By Robert Lay, Cell Church Ministry Brazil — www. celulas. com. br I pastored for fifteen years before discovering cell church ministry — and in all that time, no one taught me about shared leadership or team-based pastoral care. Seminary trained me ...
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Developing Teams in Cell Leadership

By Robert Lay, Cell Church Ministry Brazil — www.celulas.com.br

I pastored for fifteen years before discovering cell church ministry — and in all that time, no one taught me about shared leadership or team-based pastoral care. Seminary trained me to be a capable solo leader: a good preacher, a good counselor, a good shepherd. The goal was theological knowledge, the assumption being that sound doctrine would protect the church from heresy. The irony, of course, is that history’s greatest heresies were produced by scholars and theologians.

Jesus took a different approach. He gave his disciples very little formal theological instruction. His concern was practical: teach them the values of the Kingdom, show them how to serve, and help them understand that they needed each other. He lived these truths out daily as he moved among people. His goal was not to produce great individual leaders but to form a body — communities of believers who would care for one another after he was gone. That is what the early church was: not a monument watched over by a single guardian, but a living, giving, receiving movement of mutual care.

This pattern shows up even in 1 John 2:12-14, where fathers care for young men and young men care for children. A healthy cell reflects the same dynamic. No leader leads alone. Around every leader is a core of more mature members who share responsibility, support the vision, and care for those coming behind them.

This is what we must recover. Not a better version of solo leadership, but a return to the Jesus model — teams, mutual dependence, shared ministry.

Lord, help us relearn from you.

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Português blog

Desenvolvendo Equipes na Liderança Celular Por Robert Lay, Ministério da Igreja em Células Brasil — www.celulas.com.br

Fui pastor por quinze anos antes de descobrir o ministério da igreja em células — e durante todo esse tempo, ninguém me ensinou sobre liderança compartilhada ou sobre cuidado pastoral em equipe. O seminário me treinou para ser um líder solo competente: um bom pregador, um bom conselheiro, um bom pastor. O objetivo era o conhecimento teológico, com a suposição de que uma sólida doutrina protegeria a igreja contra a heresia. A ironia, é claro, é que as maiores heresias da história foram produzidas por estudiosos e teólogos.

Jesus adotou uma abordagem diferente. Ele deu muito pouco treinamento teológico formal aos seus discípulos. Sua preocupação era prática: ensinar-lhes os valores do Reino, mostrar-lhes como servir e ajudá-los a entender que precisavam uns dos outros. Ele viveu essas verdades diariamente enquanto se movia entre as pessoas. Seu objetivo não era produzir grandes líderes individuais, mas formar um corpo — comunidades de crentes que cuidariam uns dos outros depois que Ele fosse embora. Isso é o que a igreja primitiva era: não um monumento vigiado por um único guardião, mas um movimento vivo de cuidado mútuo, doando e recebendo.

Esse padrão aparece até mesmo em 1 João 2:12-14, em que os pais cuidam dos jovens e os jovens cuidam das crianças. Uma célula saudável reflete essa mesma dinâmica. Nenhum líder lidera sozinho. Em torno de cada líder há um núcleo de membros mais maduros que compartilham responsabilidades, sustentam a visão e cuidam daqueles que estão em crescimento.

É isso que precisamos recuperar. Não uma versão aprimorada da liderança solo, mas um retorno ao modelo de Jesus — equipes, interdependência, ministério compartilhado.

Senhor, ajuda-nos a reaprender contigo.

Spanish blog:

Desarrollando Equipos en el Liderazgo Celular Por Robert Lay, Ministerio de Iglesia Celular Brasil — www.celulas.com.br

Fui pastor durante quince años antes de descubrir el ministerio de la iglesia celular — y durante todo ese tiempo nadie me enseñó sobre liderazgo compartido ni sobre cuidado pastoral en equipo. El seminario me entrenó para ser un líder individual competente: un buen predicador, un buen consejero, un buen pastor. El objetivo era el conocimiento teológico, bajo el supuesto de que una doctrina sólida protegería a la iglesia de la herejía. La ironía, por supuesto, es que las grandes herejías de la historia fueron producidas por eruditos y teólogos.

