By Mario Vega, www. elim. org. sv Years ago, I repeatedly heard glowing reports about the leader training track that Little Falls Church in South Africa developed. I was therefore pleasantly surprised when, some time later, Pastor Harold Weitsz invited ...
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A Simple Leader Training Track

By Mario Vega, www.elim.org.sv

Years ago, I repeatedly heard glowing reports about the leader training track that Little Falls Church in South Africa developed. I was therefore pleasantly surprised when, some time later, Pastor Harold Weitsz invited me to speak at a cell church conference at his church in Johannesburg.

During my stay at Little Falls, Pastor Weitsz invited me to dinner at his home. As we talked, he asked me about Elim’s Leader Training Track. Knowing that his training track was far more widely recognized and praised than ours, I replied rather apologetically that ours was far too simple to be of much interest to him. He smiled and said, “Simple—exactly! That’s what we need! Something very simple!” His response took me by surprise.

In fact, our training track consists of only 26 lessons, one per week. About half of them focus on the believer’s new life in Christ, beginning with conversion, prayer, the Bible, water baptism, and other foundational topics. The second half covers subjects directly related to the cell ministry—its values, principles, and operating methods.

I know our training track is short and basic. Yet these very qualities seem to make it effective. It is what has worked in our context. I believe every church should develop a training track that enables it to raise leaders at a pace consistent with its growth and its specific needs. Some churches may benefit from adopting another church’s training track or an author’s, while others will need to create their own. What matters most is that every church has a clearly defined leader training track that effectively meets its leadership development needs.

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Portuguese blog:

Uma Trilha Simples de Capacitação de Líderes

Mario Vega, www.elim.org.sv

Anos atrás, ouvi em diversas ocasiões, relatos muito elogiosos sobre a trilha de capacitação de líderes desenvolvida pela Little Falls Church, na África do Sul. Por isso, fiquei feliz e surpreso quando, algum tempo depois, o pastor Harold Weitsz me convidou para ministrar em uma conferência de igreja em células realizada em sua igreja, em Joanesburgo.

Durante minha estadia na Igreja Little Falls, o pastor Weitsz me convidou para jantar em sua casa. Enquanto conversávamos, ele me perguntou sobre a Trilha de Capacitação de Líderes da Elim. Sabendo que a trilha de capacitação deles era muito mais reconhecida e elogiada do que a nossa, respondi, quase me desculpando, que a nossa era simples demais para despertar o interesse dele. Ele sorriu e disse: “Simples! Exatamente! É disso que precisamos! De algo muito simples!” Sua resposta me pegou de surpresa.

Na verdade, nossa trilha de capacitação é composta por apenas 26 lições, uma por semana. Cerca de metade delas concentra-se na nova vida do crente em Cristo, começando pela conversão, oração, Bíblia, batismo nas águas e outros temas fundamentais. A segunda metade aborda assuntos diretamente relacionados ao ministério de células: seus valores, princípios e métodos de funcionamento.

Tenho plena consciência de que nossa trilha de capacitação é curta e básica. No entanto, essas mesmas características parecem torná-la eficaz. É o que tem funcionado em nosso contexto. Creio que cada igreja deve desenvolver uma trilha de capacitação que lhe permita formar líderes em um ritmo compatível com seu crescimento e suas necessidades específicas. Algumas igrejas podem beneficiar-se da adoção da trilha de capacitação de outra igreja ou de algum autor, enquanto outras precisarão criar a sua própria. O mais importante é que cada igreja tenha uma trilha de capacitação de líderes claramente definida e capaz de atender eficazmente às suas necessidades de desenvolvimento da liderança.

Spanish blog:

Una Ruta del Líder sencilla

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Hace años atrás había escuchado repetidos elogios sobre la Ruta de capacitación de líderes de la iglesia Little Falls de Sur África. Mi sorpresa fue muy grande cuando, un tiempo después, recibí una invitación del pastor Harold Weitsz para impartir una conferencia celular en su iglesia de Johannesburgo.

Durante los días que estuve en Little Falls, el pastor Weitsz me invitó a cenar en su casa. Mientras conversábamos me preguntó sobre la Ruta del Líder de Elim. Sabiendo que su Ruta era mucho más elogiada y conocida que la nuestra, le respondí con bastante pena que la nuestra era demasiado sencilla como para que pudiera llamar su atención. Él me dijo: «Sencilla, ¡exacto! ¡Eso es lo que necesitamos! ¡Algo muy sencillo!». La respuesta del pastor Weitsz me sorprendió.

En verdad, nuestra Ruta solo contiene 26 lecciones, una por semana. Aproximadamente la mitad de ellas tratan de la nueva vida en Cristo, comenzando con la conversión, la oración, la Biblia, el bautismo en agua, etc. La segunda mitad trata de los temas directamente relacionados con la dinámica celular, sus valores y el método de trabajo.

Estoy consciente de que nuestra Ruta es corta y básica. Pero, parece que a esos factores responde su efectividad. Es lo que ha funcionado en nuestro caso. Creo que cada iglesia debe buscar una ruta de entrenamiento que les permita formar líderes al ritmo de su crecimiento y de sus necesidades concretas. A algunas iglesias les funcionará adoptar la Ruta de otra iglesia o autor. Otros necesitarán elaborar la propia. Lo importante, es que cada iglesia pueda contar con una Ruta definida que llene sus necesidades de formación de líderes.

