By Andrew Kirk, Director of Generation 2 generation, Website – www.G2gMandate.org, Social Media – @G2gMandate Certain skill sets are needed to develop a team of coaches. This might mean the first step is to evaluate yourself and work on the ...
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Authentic Team Coaching

By Andrew Kirk, Director of Generation 2 generation, Website – www.G2gMandate.org, Social Media – @G2gMandate

Certain skill sets are needed to develop a team of coaches. This might mean the first step is to evaluate yourself and work on the principles needed to do this. Developing a team is developing people, and people get hurt if we are not adequately prepared to invest time with them. So let’s look at some principles.

Communicate well.  Excellent communication develops trust with your coaches. Communication is about vision and strategy, but also your underlying leadership values. It will mean being in touch with your coaches and communicating with understanding while also being vulnerable about your own life. Communication with passion and empathy connects with your team as people, not just as coaches.

Be available. Your team must know they can approach you. Having set times to meet as a team, and as individuals, will develop trust when you listen as well as when you speak into their lives.

Be reliable. Your coaches need you to be dependable and consistent in every area. They need to know you will press ahead, treating people equally. The key is consistency. Yes, you will have different relationships with different people, but the key is to treat everyone with respect.

Trust enough to delegate. This is huge for many Pastors. The church is their “baby.” The cells are their “vision and offspring.” But recognizing the gifts of your coaching teams and trusting them to coach their cell leaders without constant “interference” is extremely important. It is allowing them to make mistakes along the way. Remember that you made plenty of them!

Understand coaching. You are a coach to the coaches. If you have never coached a cell leader, you are in danger of trying to lead others who understand more than you. If you have been where they are, you gain respect and credibility. You can cheer them on and encourage with the words “been there, done it, I am with you!”

Be creative. Be the person that can lead a team through challenges and problems because you think outside the box. When your team gets stuck, you can help them get unstuck. When they meet a problem, you can help them get through it.

The goal is to glorify Jesus Christ by making disciples who make disciples. As we pour into our team members, they will in turn pass on what they have learned to each other and to their own teams. In this way, the cells will continue to bear fruit for God’s glory.

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Portuguese blog:

Uma supervisão autêntica

Andrew Kirk, Diretor do programa Generation 2 generation, Website – www.G2gMandate.org, Mídia Social – @G2gMandate

Há um conjunto de características e habilidades necessárias para desenvolver uma equipe de supervisores. Isso significa que os primeiros passos possivelmente sejam uma autoavaliação e trabalho nos princípios necessários para esta tarefa. Desenvolver uma equipe é desenvolver pessoas e as pessoas se machucam se não estivermos bem preparados para investir tempo nelas. Portanto, vamos pensar sobre alguns destes princípios.

Comunique-se bem. Uma comunicação de excelência traz confiança aos seus supervisores. Comunicação tem a ver com visão e estratégia, mas também com os valores de liderança que você traz. Isso significa que será necessário estar em contato com seus supervisores e comunicar-se com assertividade, mantendo-se aberto sobre sua própria vida. A comunicação aliada à paixão e à empatia permite a conexão com a sua equipe enquanto pessoas, não somente supervisores.

Esteja disponível. Sua equipe precisa saber que podem entrar em contato com você. Uma agenda definida para encontros em grupo e individualmente ajudará a estabelecer confiança quando você estiver ouvindo tanto quando estiver ministrando em suas vidas.

Seja confiável. Seus supervisores precisam que você seja confiável e consistente em todas as áreas. Eles precisam saber que você vai prosseguir, tratando todos da mesma maneira. A chave é a consistência. Sim, você terá relacionamentos diferentes com diversas pessoas, mas a chave é tratar todos com respeito.

Confie o suficiente para delegar. Isso é muito difícil para muitos pastores. A igreja é como se fosse “seu bebê”. As células são como “sua visão e seu legado”. Mas o reconhecimento dos dons em suas equipes de supervisores e a confiança depositada neles para que supervisionem sem sua constante “interferência” é algo muito importante. É a permissão para que cometam erros ao longo da caminhada. Lembre-se que você cometeu muitos erros também.

Entenda o processo de supervisão. Você é o supervisor dos supervisores. Se você nunca supervisionou um líder de célula, você corre o risco de tentar liderar pessoas que entendem mais do que você sobre este assunto. Se você já esteve em seus papéis, você ganha respeito e credibilidade. Você pode animá-los e encorajá-los com coisas do tipo “já passei por isso, estamos juntos!” .