Jesús tomó un camino diferente. Dio muy pocas instrucciones teológicas formales a sus discípulos. Su preocupación era práctica: enseñarles los valores del Reino, mostrarles cómo servir y hacerles entender que se necesitaban mutuamente. Vivió estas verdades día a día en su relación con las personas. Su objetivo no era producir grandes líderes individuales, sino formar un cuerpo — comunidades de creyentes que se cuidarían unos a otros después de que Él se fuera. Eso era la iglesia primitiva: no un monumento custodiado por un solo guardián, sino un movimiento vivo de cuidado mutuo, de dar y recibir.

Este patrón aparece incluso en 1 Juan 2:12-14, donde los padres cuidan de los jóvenes y los jóvenes, a su vez, cuidan de los niños. Una célula saludable refleja esa misma dinámica. Ningún líder lidera solo. Alrededor de cada líder hay un núcleo de miembros más maduros que comparten responsabilidades, sostienen la visión y cuidan de quienes están en crecimiento.

Esto es lo que debemos recuperar. No una versión mejorada del liderazgo individual, sino un retorno al modelo de Jesús — equipos, interdependencia, ministerio compartido.

Señor, ayúdanos a reaprender de ti.

Paul’s Focus on Team Ministry

By Mario Vega, www.elim.org.sv

Paul is one of the most prominent figures in Scripture and in the history of Christianity. For this reason, we tend to picture him as an exceptional man who fought alone for the cause of the gospel. But this image sells him short. The reality is that Paul was a catalyst for team ministry.

Scripture mentions roughly 100 people who partnered with Paul in the ministry. We easily connect him with Silas and Timothy, but many others labored alongside him — Asyncritus, Phlegon, Hermas, Patrobas, and Hermes, to name a few (Rom. 16:14). We don’t even know the names of some team members, since Paul refers to them simply as households, as in the case of Narcissus (Rom. 16:11) and Chloe (1 Cor. 1:11).

Notably, as the New Testament narrative progresses, the number of people associated with Paul grows. This is no accident. As his ministry matured and expanded, Paul intentionally drew in more collaborators — men and women he developed and entrusted with real responsibility. Through them, the gospel spread and took root. Paul delegated the care of the churches by appointing elders from among his disciples. And it was those same disciples who, after Paul’s death, gathered his letters and preserved them for future generations.

Paul’s ministry is a powerful model for us: gospel work is teamwork.

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Portuguese blog:

O foco de Paulo no ministério em grupo por Mario Vega, www.celulas.org.sv

Paulo é uma das figuras mais proeminentes das Escrituras e do cristianismo. Por isso, tendemos a vê-lo como um homem excepcional que lutou sozinho pela causa do Evangelho. No entanto, essa imagem não corresponde à realidade. Paulo foi, de fato, um catalisador do ministério em equipe.

A Bíblia menciona cerca de 100 pessoas que se associaram a Paulo na obra do ministério. É fácil relacioná-lo com Silas e Timóteo, mas muitos outros trabalharam ao seu lado — Asíncrito, Flegonte, Hermas, Pátrobas e Hermes, entre outros (Romanos 16:14). De alguns colaboradores nem sequer conhecemos os nomes, pois Paulo os menciona simplesmente como famílias, como no caso de Narciso (Romanos 16:11) e Cloe (1 Coríntios 1:11).

É significativo que, à medida que a narrativa do Novo Testamento avança, o número de pessoas associadas ao apóstolo também cresça. Isso não é coincidência. À medida que seu ministério amadureceu e se expandiu, Paulo intencionalmente trouxe mais colaboradores — homens e mulheres a quem ele formou e confiou responsabilidades reais. Por meio deles, o evangelho se expandiu e se consolidou. Paulo pôde delegar o cuidado das igrejas ao constituir anciãos dentre seus discípulos. E foram esses mesmos discípulos que, após a morte de Paulo, reuniram suas cartas e as preservaram para as gerações futuras.

O ministério de Paulo é um modelo poderoso para nós: a obra do evangelho é uma obra em equipe.