Know Before You Build

By José Vega, www.elim.org.sv

The first skill in designing an equipping track is not curriculum design. It is empathy.

A leader has to be observant, and more than observant; they have to care enough to notice what they see. Who in this group talks freely and who goes quiet? Do these people learn by reading, arguing, watching, or doing? What are they carrying that they have not said out loud? Jesus described His own leadership this way: “I am the good shepherd; I know my sheep and my sheep know me” (John 10:14, NIV). In the surrounding passage, the shepherd who knows his sheep is the same one who calls them by name, leads them, and lays down his life for them; the knowing shapes the care. Paul had the same instinct with the Thessalonians: “Because we loved you so much, we were delighted to share with you not only the gospel of God but our lives as well” (1 Thessalonians 2:8, NIV). He loved them, and love of that kind pays attention; what he gave them was shaped by empathy, not just a shared message.

Once you understand the group’s needs, tastes, and preferences, the material almost chooses itself. Scripture models this kind of calibration: Jesus taught “as much as they could understand” (Mark 4:33–34, NIV), and Paul gave the Corinthians milk before solid food (1 Corinthians 3:1–2). The question of length answers itself the same way: there is no universal number of weeks. A track that runs too long in one congregation runs too short in another, and the only way to know which you have is to know the people in front of you. Love them to know them and then design for them.

None of this means writing everything from scratch. Borrow generously, then adapt it to your church culture, your examples, your questions, your pace. What was borrowed becomes home-grown the moment it fits the people it was made for.

One warning. This kind of attentiveness can quietly curdle into merely giving people what they enjoy. That is not why we study our congregations. Paul explained his own adaptability plainly: “I have become all things to all people so that by all possible means I might save some” (1 Corinthians 9:22, NIV). He adapted his conduct and surrendered real freedoms; he never adapted his allegiance to Christ or the aim of the gospel. Our motivation for doing this work thoroughly is not comfort or attendance; it is the longing to see the Great Commission (Matthew 28:18–20) fulfilled among the people God has entrusted to us.

So before you choose a curriculum or set a calendar, sit with your people and pay attention. What do you actually know about the ones you are equipping?

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Portuguese blog:

Conheça Antes de Elaborar

José Vega, www.elim.org.sv

A primeira habilidade necessária para elaborar uma trilha de capacitação não é desenvolver o currículo. É ter empatia.

Um líder precisa ser observador, e talvez até mais do que observador: precisa importar-se o suficiente para perceber aquilo que vê. Quem, nesse grupo, fala com liberdade e quem se cala? Essas pessoas aprendem lendo, debatendo, observando ou fazendo? Que fardos estão carregando sem conseguir expressá-los? Jesus descreveu sua própria liderança da seguinte maneira: “Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem” (João 10:14, NVI). No contexto dessa passagem, o pastor que conhece suas ovelhas é o mesmo que as chama pelo nome, as conduz e entrega a própria vida por elas. Conhecê-las molda a maneira como cuida delas. Paulo demonstrou a mesma sensibilidade com os tessalonicenses: “Porque amávamos vocês, sentimos grande afeição por vocês e estávamos dispostos a compartilhar não somente o evangelho de Deus, mas também a nossa própria vida” (1 Tessalonicenses 2:8, NVI). Ele os amava, e o amor desse tipo presta atenção às pessoas. O que Paulo lhes oferecia era moldado pela empatia, não apenas por uma mensagem compartilhada.

Quando você compreende as necessidades, os interesses e as preferências do grupo, o material praticamente se define por si mesmo. As Escrituras apresentam esse tipo de adaptação: Jesus ensinava “de acordo com o que podiam entender” (Marcos 4:33-34, NVI), e Paulo ofereceu aos coríntios leite antes de alimento sólido (1 Coríntios 3:1-2). A questão da duração também encontra resposta da mesma maneira: não existe um número universal de semanas. Uma trilha que se prolonga demais em uma congregação pode ser curta demais em outra. A única maneira de saber qual é a melhor opção é conhecer as pessoas que estão diante de você. Ame-as o suficiente para conhecê-las e, então, elabore a trilha pensando nelas.

Isso não significa que você precise escrever tudo do zero. Aproveite bons materiais e adapte-os à cultura da sua igreja, aos seus exemplos, às suas perguntas e ao seu ritmo. Aquilo que foi aproveitado de outras fontes torna-se parte da realidade local no momento em que passa a se ajustar às pessoas para as quais foi preparado.

Há, porém, uma advertência. Esse tipo de atenção às pessoas pode, aos poucos, transformar-se simplesmente em oferecer-lhes aquilo que elas gostam. Não é por isso que estudamos nossas congregações. Paulo explicou claramente sua própria capacidade de adaptação: “Tornei-me tudo para com todos, para de alguma forma salvar alguns” (1 Coríntios 9:22, NVI). Ele adaptou sua conduta e abriu mão de liberdades legítimas, mas jamais adaptou sua lealdade a Cristo nem o propósito do evangelho. Nossa motivação para realizar esse trabalho com dedicação não é oferecer conforto nem aumentar a frequência; é o desejo de ver a Grande Comissão (Mateus 28:18-20) sendo cumprida entre as pessoas que Deus confiou aos nossos cuidados.

Portanto, antes de escolher um currículo ou definir um calendário, sente-se com as pessoas e preste atenção. O que você realmente sabe sobre aqueles que está capacitando?