Seja criativo. Seja a pessoa que consegue liderar uma equipe em meio a desafios e problemas porque consegue pensar “fora da caixa”. Quando sua equipe emperrar, você poderá ajuda-los a continuar a caminhada. Quando encontrarem um problema, você poderá ajuda-los a superar as dificuldades.

O objetivo é trazer glória a Jesus Cristo através da missão de fazer discípulos que fazem discípulos. À medida que nos derramamos sobre a vida de cada pessoa em nossa equipe, eles por sua vez, passarão adiante o que têm aprendido. Desta forma, as células continuarão a frutificar para a glória de Deus.

Spanish blog:

Por Andrew Kirk, Director de Generación 2, Sitio web – www.G2gMandate.org, Redes sociales – @ G2gMandate

Se necesitan ciertos conjuntos de habilidades para desarrollar un equipo de supervisores. Esto podría significar que el primer paso es evaluarse a sí mismo y trabajar en los principios necesarios para hacerlo. Desarrollar un equipo es desarrollar personas, y las personas se lastiman si no estamos adecuadamente preparados para invertir tiempo con ellos. Así que veamos algunos principios.

Comunicarse bien. La excelente comunicación genera confianza con tus supervisores. La comunicación tiene que ver con la visión y la estrategia, pero también con los valores de liderazgo subyacentes. Significará estar en contacto con tus supervisores, comunicarte con comprensión al mismo tiempo que ser vulnerable acerca con tu vida. La comunicación con pasión y empatía conecta con tu equipo como personas, no solo como supervisores.

Estar disponible. Tu equipo debe saber que pueden acercarse a ti. Habiendo establecido horarios para reunirse como equipo y como individuos, desarrollarás la confianza tanto cuando escuches como cuando hables a sus vidas.

Ser confiable. Tus supervisores necesitan que seas confiable y consistente en todas las áreas. Necesitan saber que tu seguirás adelante, tratando a las personas por igual. La clave es la coherencia. Sí, tendrás diferentes relaciones con diferentes personas, pero la clave es tratar a todos con respeto.

Confía lo suficiente para delegar. Esto es muy grande para muchos pastores, pues ven a la iglesia como su “bebé”. Las células son su “visión y su descendencia”. Pero reconocer los dones de sus equipos de supervisores y confiar en ellos para entrenar a sus líderes celulares sin una constante “interferencia” es extremadamente importante. Les permites cometer errores en el camino. ¡Recuerda que tu cometiste muchos de ellos!

Entiende la supervision. Tu supervisas a los supervisores. Si nunca has supervisado a un líder celular, corres el peligro de tratar de guiar a otros que entienden más que tu. Si has estado donde están, ganas respeto y credibilidad. Puedes ayudarlos y animarlos con las palabras “¡he estado allí, lo he hecho, estoy contigo!”

Ser creativo. Se la persona que pueda liderar un equipo a través de desafíos y problemas porque piensa fuera de la caja. Cuando tu equipo se atasque, puedes ayudarlos a seguir. Cuando se encuentran con un problema, tu puedes ayudarlos a superarlo.

El objetivo es glorificar a Jesucristo haciendo discípulos que hagan discípulos. A medida que nos volcamos a los miembros de nuestro equipo, ellos a su vez transmitirán lo que han aprendido entre ellos y a sus propios equipos. De esta forma, las células seguirán dando frutos para la gloria de Dios.

     

Team Ministry, part 2

By Pedro and Isabel Saavedra, founding pastors of Centro Cristiano Nueva Vida, a cell church in Miami, Florida.

In yesterday’s blog, I talked about asking the Lord of the Church to give us his vision for the church as a team of workers. We believe that only with his help and grace  (Ephesians 1.17) will we know his divine purpose for the church (Hebrews 4.3).

Friend, you and I have to base what we do on God’s eternal’s plan to fulfill His eternal purpose. This is the only way we can effectively minister as a team. We must remember that he has made us co-laborers through his grace. We must not run ahead of the Lord with our own “enthusiasm and effort” to achieve personal glory or man-made achievements. This is exactly what happened at the Tower of Babel (Genesis 11.4), and we need to ask God to help us avoid prideful motivations.

If we want a team focused on the building of God, the eyes of our heart must remain fixed on the Lord (Hebrews 12.2), who is the author and finisher of our faith, and not on any personal interest to serve. We must not try to build our own organization, or society, or system, or doctrine. None of that will lead to the building of God’s eternal purpose for his church (Revelation 21.2-3).