Spanish blog:

Los colaboradores de Pablo por Mario Vega, www.elim.org.sv

Pablo es una de las figuras más prominentes de las Escrituras y del cristianismo. Por eso, tendemos a verlo como un hombre excepcional que luchó en solitario por la causa del evangelio. Sin embargo, esa imagen nos impide ver lo que realmente fue: un catalizador del ministerio en equipo.

El Nuevo Testamento menciona a unas 100 personas que se asociaron con él en la obra del ministerio. Fácilmente lo relacionamos con Silas y Timoteo, pero hubo muchos otros que trabajaron a su lado — Asíncrito, Flegonte, Hermas, Patrobas y Hermes, entre otros (Ro. 16:14). De algunos colaboradores ni siquiera conocemos los nombres, pues Pablo los menciona simplemente como familias, como en el caso de la familia de Narciso (Ro. 16:11) y la de Cloé (1 Co. 1:11).

Es significativo que, a medida que avanza la historia bíblica, el número de personas asociadas con el apóstol vaya en aumento. Esto no es una casualidad. Conforme su ministerio fue madurando y ampliándose, Pablo incorporó deliberadamente a más colaboradores — hombres y mujeres—, a quienes formó y a quienes le confió responsabilidades reales. A través de ellos, el evangelio se extendió y se consolidó. Pablo pudo delegar el cuidado de las iglesias al nombrar ancianos entre sus discípulos. Y fueron esos mismos discípulos quienes, tras la muerte de Pablo, recogieron sus cartas y las preservaron para la posteridad.

El ministerio de Pablo es un poderoso modelo para nosotros: la obra del evangelio es un trabajo en equipo.

Team Ministry, Part 2

By Pedro and Isabel Saavedra, founding pastors of Centro Cristiano Nueva Vida, a cell church in Miami, Florida.

Yesterday, we ended with a question: will we ask the Builder of his church to help us examine our own purpose, so that the Builder and collaborators are truly pursuing the same goal? We believe that only with his help, and only when his grace opens our eyes to see clearly (Ephesians 1:17), will we grasp his divine purpose for the church — a purpose established before the foundation of the world (Hebrews 4:3).

Friend, if we want a team that can faithfully carry out what God has entrusted to us as his “co-workers,” then everything we do must be grounded in his eternal plan. We cannot afford to run ahead of the Lord on the fuel of our own enthusiasm and effort, chasing personal glory or man-made achievements. That is exactly what happened at the Tower of Babel — impressive activity, wrong foundation, devastating results (Genesis 11:4). We need to ask God, honestly and humbly, to free us from that same pride.

If we want a team truly focused on God’s building, the eyes of our hearts must remain fixed on the Lord — the author and finisher of our faith (Hebrews 12:2) — not on personal ambition, not on building an organization, a system, or a doctrine. None of those things will produce what God is after. Only life can impart life. Only what flows from him can bring his eternal purpose for the church to completion (Revelation 21:2–3).

So let us be honest with ourselves: we are not here to establish something of our own and then persuade others to join us. That path leads to discouragement, burnout, and eventually, abandonment of the ministry. When we build our own kingdom, we will eventually have to defend it — and that is exhausting work that God never asked us to do.

May the Holy Spirit grant us the wisdom to begin with the right purpose. God’s will must govern our lives, our activities, and the purpose of our teams. The apostle Paul saw this clearly and wrote about it in his letters: Romans 8:28–29 and Colossians 1:28 point to something far more solid and eternal — something from above (John 8:23), something of the Lord. Only what Jesus builds will remain. Only his work will stand when everything else fades.

That is the sure foundation on which to focus our team. Lord, help us.

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Portuguese blog:

Ministério em Equipe, Parte 2 Por Pedro e Isabel Saavedra, pastores fundadores do Centro Cristiano Nueva Vida, uma igreja em células em Miami, Flórida.

Ontem encerramos com uma pergunta em aberto: devemos pedir ajuda ao Construtor da sua igreja para rever nosso próprio propósito — de modo que Construtor e colaboradores estejam verdadeiramente perseguindo o mesmo objetivo? Acreditamos que somente com essa ajuda, e somente quando sua graça abrir nossos olhos para enxergar com clareza (Efésios 1:17), seremos capazes de compreender seu propósito divino para a igreja — um propósito estabelecido antes da fundação do mundo (Hebreus 4:3).