Spanish blog:

Del oír al hacer: una predicación que forma discípulos

José Vega, www.elim.org.sv

Antes de entrar al ministerio, pasé un año enseñando en una universidad. La escuela de pensamiento que formó mi preparación sostenía una convicción que nunca he podido olvidar: enseñar no es simplemente informar. Enseñar es informar más un cambio en la conducta de quien recibe la enseñanza. Si mis alumnos podían repetir lo que yo decía pero hacían exactamente igual que antes, yo no les había enseñado. Solo les había hablado.

Las Escrituras siempre han definido así el ministerio de la Palabra. Jesús no dijo: “enséñenles todo lo que les he mandado”. Dijo: “enseñándoles a obedecer todo lo que les he mandado a ustedes” (Mateo 28:20). Santiago insiste en lo mismo: “No se contenten solo con oír la palabra, pues así se engañan ustedes mismos. Llévenla a la práctica” (Santiago 1:22). La medida bíblica de la predicación no es lo que la gente escuchó, sino en lo que la gente se convirtió.

Esto debería animar a todo pastor que trabaja arduamente en su sermón. En mi salón de clases descubrí que una presentación persuasiva y convincente despierta algo que la mera transferencia de información nunca logra: un interés genuino. Los alumnos movidos por escuchar se disponían a intentar algo nuevo, no porque se les obligara, sino porque querían hacerlo. Eso es lo que hace la predicación llena del Espíritu en el servicio de celebración. Proyecta la visión, despierta un anhelo santo y persuade a toda la familia de la iglesia a querer lo que Dios quiere.

Pero mi salón de clases me enseñó una segunda lección: la información y la inspiración por sí solas rara vez completan el cambio. Lo que transformaba a mis alumnos era aprender haciendo — desafiados en la medida justa, en un ejercicio planteado de tal manera que se sintieran libres y no presionados. Este es exactamente el papel de la célula. Jesús predicaba a las multitudes, pero formó a sus discípulos enviándolos a practicar, de dos en dos (Lucas 10:1). La iglesia primitiva enseñaba “públicamente y de casa en casa” (Hechos 20:20).

Por eso son tan poderosas las preguntas de la lección celular basadas en el mensaje predicado. Las buenas preguntas convierten el sermón en ese ejercicio bien diseñado: cada miembro lucha con la misma Palabra, la aplica a su vida real y da un paso concreto de obediencia — desafiado en la medida justa, y libre para responder. Un solo mensaje, preparado una vez, se practica en cada grupo de la iglesia. El impacto del sermón no simplemente se suma; se multiplica a lo largo de la semana. Así que, pastor, anímate: la Palabra que predicas no vuelve vacía (Isaías 55:11). Está siendo conversada, orada y vivida en los hogares de tu ciudad. Cuando las dos alas baten juntas, la iglesia no solo oye acerca del discipulado — hace discípulos que hacen discípulos.

Equipping All The Ministers

By Ralph Neighbour, Where Do We Go from Here

If everyone is a minister, then everyone must be prepared for the work of ministry. “Equipping all the saints for the work of ministry” is a nice-sounding phrase, but it can be a real nightmare to implement in modern society. Time pressures on urban Christians exceed anything first-century believers experienced. With many people working 10- to 12-hour days, how can they be expected to be active in their cell group, spend time with unbelievers, and still devote evenings to discipleship classes?

Yet future leaders do not arise magically. They are developed. Unless pastors expand their vision of ministry beyond doing ministry to equipping ministers, the cell vision will remain a pipe dream. If the vision is to expand and multiply many times, pastors must expand their vision even more. They must move from equipping others to developing a system that consistently equips every member for ministry. I call this a taxonomy.

A Taxonomy Is Required

Taxonomy comes from two Greek words: taxis, “order,” and nomia, “distribute.” A taxonomy expert would say, “If you are going to talk about C and D, it’s necessary first to introduce A, and then B. Otherwise, the learner will not know what you are talking about.”

Imagine a child being introduced to the death of Jesus on the cross without first knowing how He is God, and without understanding the meaning of the word “sin.” Imagine a person seeking to know God’s will who has never been taught how to hear God speak. Imagine a believer seeking to build up a fellow Christian with little or no knowledge of spiritual gifts. Many churches train their people this way, but the cell church does not. The cell church trains with a purpose — to raise up people who can minister and lead others in holiness.

How Do People Learn?

To accomplish this task, we must fully account for the way people learn! Sitting people in rows in a classroom and speaking from a podium is an effective way to teach people information. But a classroom prepares other teachers, and the cell church needs people who can do more than teach.

We must change the word “teaching” to “apprenticing.” We do very few things unless we work with someone who both informs and demonstrates for us. We must begin with the premise that every true Christian is both being equipped and equipping someone else. This must begin with the first person entering a Shepherd Group and must continue right up through the Zone Pastors to the Senior Pastors! We must constantly operate on the philosophy that true equipping requires both activities to happen simultaneously.

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Portuguese blog:

Treinando Todos os Ministros
por Ralph Neighbour, em Where Do We Go from Here (Pra Onde Vamos)

Se todos são ministros, então todos devem estar preparados para a obra do ministério. “Capacitar todos os santos para a obra do ministério” é uma frase que soa bem, mas pode ser um verdadeiro pesadelo para implementar na sociedade moderna. A pressão do tempo sobre os cristãos urbanos supera qualquer coisa que os crentes do primeiro século vivenciaram. Com muitas pessoas trabalhando jornadas de 10 a 12 horas, como se pode esperar que sejam ativas em seu grupo de células, passem tempo com descrentes e ainda dediquem as noites a aulas de discipulado?