Remember that only life can impart life and bring to completion the purpose of our loving God. Friend, let’s not try to establish a human institution and then try to convince others to join us.  We will get discouraged, drop out, and leave the ministry if we’re trying to establish our “own kingdom” on earth.

May the Holy Spirit help us to be careful so that we start with the right purpose. God’s will and purpose should guide all our activities and the purpose of the team.  The apostle Paul saw it and wrote about this in his inspired letters (Romans 8: 28-29; Colossians 1.28). All of these words point to something more wonderful and eternal which we long for above (John 8.23). Only what Jesus does will remain and lead to God’s eternal’s purpose. That is a sure foundation on which to focus the team. The Lord help us.

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Portuguese blog:

Equipe Ministerial, parte 2

Por Pedro e Isabel Saavedra, pastores fundadores do Centro Cristiano Nueva Vida, uma igreja em células em Miami, Flórida.

No blog de ontem, eu falei sobre pedir ao Senhor da Igreja para nos dar sua visão para a igreja como uma equipe de trabalhadores. Nós acreditamos que somente com sua ajuda e graça (Efésios 1.17) nós conheceremos seu propósito divino para a igreja (Hebreus 4.3).

Amigo, você e eu temos que basear o que nós fazemos no plano eterno de Deus para cumprir seu propósito eterno. Esta é a única maneira de nós ministrarmos efetivamente como uma equipe. Nós devemos lembrar que ele nos fez cooperadores por meio de sua graça. Não devemos correr à frente do Senhor com nosso próprio “entusiasmo e esforço” para alcançar a glória pessoal ou realizações feitas pelo homem. Isso é exatamente o que aconteceu na Torre de Babel (Gênesis 11.4), e nós precisamos pedir a Deus que nos ajude a evitar motivações orgulhosas.

Se nós queremos uma equipe voltada para a edificação de Deus, os olhos do nosso coração devem permanecer fixos no Senhor (Hebreus 12.2), no autor e consumador de nossa fé, e não em qualquer interesse pessoal de servir; Não devemos tentar construir nossa própria organização, sociedade, sistema ou doutrina. Nada disso levará à construção do propósito eterno de Deus para sua igreja (Apocalipse 21.2-3).

Lembre-se de que somente a vida pode comunicar vida e levar a cabo o propósito de nosso amoroso Deus. Amigo, não vamos tentar estabelecer uma instituição humana e depois tentar convencer outros a se juntarem a nós. Ficaremos desanimados, desistiremos e deixaremos o ministério se nós estivermos tentando estabelecer nosso “próprio reino” na terra.

Que o Espírito Santo nos ajude a ter cuidado para que comecemos com o propósito certo. A vontade e o propósito de Deus devem orientar todas as nossas atividades e o propósito da equipe. O apóstolo Paulo viu e escreveu sobre isso em suas cartas inspiradas (Romanos 8: 28-29; Colossenses 1.28). Todas essas palavras apontam para algo mais maravilhoso e eterno pelo qual nós ansiamos acima (João 8.23). Somente o que Jesus fizer permanecerá e levará ao propósito eterno de Deus. Essa é uma base segura sobre a qual concentrar a equipe. O Senhor nos ajude.

Spanish blog:

El Ministerio en Equipo, part 2

Por Pedro y Isabel Saavedra, pastores fundadores de Centro Cristiano Nueva Vida, una iglesia celular en Miami, Flórida.

En primera parte de este blog la última pregunta que dejamos abierta fue si: ¿Debemos pedirle ayuda al EDIFICADOR DE SU IGLESIA para revisar “nuestro” propósito y así todos, EDIFICADOR Y COLABORADORES, vayamos tras un objetivo común? Creemos que solo con esa ayuda, que comenzará cuando Él por su gracia nos deje ver, nos revele, Efesios 1.17, nuestro estado actual y SU PROVISIÓN hecha desde el antes de la fundación del mundo, Hebreos 4.3, que podremos tener un equipo enfocado en el propósito divino.