Amigo, se queremos uma equipe que possa cumprir fielmente o que Deus nos confiou como “cooperadores seus”, tudo o que fazemos deve estar fundamentado no seu plano eterno. Não podemos nos dar ao luxo de correr à frente do Senhor movidos pelo nosso próprio entusiasmo e esforço, perseguindo glória pessoal ou realizações feitas por mãos humanas. Foi exatamente isso que aconteceu na Torre de Babel — atividade impressionante, fundamento errado, resultados devastadores (Gênesis 11:4). Precisamos pedir a Deus, com honestidade e humildade, que nos livre desse mesmo orgulho.

Se queremos uma equipe verdadeiramente focada no edifício de Deus, os olhos do nosso coração devem permanecer fixos no Senhor — o autor e consumador da nossa fé (Hebreus 12:2) — não em ambições pessoais, não em construir uma organização, um sistema ou uma doutrina. Nada disso produzirá o que Deus busca. Somente a vida pode impartir vida. Somente o que flui dele pode levar a termo seu propósito eterno para a igreja (Apocalipse 21:2–3).

Sejamos honestos: não estamos aqui para estabelecer algo nosso e depois convencer outros a se juntarem a nós. Esse caminho leva ao desânimo, ao esgotamento e, por fim, ao abandono do ministério. Quando edificamos nosso próprio reino, mais cedo ou mais tarde precisamos defendê-lo — e esse é um trabalho exaustivo que Deus nunca nos pediu para fazer.

Que o Espírito Santo nos conceda a sabedoria para começar com o propósito certo. A vontade de Deus deve governar nossa vida, nossas atividades e o propósito das nossas equipes. O apóstolo Paulo enxergou isso com clareza e escreveu a respeito: Romanos 8:28–29 e Colossenses 1:28 apontam para algo muito mais sólido e eterno — algo do alto (João 8:23), algo do Senhor. Somente o que Jesus edifica permanecerá. Somente a sua obra ficará de pé quando todo o resto se desvanecer.

Esse é o fundamento seguro sobre o qual concentrar a equipe. Senhor, ajuda-nos.

Spanish blog

El Ministerio en Equipo, Parte 2

 Por Pedro y Isabel Saavedra, pastores fundadores de Centro Cristiano Nueva Vida, una iglesia celular en Miami, Florida.

Ayer terminamos con una pregunta abierta: ¿debemos pedirle ayuda al Constructor de su iglesia para revisar nuestro propio propósito, de modo que Constructor y colaboradores vayamos verdaderamente tras un mismo objetivo? Creemos que solo con esa ayuda, y solo cuando su gracia abra nuestros ojos para ver con claridad (Efesios 1:17), podremos comprender su propósito divino para la iglesia — un propósito establecido antes de la fundación del mundo (Hebreos 4:3).

Amigo, si queremos un equipo que pueda llevar fielmente lo que Dios nos ha encomendado como “colaboradores suyos”, todo lo que hacemos debe estar fundamentado en su plan eterno. No podemos darnos el lujo de correr adelante del Señor impulsados por nuestro propio entusiasmo y esfuerzo, persiguiendo gloria personal o logros hechos por manos humanas. Eso es exactamente lo que ocurrió en la Torre de Babel — actividad impresionante, fundamento equivocado, resultados devastadores (Génesis 11:4). Necesitamos pedirle a Dios, con honestidad y humildad, que nos libre de ese mismo orgullo.

Si queremos un equipo verdaderamente enfocado en el edificio de Dios, los ojos de nuestro corazón deben permanecer fijos en el Señor — el autor y consumador de nuestra fe (Hebreos 12:2) — no en ambiciones personales, no en construir una organización, un sistema o una doctrina. Nada de eso producirá lo que Dios busca. Solo la vida puede impartir vida. Solo lo que fluye de él puede llevar a término su propósito eterno para la iglesia (Apocalipsis 21:2–3).