No entanto, futuros líderes não surgem magicamente. Eles são desenvolvidos. A menos que os pastores expandam sua visão de ministério — indo além de exercer o ministério para treinar ministros —, a visão de células permanecerá um sonho distante. Se a visão deve se expandir e multiplicar muitas vezes, os pastores precisam ampliar ainda mais sua perspectiva. Eles devem passar do simples treinamento de outros para o desenvolvimento de um sistema que capacite consistentemente cada membro para o ministério. Eu chamo isso de taxonomia.

É Necessária uma Taxonomia
A palavra “taxonomia” vem de dois termos gregos: taxis, “ordem”, e nomia, “distribuição”. Um especialista em taxonomia diria: “Se você vai falar sobre C e D, é necessário primeiro apresentar A e, depois, B. Caso contrário, o aprendiz não saberá do que você está falando”.

Imagine uma criança sendo apresentada à morte de Jesus na cruz sem antes saber como Ele é Deus e sem entender o significado da palavra “pecado”. Imagine uma pessoa buscando conhecer a vontade de Deus, mas que nunca foi ensinada a ouvir Deus falar. Imagine um crente tentando edificar outro cristão com pouco ou nenhum conhecimento sobre dons espirituais. Muitas igrejas treinam seu povo dessa maneira, mas a igreja em células não. A igreja em células treina com um propósito: levantar pessoas capazes de ministrar e liderar outros em santidade.

Como as Pessoas Aprendem?
Para realizar essa tarefa, devemos levar plenamente em conta a maneira como as pessoas aprendem! Colocar pessoas sentadas em fileiras numa sala de aula e falar de um púlpito é uma forma eficaz de transmitir informações. Mas a sala de aula prepara outros professores, e a igreja em células precisa de pessoas que possam fazer mais do que ensinar.

Devemos substituir a palavra “ensino” por “aprendizado prático” (ou discipulado prático). Pouco realizamos, a menos que trabalhemos com alguém que, ao mesmo tempo, nos instrua e nos mostre na prática como fazer. Devemos partir da premissa de que todo cristão verdadeiro está sendo treinado e, simultaneamente, treinando outra pessoa. Isso deve começar com a primeira pessoa que ingressa em um Grupo de Pastoreio e estender-se por todos os níveis — dos Pastores de Zona até os Pastores Principais! Precisamos sempre pautar nossa atuação na filosofia de que a verdadeira capacitação exige que ambas as atividades ocorram simultaneamente.

Spanish blog:

Equipando a todos los ministros

Por Ralph Neighbour, ¿Adónde vamos desde aquí?

Si todos son ministros, entonces todos deben estar preparados para la obra del ministerio. “Capacitar a todos los santos para la obra del ministerio” suena bien, pero puede ser una verdadera pesadilla de implementar en la sociedad moderna. Las presiones de tiempo que sufren los cristianos urbanos superan con creces las que experimentaron los creyentes del primer siglo. Con muchas personas trabajando jornadas de 10 a 12 horas, ¿cómo se espera que participen activamente en su grupo pequeño, pasen tiempo con los no creyentes y, además, dediquen las tardes a las clases de discipulado?

Sin embargo, los futuros líderes no surgen por arte de magia. Se forman. A menos que los pastores amplíen su visión del ministerio más allá de la mera práctica ministerial, abarcando la capacitación de ministros, la visión de las células seguirá siendo una quimera. Si la visión es expandirse y multiplicarse muchas veces, los pastores deben ampliarla aún más. Deben pasar de capacitar a otros a desarrollar un sistema que capacite de manera consistente a cada miembro para el ministerio. A esto lo llamo taxonomía.

Se requiere una taxonomía.

La taxonomía proviene de dos palabras griegas: taxis , “orden”, y nomia , “distribuir”. Un experto en taxonomía diría: «Si vas a hablar de C y D, primero debes presentar A y luego B. De lo contrario, el alumno no entenderá de qué estás hablando».

Imagínese a un niño al que se le presenta la muerte de Jesús en la cruz sin saber primero que Él es Dios, y sin comprender el significado de la palabra “pecado”. Imagínese a una persona que busca conocer la voluntad de Dios sin haber aprendido jamás a escuchar su voz. Imagínese a un creyente que busca edificar a otro cristiano con poco o ningún conocimiento de los dones espirituales. Muchas iglesias capacitan a sus miembros de esta manera, pero la iglesia celular no. La iglesia celular capacita con un propósito: formar personas que puedan ministrar y guiar a otros en santidad.

¿Cómo aprenden las personas?

Para lograrlo, debemos comprender plenamente cómo aprenden las personas. Sentar a la gente en filas en un aula y hablar desde un podio es una forma eficaz de impartir información. Pero un aula prepara a otros maestros, y la iglesia celular necesita personas que puedan hacer más que enseñar.

Debemos cambiar la palabra “enseñar” por “aprendizaje”. Hacemos muy pocas cosas si no trabajamos con alguien que nos informe y nos muestre cómo hacerlas. Debemos partir de la premisa de que todo verdadero cristiano está siendo capacitado y capacitando a otros. Esto debe comenzar con la primera persona que ingresa a un Grupo de Pastoreo y debe continuar a través de los Pastores de Zona hasta llegar a los Pastores Principales. Debemos operar constantemente bajo la filosofía de que la verdadera capacitación requiere que ambas actividades se realicen simultáneamente.

dentro de un salón de clases y hablarles desde un podio es una manera eficaz de transmitir información. Pero un salón de clases prepara a otros maestros, y la iglesia celular necesita personas que puedan hacer mucho más que enseñar.

