por Joel Comiskey, Crescimento Explosivo da Igreja em Células

A Armadilha de Sobrecarregar o Primeiro Nível
Um dos maiores erros no desenvolvimento de líderes de célula é tentar incluir tudo no primeiro nível de treinamento.

Naturalmente, os líderes da igreja querem que os potenciais líderes de célula estejam bem preparados. Então, acrescentamos mais um curso, mais um manual, mais uma exigência, mais um tópico importante. Cada acréscimo faz sentido por si só. Mas, com o tempo, a trilha de treinamento torna-se tão longa e complicada que as pessoas têm dificuldade em concluí-la.
Em vez de produzir líderes, o treinamento torna-se um obstáculo para a liderança.

Existe uma maneira melhor.

Divida o Treinamento em Níveis
Recomendo dividir o treinamento em pelo menos dois níveis. O primeiro nível deve concentrar-se nas quatro ou cinco áreas básicas necessárias para preparar alguém para liderar uma célula. Cada etapa pode ter seu próprio manual, mas o processo geral deve permanecer claro, prático e viável.

Lembre-se do objetivo do primeiro nível: preparar pessoas para liderar células.

A Preparação Deve Dar Lugar à Prática
Não precisamos ensinar aos potenciais líderes tudo o que eles precisarão saber antes de permitir que liderem. Pense em como as pessoas aprendem em outras áreas da vida. Chega um momento em que a preparação deve dar lugar à prática. As pessoas aprendem fazendo.

O mesmo vale para a liderança de células.
Assim que alguém começa a liderar, surgem novas perguntas. Como lido com uma pessoa difícil? Como desenvolvo um líder em potencial? Como posso ajudar alguém a descobrir e usar seus dons espirituais? Como equilibro evangelismo, discipulado e comunhão?

Essas perguntas tornam-se muito mais significativas quando alguém está realmente liderando um grupo.

Um Modelo que Vale a Pena Seguir
A igreja Little Falls Christian Centre, na África do Sul, oferece um excelente exemplo. O primeiro nível deles é claro e conciso, preparando rapidamente novos convertidos para assumir a liderança de células. Eles não tentam ensinar tudo antes que a pessoa comece a liderar; em vez disso, oferecem treinamento adicional depois que a pessoa já se tornou líder de célula.

Essa abordagem mantém a porta de entrada para a liderança aberta, ao mesmo tempo em que leva a sério o desenvolvimento contínuo.
O objetivo não é ter líderes mal preparados. O objetivo é distinguir entre o que os líderes precisam saber antes de começar e o que podem aprender com mais eficácia depois de iniciarem a liderança.

Alguns dos melhores treinamentos de liderança acontecem enquanto as pessoas estão realmente exercendo o ministério.
Portanto, resista à tentação de adicionar continuamente requisitos ao seu primeiro nível.

Mantenha a simplicidade. Prepare as pessoas. Envie-as para a liderança. E continue treinando-as.

Spanish
Desarrollo del liderazgo celular (Parte 1): Mantén el primer nivel simple.

Por Joel Comiskey, Explosión de liderazgo

La trampa de la sobrecarga de nivel uno

Uno de los mayores errores en el desarrollo del liderazgo celular es intentar concentrarlo todo en el primer nivel de capacitación.

Los líderes de la iglesia, naturalmente, desean que los posibles líderes de células estén bien preparados. Por eso, añadimos otro curso, otro manual, otro requisito, otro tema importante. Cada adición tiene sentido por sí sola. Pero, con el tiempo, el programa de capacitación se vuelve tan largo y complicado que a la gente le cuesta completarlo.

En lugar de formar líderes, la capacitación se convierte en un obstáculo para el liderazgo.

Hay una mejor manera.

Divide la formación en niveles.

Recomiendo dividir la formación en al menos dos niveles. El primer nivel debe centrarse en las cuatro o cinco áreas básicas necesarias para preparar a alguien para liderar una célula. Cada paso puede tener su propio manual, pero el proceso general debe ser claro, práctico y alcanzable.

Recuerda el objetivo del primer nivel: preparar a las personas para liderar células.

La preparación debe dar paso a la práctica.

No es necesario enseñar a los futuros líderes todo lo que necesitan saber antes de permitirles liderar. Piense en cómo aprenden las personas en otros ámbitos de la vida. Llega un punto en que la preparación debe dar paso a la práctica. Se aprende haciendo.

Lo mismo ocurre con el liderazgo celular.

Una vez que alguien comienza a liderar, surgen nuevas preguntas. ¿Cómo trato con una persona difícil? ¿Cómo desarrollo a un líder potencial? ¿Cómo puedo ayudar a alguien a descubrir y usar sus dones espirituales? ¿Cómo equilibro la evangelización, el discipulado y la comunidad?

Estas preguntas cobran mucho más sentido cuando alguien está liderando un grupo.

Un modelo que vale la pena seguir

El Centro Cristiano Little Falls en Sudáfrica es un excelente ejemplo. Su primer nivel es claro y conciso, preparando rápidamente a los nuevos creyentes para asumir el liderazgo de células. No pretenden enseñar todo antes de que alguien comience a liderar. En cambio, brindan capacitación adicional una vez que la persona se convierte en líder de célula.

Este enfoque mantiene amplias las puertas al liderazgo, al tiempo que se toma en serio el desarrollo continuo.

El objetivo no es tener líderes mal preparados. El objetivo es distinguir entre lo que los líderes necesitan antes de empezar y lo que pueden aprender de forma más eficaz una vez que comienzan a liderar.

Algunos de los mejores programas de formación en liderazgo tienen lugar mientras las personas están ejerciendo su ministerio.

Así que resiste la tentación de añadir continuamente requisitos a tu primer nivel.

Mantén la sencillez. Prepara a la gente. Dales la oportunidad de asumir roles de liderazgo. Y luego continúa capacitándolos.

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