Seamos honestos: no estamos aquí para establecer algo propio y luego convencer a otros de unirse a nosotros. Ese camino lleva al desánimo, al agotamiento y, finalmente, al abandono del ministerio. Cuando edificamos nuestro propio reino, tarde o temprano tenemos que defenderlo — y eso es un trabajo agotador que Dios nunca nos pidió hacer.

Que el Espíritu Santo nos conceda la sabiduría para comenzar con el propósito correcto. La voluntad de Dios debe gobernar nuestra vida, nuestras actividades y el propósito de nuestros equipos. El apóstolo Pablo lo vio claramente y escribió al respecto: Romanos 8:28–29 y Colosenses 1:28 apuntan a algo mucho más sólido y eterno — algo de arriba (Juan 8:23), algo del Señor. Solo lo que Jesús edifica permanecerá. Solo su obra quedará en pie cuando todo lo demás se desvanezca.

Ese es el fundamento seguro sobre el cual enfocar al equipo. Señor, ayúdanos.

Team Ministry, Part 1

By Pedro and Isabel Saavedra, founding pastors of Centro Cristiano Nueva Vida, a cell church in Miami, Florida.

Wikipedia defines teamwork simply as “work done by several people where each plays a part, but all share a common goal.” It’s a straightforward definition — but the concept runs far deeper than any encyclopedia entry can capture.

Team ministry wasn’t a human innovation. It was God’s idea from the beginning. When God created humanity in his image, he used the plural: “Let us make mankind” (Genesis 1:26). From the very first chapter of Scripture, community and collaboration are woven into God’s design. The apostle Paul understood this well, calling believers “God’s co-workers” (2 Corinthians 6:1) — not spectators, not lone rangers, but partners with the living God in his redemptive mission.

This changes everything about how we approach ministry. The work we are involved in is not our ministry — it is the ministry of Jesus Christ. He said it plainly: “I will build my church” (Matthew 16:18). Paul unpacks how this happens in Ephesians 4: the Son builds his church through ordinary believers, equipping them to build up the body of Christ (Ephesians 4:11–12). The Builder has a blueprint. Our role is to work within it.

Yet after years of walking through cell ministry and church life, we’ve had to face an honest question: how often have we quietly replaced God’s design with our own? How often have we built on our own foundation rather than his? Colossians 1:17 reminds us that Christ is before all things, and in him all things hold together — including our teams, our strategies, and our churches. The question we must keep asking is not “What are we building?” but “Are we building what he is building?”

Could it be that in our zeal to build, we have forgotten that the Builder already has his design, his method, and his materials? We need to pause and ask him to realign our purpose with his will.

In Part 2 tomorrow, we’ll explore God’s eternal purpose more deeply — and what it means to truly follow it. Grace and peace from God our Father and the Lord Jesus Christ.

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Portuguese blog:

Ministério em Equipe, Parte 1

Por Pedro e Isabel Saavedra, pastores fundadores do Centro Cristiano Nueva Vida, uma igreja em células em Miami, Flórida.

A Wikipédia define trabalho em equipe como “o trabalho realizado por várias pessoas, em que cada uma desempenha um papel, mas todas têm um objetivo em comum.” É uma definição simples — mas o conceito vai muito além do que qualquer enciclopédia pode capturar.

O ministério em equipe não foi uma inovação humana. Foi ideia de Deus desde o princípio. Quando criou a humanidade à sua imagem, ele usou o plural: “Façamos o homem” (Gênesis 1:26). Desde o primeiro capítulo das Escrituras, a comunidade e a colaboração estão tecidas no design de Deus. O apóstolo Paulo compreendeu isso plenamente, chamando os crentes de “cooperadores de Deus” (2 Coríntios 6:1) — não espectadores, não heróis solitários, mas parceiros do Deus vivo em sua missão redentora.

Isso muda tudo na forma como entendemos o ministério. A obra na qual estamos envolvidos não é nosso ministério — é o ministério de Jesus Cristo. Ele disse claramente: “Edificarei a minha igreja” (Mateus 16:18). Paulo explica como isso acontece em Efésios 4: o Filho edifica sua igreja por meio de crentes comuns, equipando-os para edificar o corpo de Cristo (Efésios 4:11–12). O Construtor tem um projeto. Nosso papel é trabalhar dentro dele.