Debemos cambiar la palabra «enseñanza» por «aprendizaje mediante el acompañamiento». Hacemos muy pocas cosas sin trabajar junto a alguien que nos instruya y, al mismo tiempo, nos muestre cómo hacerlo. Debemos comenzar con la premisa de que todo verdadero cristiano está siendo equipado y, a la vez, está equipando a otra persona. Esto debe comenzar desde el momento en que una persona entra por primera vez en un Grupo de Pastoreo y debe continuar hasta llegar a los Pastores de Zona y a los Pastores Principales. Debemos operar constantemente bajo la convicción de que el verdadero equipamiento requiere que ambas actividades ocurran simultáneamente.

Equipping for All

by Steve Cordle, Executive Director, The River Network International (trni.org)

An Equipping Track is a church-led process that prepares members to live for Jesus and to engage in his mission. (Some may call this a Discipleship Pathway.)

Ephesians 4:11-12 says that a key part of a pastor’s role is “to equip his people for works of service, so that the body of Christ may be built up.” Notice that it doesn’t say that pastors are to equip some people or a select few. No, we are challenged to equip all of God’s people for works of service.

So, when designing an Equipping Track for a local church, we need to start with a new believer in mind. How will we equip someone who knows nothing of the Bible or the Christian life? What will they need to become established in their faith and grow to be mature disciple-makers themselves?

In designing a process, think beyond teaching information. Teaching helps people know something. Equipping prepares people to do something. There is a big difference. Design your equipping track to see people transformed in their attitudes and habits.

An Equipping Track does not replace participation in a cell group; it builds on the group experience. The Equipping Track will involve teaching and providing experience. For example, in teaching about prayer, spend time praying together. Ask the participants about how their prayer time went that week. Equipping involves learning through doing.

Leverage the connection with the cell group. In Group Leader Equipping sessions, challenge participants to become apprentice leaders and share specific group-leading tasks. Then debrief with them on what it was like to put into practice what they learned in the Equipping session.

As a church leader, you can lay out an Equipping Track that takes people step by step from new believer to mature disciple-maker. Challenge people to go as far as God leads them.

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Portuguese blog:

Treinamento para Todos
por Steve Cordle, Diretor Executivo da The River Network International (trni.org)

Um Trilho de Treinamento é um processo liderado pela igreja que prepara os membros para viverem para Jesus e se envolverem em Sua missão. (Alguns podem chamar isso de Caminho de Discipulado.)

Efésios 4:11-12 afirma que uma parte fundamental do papel do pastor é “capacitar o seu povo para obras de serviço, a fim de que o corpo de Cristo seja edificado”. Observe que o texto não diz que os pastores devem capacitar apenas algumas pessoas ou um grupo seleto. Não; somos desafiados a capacitar todo o povo de Deus para obras de serviço.

Portanto, ao elaborar um Trilho de Treinamento para uma igreja local, precisamos começar pensando no novo convertido. Como treinaremos alguém que nada sabe sobre a Bíblia ou a vida cristã? Do que essa pessoa precisará para se firmar na fé e crescer a ponto de também se tornar alguém que faz discípulos?

Ao criar esse processo, vá além da simples transmissão de informações. O ensino visa ajudar as pessoas a saberem algo. O treinamento prepara as pessoas para fazerem algo. Há uma grande diferença. Elabore seu trilho de treinamento visando à transformação de atitudes e hábitos das pessoas.

Um Trilho de Treinamento não substitui a participação em um grupo de células; ela complementa a experiência do grupo. O Trilho de Treinamento envolverá tanto o ensino quanto a vivência prática. Por exemplo: ao ensinar sobre oração, dediquem tempo para orar juntos. Pergunte aos participantes como foi o tempo de oração deles durante a semana. Capacitar envolve aprender na prática.

Aproveite a conexão com o grupo de células. Nas sessões de treinamento para líderes de grupo, desafie os participantes a se tornarem aprendizes de liderança e a compartilharem tarefas específicas da condução do grupo. Depois, converse com eles sobre como foi colocar em prática o que aprenderam na sessão de treinamento.

Como líder da igreja, você pode estruturar um Trilho de Treinamento que conduza as pessoas, passo a passo, desde a condição de novo convertido até a de alguém que faz discípulos com maturidade. Desafie as pessoas a irem tão longe quanto Deus as conduzir.

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Equipamiento para todos

Por Steve Cordle, Director Ejecutivo de The River Network International ( trni.org )

Un Programa de Capacitación es un proceso dirigido por la iglesia que prepara a los miembros para vivir para Jesús y participar en su misión. (Algunos lo llaman Camino de Discipulado).

Efesios 4:11-12 dice que una parte fundamental del rol del pastor es “capacitar a su pueblo para la obra del servicio, para que el cuerpo de Cristo sea edificado”. Nótese que no dice que los pastores deban capacitar a algunas personas o a unos pocos elegidos. No, se nos desafía a capacitar a todo el pueblo de Dios para la obra del servicio.