No entanto, após anos caminhando no ministério de células e na vida da igreja, tivemos que nos fazer uma pergunta honesta: quantas vezes substituímos silenciosamente o design de Deus pelo nosso? Quantas vezes edificamos sobre nosso próprio fundamento em vez do dele? Colossenses 1:17 nos lembra que Cristo é antes de todas as coisas, e nele todas as coisas subsistem — incluindo nossas equipes, nossas estratégias e nossas igrejas. A pergunta que precisamos continuar fazendo não é “O que estamos edificando?” mas “Estamos edificando o que ele está edificando?”

Será que, em nosso zelo por edificar, esquecemos que o Construtor já tem seu projeto, seu método e seus materiais? Precisamos pausar e pedir a ele que realinhe nosso propósito com a sua vontade.

Na Parte 2, amanhã, exploraremos mais profundamente o propósito eterno de Deus — e o que significa verdadeiramente segui-lo. Graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo.

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El Ministerio en Equipo, Parte 1

Por Pedro y Isabel Saavedra, pastores fundadores de Centro Cristiano Nueva Vida, una iglesia celular en Miami, Florida.

Wikipedia define el trabajo en equipo como “el trabajo hecho por varias personas donde cada uno hace una parte, pero todos tienen un objetivo en común.” Es una definición sencilla, pero el concepto va mucho más profundo de lo que cualquier enciclopedia puede capturar.

El ministerio en equipo no fue una innovación humana. Fue idea de Dios desde el principio. Cuando creó a la humanidad a su imagen, utilizó el plural: “Hagamos al hombre” (Génesis 1:26). Desde el primer capítulo de las Escrituras, la comunidad y la colaboración están entretejidas en el diseño de Dios. El apóstol Pablo lo entendió bien, llamando a los creyentes “colaboradores de Dios” (2 Corintios 6:1) — no espectadores, no héroes solitarios, sino compañeros del Dios vivo en su misión redentora.

Esto cambia todo en nuestra manera de entender el ministerio. La obra en la que estamos involucrados no es nuestro ministerio — es el de Jesucristo. Él lo dijo claramente: “Edificaré mi iglesia” (Mateo 16:18). Pablo explica cómo sucede esto en Efesios 4: el Hijo edifica su iglesia a través de creyentes comunes, equipándolos para edificar el cuerpo de Cristo (Efesios 4:11–12). El constructor tiene un plano. Nuestro papel es trabajar dentro de él.

Sin embargo, después de años de caminar en el ministerio celular y la vida de la iglesia, hemos tenido que hacernos una pregunta honesta: ¿cuántas veces hemos reemplazado silenciosamente el diseño de Dios con el nuestro? ¿Cuántas veces hemos edificado sobre nuestra propia base en lugar de la suya? Colosenses 1:17 nos recuerda que Cristo es antes de todas las cosas, y en él todas las cosas subsisten — incluyendo nuestros equipos, nuestras estrategias y nuestras iglesias. La pregunta que debemos seguir haciéndonos no es “¿Qué estamos edificando?” sino “¿Estamos edificando lo que él está edificando?”

¿Será que en nuestro afán por edificar, hemos olvidado que el Constructor ya tiene su diseño, su método y sus materiales? Necesitamos detenernos y pedirle que realinee nuestro propósito con su voluntad.

En la Parte 2, mañana, exploraremos más a fondo el propósito eterno de Dios — y lo que significa verdaderamente seguirlo. Gracia y paz de parte de Dios nuestro Padre y del Señor Jesucristo.

Team Coaching

By Joel Comiskey, author of Groups that Thriveand From Twelve to Three

Research confirms what experienced cell church leaders already know: coaching is the single most important factor in small group health. In their study of 3,000 small-group leaders across 20 countries, Jim Egli and Dwight Marble (Small Groups, Big Impact) found coaching to be the decisive variable. The question isn’t whether to coach — it’s how to do it well as a team.