Así pues, al diseñar un programa de capacitación para una iglesia local, debemos empezar pensando en el nuevo creyente. ¿Cómo capacitaremos a alguien que no conoce la Biblia ni la vida cristiana? ¿Qué necesitará para afianzarse en su fe y convertirse en un líder maduro que forme discípulos?

Al diseñar un proceso, piense más allá de simplemente transmitir información. Enseñar busca que las personas sepan algo. Capacitar las prepara para actuar. Hay una gran diferencia. Diseñe su programa de capacitación para que las personas transformen sus actitudes y hábitos.

Un programa de capacitación no reemplaza la participación en un grupo pequeño; se basa en la experiencia grupal. Este programa implica enseñar y brindar experiencias. Por ejemplo, al enseñar sobre la oración, dediquen tiempo a orar juntos. Pregúntenles a los participantes cómo les fue en su tiempo de oración esa semana. La capacitación implica aprender haciendo.

Aprovecha la conexión con el grupo celular. En las sesiones de capacitación para líderes de grupo, anima a los participantes a convertirse en líderes en formación y comparte tareas específicas de liderazgo grupal. Luego, analiza con ellos cómo fue poner en práctica lo aprendido en la sesión de capacitación.

Como líder de la iglesia, puedes diseñar un programa de capacitación que guíe a las personas paso a paso, desde nuevos creyentes hasta discípulos maduros. Anímalas a llegar tan lejos como Dios las guíe.

It Takes a Team: The Power of Equipping the Whole Church

By Aaron Lemuel de la Torre, Iglesia Bautista de la Comunidad, Hidalgo, Texas

Much of the world recently paused its summer routines to watch national teams compete in the World Cup. Soon, much of the United States will build its fall schedule around a favorite college or professional football team. Sports may be the closest thing we have to a universal language — and it’s always inspiring to watch a team chase and achieve a lofty goal together.

One trait shows up again and again in championship teams: the ability to play as a team. Plenty of squads have one or two star players, but it’s the teams that share the ball, cover for each other, and play to their full roster that go the distance. A single star doesn’t win championships. They’re won by everyone on the field doing their part.

The Same Is True in the Church

The cell church operates on the same principle. Real, lasting change happens only when every member embraces the priesthood of all believers — the truth that ministry isn’t reserved for a gifted few, but entrusted to the whole body.

“But you are a chosen people, a royal priesthood, a holy nation, God’s special possession, that you may declare the praises of him who called you out of darkness into his wonderful light.” (1 Peter 2:9)

Every believer is a minister. Every believer carries the Spirit. Every believer has a role to play.

Ralph Neighbor captures this beautifully in his book Christ’s Basic Bodies: Embracing God’s presence, power, and purpose in true biblical community. He describes the church as “a community formed and baptized by the Holy Spirit. Each member is led by the embodied Christ, who edifies and reveals his presence, power, and purpose through them.”

Christ was never meant to reveal His presence, power, and purpose through the pastor or a handful of leaders alone. He intends to reveal Himself through every member. Paul makes this explicit when he describes why leaders exist in the first place:

“So Christ himself gave the apostles, the prophets, the evangelists, the pastors and teachers, to equip his people for works of service, so that the body of Christ may be built up.” (Ephesians 4:11–12)

Notice the order. Leaders aren’t given to do the ministry for the church — they’re given to equip the church to do it. The pastor’s job isn’t to be the star player carrying the team on his back. It’s to train every member to play their position well.

What Happens When Everyone Gets Equipped

When equipping becomes a whole-church value instead of a program for a few, the results are hard to miss:

The body starts functioning as Paul described it — many parts, one purpose, no member sidelined. “Now you are the body of Christ, and each one of you is a part of it” (1 Corinthians 12:27). When every part is engaged, the church stops depending on the strength of one or two leaders and starts drawing on the combined gifts of the whole congregation.

Members move from spectators to participants. Instead of showing up to watch ministry happen, they discover their gifts, use them, and grow in confidence as they do. Peter writes, “Each of you should use whatever gift you have received to serve others, as faithful stewards of God’s grace in its various forms” (1 Peter 4:10). Equipping gives people the tools and the permission to do what Scripture already calls them to do.

Leadership multiplies rather than bottlenecks. When the whole church is equipping new cell leaders, coaches emerge naturally. The mission doesn’t stall out waiting for the pastor to train every leader personally.

And ultimately, the Great Commission gets carried forward by a whole team, not a handful of players. Jesus didn’t commission the professionals — He commissioned the whole church: “Therefore go and make disciples of all nations… teaching them to obey everything I have commanded you” (Matthew 28:19–20). That mission was always meant to be shouldered by everyone.

The Training Track: A Tool for Equipping

One of the most valuable tools cell churches have for this is the training track — a clear, intentional pathway that walks a person from new believer to cell group leader, helping them discover and use the gift God has given them along the way. A good training track doesn’t just transfer information; it moves people, step by step, toward active ministry.

Imagine the Body Fully Functioning

Imagine what the body of Christ could accomplish if every member — not just the pastor, not just the paid staff, not just a few gifted volunteers — were functioning exactly as God intended. That’s the vision behind equipping the whole church. It isn’t a nice extra; it’s the strategy Jesus Himself designed for His church to fulfill its mission.

It’s our job to help equip those members. And when we do, we don’t just build a stronger church — we build the team God always intended for His people.