Team Coaching in Larger Churches

At a church like Elim in San Salvador, coaching happens through multiple layers of teams. I’ve had the privilege of attending zone pastor meetings and supervisory meetings there, and they are unmistakably team events — combining ministry time, strategic planning, and statistical analysis. (I describe Elim’s full coaching structure in detail in Passion and Persistence.) The size and complexity of Elim’s system is unique, but the principle applies everywhere.

Team Coaching in Smaller Churches

What does team coaching look like when a church has only five to fifteen cell groups? The structure is simpler, but the team dynamic still matters.

At my own church, Lyngate Vida, the pastoral team gathers all cell leaders once a month. I recommend this frequency as a baseline, though some churches will meet more or less often. During this time, the team rotates responsibilities: one person leads a fifteen-minute praise segment, another leads prayer, another gives a short teaching or exhortation, and another opens and closes the meeting. Rotating these roles each month keeps the team engaged and distributes ownership across the group.

Individual Coaching as a Team

Monthly group meetings aren’t enough on their own. Cell leaders also need personal, one-on-one care — and this too can be done as a team.

When Celyce and I recently multiplied our cell group, we became the coaches for the two couples we left behind in the original group. We meet with them monthly via Zoom, ask personal questions, surface any challenges they’re facing, and minister to them directly. Because each group submits a weekly cell report, we already know the statistics going in — which means our coaching time can focus on people, not just numbers.

This is the New Testament pattern. Jesus poured himself into a team. Paul traveled and planted churches with a team. Team ministry isn’t an organizational strategy — it’s the biblical norm. Whatever form it takes in your church, make sure team coaching is woven into everything you do in cell ministry.

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Supervisão de Equipes

Por Joel Comiskey, Grupos que Prosperame De Doze a Três

Eu costumo recomendar o livro de Jim Egli e Dwight Marble, Small Groups, Big Impact [Pequenos Grupos, Grande Impacto]. Os autores conduziram sua pesquisa entre três mil líderes de pequenos grupos em vinte países e concluíram que a supervisão era o fator-chave.

Sabemos que a supervisão é fundamental e, na semana passada, falei sobre ela como uma equipe pastoral. A equipe pastoral tem a oportunidade única de “treinar em equipe” seus subordinados.

Mas como funciona o ministério em equipe ao supervisionar os líderes?

Em uma igreja maior, como a Elim, há muitas equipes responsáveis por supervisionar os líderes de célula. Tive a alegria de participar de algumas dessas reuniões de supervisão e são, definitivamente, “eventos de equipe”. Tenho participado principalmente de reuniões de pastor de zona e de supervisão. Essas reuniões destacam o tempo do ministério, o planejamento estratégico e o controle de qualidade (análise de estatísticas). Em meu livro Passion and Persistence [Paixão e Persistência (tradução livre)], descrevo em detalhes a estrutura de supervisão na Elim.

Porém, e nas igrejas com células menores? Digamos que uma igreja tenha entre 5 e 15 grupos de células? Como é a supervisão de equipe nesses cenários?

Na minha própria igreja, Lyngate Vida, por exemplo, nos reunimos com todos os líderes de célula uma vez por mês. Recomendo esta frequência, se possível, embora algumas igrejas se reúnam com os líderes com mais frequência e outras, com menos. Por causa da Covid-19, nos reunimos no Zoom, embora antes realizássemos essas reuniões de supervisão de liderança na igreja.

Recomendo que a equipe pastoral alterne, durante este período de supervisão, o ministério com os líderes. Talvez o pastor principal dê um ensino ou uma exortação de 15 minutos. Outro membro da equipe conduz um tempo de louvor de 15 minutos entre os membros; outro membro da equipe conduz um tempo de oração de 15 minutos; e outro membro da equipe apresenta a reunião e a conclui. A equipe pode alternar nesses passos ministeriais da reunião a cada mês.

Mas e quanto a supervisão individual de líderes de célula em uma situação de equipe? Como funciona o ministério em equipe nessas situações? Na Nuevo Amanecer, estamos pedindo aos líderes que multiplicam células que, se possível, treinem os novos líderes sob seus cuidados. Por exemplo, Celyce e eu recentemente multiplicamos nosso grupo de células. Estávamos na nossa célula desde janeiro e agora começamos um novo grupo com outro casal.