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Portuguese blog:

É Preciso uma Equipe: O Poder de Treinar Toda a Igreja
por Aaron Lemuel de la Torre, Iglesia Bautista de la Comunidad, Hidalgo, Texas

Grande parte do mundo interrompeu recentemente suas rotinas de verão para assistir às seleções nacionais competindo na Copa do Mundo. Em breve, grande parte dos Estados Unidos organizará sua agenda de outono em torno de um time favorito de futebol americano universitário ou profissional. O esporte talvez seja o que mais se aproxima de uma linguagem universal — e é sempre inspirador ver uma equipe buscar e alcançar um objetivo grandioso em conjunto.

Uma característica aparece repetidamente em equipes campeãs: a capacidade de jogar como um time. Muitas equipes têm um ou dois jogadores-estrela, mas são aquelas que compartilham a bola, cobrem uns aos outros e utilizam todo o elenco que vão longe. Uma única estrela não ganha campeonatos. Eles são conquistados quando todos em campo fazem a sua parte.

O Mesmo Vale para a Igreja
A igreja em células opera com base no mesmo princípio. Mudanças reais e duradouras acontecem apenas quando cada membro abraça o sacerdócio universal dos crentes — a verdade de que o ministério não está reservado a alguns poucos talentosos, mas foi confiado a todo o corpo.

“Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.” (1 Pedro 2:9)

Todo crente é um ministro. Todo crente carrega o Espírito. Todo crente tem um papel a desempenhar.

Ralph Neighbor expressa isso de forma bela em seu livro Christ’s Basic Bodies: Embracing God’s presence, power, and purpose in true biblical community (Corpos Básicos de Cristo: Abraçando a presença, o poder e o propósito de Deus na verdadeira comunidade bíblica). Ele descreve a igreja como “uma comunidade formada e batizada pelo Espírito Santo. Cada membro é guiado pelo Cristo encarnado, que edifica e revela Sua presença, poder e propósito por meio deles.”

Nunca foi intenção de Cristo revelar Sua presença, poder e propósito apenas por meio do pastor ou de um punhado de líderes. Ele deseja revelar-Se por meio de cada membro. Paulo deixa isso explícito ao descrever a razão da existência dos líderes:

“E ele mesmo designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com o fim de preparar o seu povo para as obras do serviço, para que o corpo de Cristo seja edificado.” (Efésios 4:11–12)

Observe a ordem. Os líderes não são dados para realizar o ministério pela igreja — eles são dados para capacitar a igreja a realizá-lo. O papel do pastor não é ser o jogador estrela que carrega o time nas costas. É treinar cada membro para desempenhar bem a sua função.

O Que Acontece Quando Todos São Treinados
Quando o treinamento se torna um valor de toda a igreja, em vez de um programa para poucos, os resultados são evidentes:

O corpo começa a funcionar como Paulo descreveu: muitas partes, um propósito, nenhum membro deixado de lado. “Ora, vocês são o corpo de Cristo, e cada um de vocês é parte dele” (1 Coríntios 12:27). Quando cada parte está engajada, a igreja deixa de depender da força de um ou dois líderes e passa a contar com os dons combinados de toda a congregação.

Os membros deixam de ser espectadores e passam a ser participantes. Em vez de apenas comparecer para assistir ao ministério acontecer, eles descobrem seus dons, utilizam-nos e ganham confiança à medida que o fazem. Pedro escreve: “Cada um de vocês deve usar o dom que recebeu para servir aos outros, como fiéis despenseiros da graça de Deus em suas várias formas” (1 Pedro 4:10). A capacitação oferece às pessoas as ferramentas e a permissão para fazer aquilo para o que as Escrituras já as chamam.

A liderança se multiplica em vez de sofrer gargalos. Quando toda a igreja se dedica a treinar novos líderes de célula, mentores surgem naturalmente. A missão não estagna à espera de que o pastor treine pessoalmente cada líder.

E, por fim, a Grande Comissão é levada adiante por toda uma equipe, não apenas por alguns poucos jogadores. Jesus não comissionou os profissionais — Ele comissionou toda a igreja: “Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações… ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei” (Mateus 28:19–20). Essa missão sempre foi destinada a ser assumida por todos.

O Trilho de Treinamento: Uma Ferramenta para Capacitação
Uma das ferramentas mais valiosas que as igrejas em células possuem para isso é o trilho de treinamento — um caminho claro e intencional que conduz a pessoa desde a fase de novo convertido até a de líder de célula, ajudando-a a descobrir e utilizar o dom que Deus lhe deu ao longo do processo. Um bom trilho de treinamento não se limita a transmitir informações; Isso conduz as pessoas, passo a passo, em direção a um ministério ativo.

Imagine o Corpo em Pleno Funcionamento
Imagine o que o corpo de Cristo poderia realizar se cada membro — não apenas o pastor, não apenas a equipe remunerada, não apenas alguns poucos voluntários talentosos — estivesse funcionando exatamente como Deus planejou. Essa é a visão por trás de capacitar toda a igreja. Não se trata de um adicional agradável; é a estratégia que o próprio Jesus idealizou para que Sua igreja cumpra a sua missão.

É nossa tarefa ajudar a treinar esses membros. E, ao fazê-lo, não construímos apenas uma igreja mais forte — construímos a equipe que Deus sempre planejou para o Seu povo.