Celyce e eu vamos supervisionar a equipe de líderes que deixamos para trás. Convidaremos os dois casais líderes deixados para trás na célula “mãe” a se encontrarem conosco via Zoom uma vez por mês. Faremos perguntas pessoais a eles, descobriremos quaisquer problemas que estejam enfrentando e, especialmente, ministraremos a eles. Já conhecemos as estatísticas dos grupos de células, pois cada grupo gera um relatório semanal de células.

O ministério em equipe é a norma do Novo Testamento. Jesus tinha sua equipe e o apóstolo Paulo também.

Vamos nos certificar de que o ministério em equipe faça parte de tudo o que fazemos no ministério de células, incluindo a supervisão dos líderes de células.

Spanish blog:

Supervisar en Equipo 

Por Joel Comiskey, Células Exitosas 

A menudo recomiendo el libro de Jim Egli y Dwight Marble, Grupos Celulares, Gran Impacto (Small Groups, Big Impact). Los autores llevaron a cabo su investigación con tres mil líderes de grupos celulares en veinte países y concluyeron que la supervisión era el factor clave. 

Sabemos que él es fundamental y, la semana pasada, hablé sobre la supervisión como equipo pastoral. El equipo pastoral tiene la oportunidad única de “supervisar en equipo” a sus subordinados. 

Pero ¿cómo funciona el ministerio en equipo al supervisar a los líderes? 

En una iglesia más grande, como Elim, hay muchos equipos que supervisan a los líderes celulares. He tenido la alegría de asistir a algunas de esas reuniones de supervisión y, definitivamente, son “eventos de equipo”. Principalmente, he asistido a reuniones de pastores de zona y de supervisión. Estas reuniones destacan el tiempo dedicado al ministerio, la planificación estratégica y el control de calidad (análisis de estadísticas). En mi libro Pasión y Persistencia (Passion and Persistence), describo en detalle la estructura de supervisión de Elim. 

Pero ¿qué pasa con las iglesias celulares más pequeñas? Digamos que una iglesia tiene entre 5 y 15 grupos celulares. ¿Cómo se ve la supervisión de las células en estos escenarios? 

En mi propia iglesia, Lyngate Vida, por ejemplo, nos reunimos con todos los líderes de células una vez al mes. Recomiendo esta frecuencia, si es posible, aunque algunas iglesias se reunirán con los líderes con mayor frecuencia y otras con menor. Debido al Covid-19, nos reunimos por Zoom, aunque anteriormente realizábamos estas reuniones de supervisión de liderazgo en la iglesia. 

Recomiendo que el equipo pastoral rote los privilegios a los líderes durante este tiempo de reunión. Quizás el pastor principal dé una enseñanza/exhortación de 15 minutos. Otro miembro del equipo dirige un tiempo de alabanza de 15 minutos entre los miembros; otro dirige un tiempo de oración de 15 minutos; y otro presenta la reunión y la concluye. El equipo podría rotar estos privilegios cada mes. 

Pero ¿qué pasa con la supervisión individual de los líderes celulares en situaciones de equipo? ¿Cómo funciona el ministerio en equipo en esas situaciones? En Nuevo Amanecer, estamos pidiendo a los líderes que multiplican células que supervisen a los nuevos líderes a su cargo, si es posible. Por ejemplo, Celyce y yo recientemente multiplicamos nuestro grupo celular. Habíamos estado con nuestro grupo celular desde enero y ahora hemos comenzado un nuevo grupo con otra pareja. 

Celyce y yo dirigiremos al equipo de líderes que dejamos atrás. Invitaremos a las dos parejas de líderes que quedan en la célula “madre” a reunirse con nosotros en Zoom una vez al mes. Les haremos preguntas personales, averiguaremos sobre cualquier problema que estén enfrentando y, especialmente, les ministraremos. Ya conocemos las estadísticas de los grupos celulares, ya que cada grupo entrega un informe semanal. 

El ministerio en equipo es la norma del Nuevo Testamento. Jesús tenía su equipo y también el apóstol Pablo.            

Asegurémonos de que el ministerio en equipo forme parte de todo lo que hacemos en el ministerio celular, incluida la supervisión de los líderes celulares.