Spanish blog:

Se necesita un equipo: El poder de equipar a toda la Iglesia

Por Aaron Lemuel de la Torre, Iglesia Bautista de la Comunidad, Hidalgo, Texas

Gran parte del mundo interrumpió recientemente sus rutinas veraniegas para ver a sus selecciones nacionales competir en la Copa Mundial. Pronto, gran parte de Estados Unidos organizará su calendario de otoño en torno a su equipo favorito de fútbol americano universitario o profesional. El deporte es quizás lo más parecido a un lenguaje universal que tenemos, y siempre es inspirador ver a un equipo perseguir y alcanzar una meta ambiciosa juntos.

Una característica que se repite una y otra vez en los equipos campeones es la capacidad de jugar en equipo. Muchos equipos tienen uno o dos jugadores estrella, pero son los que comparten el balón, se apoyan mutuamente y juegan con todos sus jugadores los que llegan hasta el final. Una sola estrella no gana campeonatos. Se ganan cuando todos los jugadores en el campo cumplen con su parte.

Lo mismo ocurre en la Iglesia.

La iglesia celular funciona bajo el mismo principio. El cambio real y duradero solo se produce cuando cada miembro abraza el sacerdocio de todos los creyentes: la verdad de que el ministerio no está reservado para unos pocos dotados, sino que se confía a todo el cuerpo.

“Pero vosotros sois linaje escogido, real sacerdocio, nación santa, pueblo adquirido por Dios, para que anunciéis las virtudes de aquel que os llamó de las tinieblas a su luz admirable.” (1 Pedro 2:9)

Todo creyente es un ministro. Todo creyente lleva el Espíritu. Todo creyente tiene un papel que desempeñar.

Ralph Neighbor lo plasma maravillosamente en su libro Los cuerpos básicos de Cristo: Abrazando la presencia, el poder y el propósito de Dios en la verdadera comunidad bíblica . Describe la iglesia como “una comunidad formada y bautizada por el Espíritu Santo. Cada miembro es guiado por Cristo encarnado, quien edifica y revela su presencia, poder y propósito a través de ellos”.

Cristo nunca tuvo la intención de revelar su presencia, poder y propósito únicamente a través del pastor o de un puñado de líderes. Su propósito es revelarse a través de cada miembro. Pablo lo deja claro cuando describe la razón de ser de los líderes:

“Por eso Cristo mismo constituyó a unos, apóstoles; a otros, profetas; a otros, evangelistas; a otros, pastores y maestros, a fin de capacitar a su pueblo para la obra del ministerio, para la edificación del cuerpo de Cristo.” (Efesios 4:11-12)

Fíjense en el orden. Los líderes no son designados para realizar el ministerio de la iglesia, sino para capacitar a la iglesia para que lo haga. La labor del pastor no es ser la estrella que carga con el equipo sobre sus hombros, sino capacitar a cada miembro para que desempeñe bien su función.

¿Qué sucede cuando todos se equipan?

Cuando la capacitación se convierte en un valor para toda la iglesia en lugar de un programa para unos pocos, los resultados son innegables:

El cuerpo comienza a funcionar como lo describió Pablo: muchas partes, un solo propósito, ningún miembro marginado. “Ahora bien, ustedes son el cuerpo de Cristo, y cada uno de ustedes es un miembro de él” (1 Corintios 12:27). Cuando todas las partes participan, la iglesia deja de depender de la fuerza de uno o dos líderes y comienza a aprovechar los dones combinados de toda la congregación.

Los miembros pasan de ser espectadores a participantes. En lugar de asistir como observadores del ministerio, descubren sus dones, los utilizan y crecen en confianza al hacerlo. Pedro escribe: “Cada uno de ustedes debe usar el don que ha recibido para servir a los demás, como buenos administradores de la gracia de Dios en sus diversas formas” (1 Pedro 4:10). La capacitación les brinda las herramientas y la autorización para hacer lo que las Escrituras ya les piden.

El liderazgo se multiplica en lugar de crear cuellos de botella. Cuando toda la iglesia capacita a nuevos líderes de células, surgen mentores de forma natural. La misión no se estanca esperando a que el pastor capacite personalmente a cada líder.

En definitiva, la Gran Comisión la lleva a cabo todo un equipo, no solo unos pocos. Jesús no encomendó esta misión a los profesionales, sino a toda la iglesia: «Por tanto, vayan y hagan discípulos de todas las naciones, enseñándoles a obedecer todo lo que les he mandado» (Mateo 28:19-20). Esa misión siempre estuvo destinada a ser asumida por todos.

La vía de formación: una herramienta para equipar

Una de las herramientas más valiosas que tienen las iglesias celulares para esto es el programa de capacitación: un camino claro e intencional que guía a la persona desde que es un nuevo creyente hasta convertirse en líder de un grupo celular, ayudándola a descubrir y usar el don que Dios le ha dado en el proceso. Un buen programa de capacitación no solo transmite información; impulsa a las personas, paso a paso, hacia el ministerio activo.

Imagina el cuerpo funcionando a pleno rendimiento.

Imagina lo que el cuerpo de Cristo podría lograr si cada miembro —no solo el pastor, ni el personal remunerado, ni solo unos pocos voluntarios talentosos— funcionara exactamente como Dios lo planeó. Esa es la visión que impulsa la capacitación de toda la iglesia. No es un lujo, sino la estrategia que Jesús mismo diseñó para que su iglesia cumpliera su misión.

Nuestra labor es ayudar a capacitar a esos miembros. Y cuando lo hacemos, no solo construimos una iglesia más fuerte, sino que formamos el equipo que Dios siempre destinó para su pueblo.