Amado, tú y yo tenemos que estar fundamentados sobre el plan del Eterno para cumplir su propósito eterno, si queremos un equipo que pueda llevar adelante lo que por su gracia nos ha sido encomendado como “colaboradores” y no un equipo que corra con mucho “entusiasmo y esfuerzo” detrás de alcanzar lo que en la práctica nos es más que el “buen propósito de hombres naturales” que buscan un “nombre” sobre esta tierra. Así comenzó la confusión babilónica, Génesis 11.4

Si queremos un equipo enfocado en el EDIFICIO DE DIOS, Los ojos de nuestro corazón deben permanecer fijos en el Señor, Hebreos 12.2, en el AUTOR y CONSUMADOR, y no en ningún interés personal para servir; o el deseo de edificar o sostener alguna organización, o sociedad, o sistema o doctrina. Nada de eso edifica, nada de eso dará lugar al EDIFICIO de Dios, Apocalipsis 21.2-3, solo LA VIDA, formada, edificada y manifestada puede impartir vida y llevar a la terminación el propósito del Eterno.

Amados, con mucho temor delante del Señor decimos que no estamos aquí para establecer algo y, entonces, convencer, o intentar conseguir otros que se nos unan, no importa el nombre que le demos. Nos desanimaremos, abandonaremos o estaremos dando vueltas si solo estamos intentando conseguir personas para que adopten algo, lo tomen, lo acepten.

Que el Espíritu Santo nos ayude a ser cuidadosos para que comencemos con el propósito correcto. Todo lo que debe determinar nuestra vida, y toda nuestra actividad y por tanto la del equipo para el ministerio, tiene que ser el propósito de Dios. ¿Y cuál es el propósito de Dios? Su propósito no es edificar algo con fundamento en esta tierra, aunque le pongamos su nombre, todo a este nivel pasará con ella. Él quiere tener algo espiritual en la vida de su pueblo, algo de arriba, que revele plenamente su nombre.

El apóstol Pablo lo vio, y podemos verlo en las cartas inspiradas salidas de sus manos, Romanos 8.28-29; Colosenses 1.28, allí hay algo mucho más solido y prevaleciente, de arriba, Juan 8.23, del Señor, y eso PERMANECERÁ y llevará Al cumplimiento del propósito del Eterno. Ese es un fundamento seguro donde enfocar al equipo. El Señor nos ayude.   

     

Team Ministry, part 1

By Pedro and Isabel Saavedra, founding pastors of Centro Cristiano Nueva Vida, a cell church in Miami, Florida.

A definition of teamwork taken from Wikipedia is: “The work done by several people where each one plays a part, but all have a common goal.”

God had team ministry in mind when he created man in his image (Genesis 1.26-27 and 2.7-8). Notice that God created man in the plural (Genesis 2.15-16). The apostle Paul places a strong emphasis on our calling as “his co-workers” (2 Corinthians 6.1). These verses show us that God has clearly called us to minister in teams and to be his collaborators

It is clear to us that the work in which we are involved is not “our ministry” but rather the work of Jesus Christ. We must continually remember what Jesus said: “I will build my church” (Matthew 1.18). The apostle Paul shows us in Ephesians 4 about how God is doing this. The Son is building his church through lay ministers who will build up the body of Christ (Ephesians 4.11 -12).

After several years of our pilgrimage in the ministry of cell groups  and church life in general, we have noticed that we have often  left the Father’s design and replaced it with our own. We often want to build the church on our own foundation rather than God’s. We have to continually ask ourselves whether our team purpose is the same as the Creator of all things or whether it’s our own purpose (Colossians 1.17).

Could it be that we have forgotten that the builder, God, wants to build His church according to his design and plan? We have been trying to build for many years, but we need to ask him for help to review “our” purpose so that we might be aligned with his will.  

In part 2 (tomorrow), we will look a little more about God’s eternal purpose and our need follow it. Grace and peace from God our Father and the Lord Jesus Christ.

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Portuguese blog:

Equipe Ministerial, parte 1

Por Pedro e Isabel Saavedra, pastores fundadores do Centro Cristiano Nueva Vida, uma igreja em células em Miami, Flórida.

Uma definição de trabalho em equipe retirada da Wikipedia é: “é o trabalho feito por várias pessoas em que cada uma desempenha um papel, mas todas têm um objetivo comum”.

Deus tinha o ministério em equipe em mente quando criou o homem à sua imagem (Gênesis 1.26-27 e 2.7-8). Observe que Deus criou o homem no plural (Gênesis 2.15-16). O apóstolo Paulo enfatiza fortemente nosso chamado como “seus cooperadores” (2 Coríntios 6.1). Esses versículos nos mostram que Deus claramente nos chamou para ministrar em equipes e ser seus colaboradores

É claro para nós que a obra na qual estamos envolvidos não é “nosso ministério”, mas sim a obra de Jesus Cristo. Nós devemos nos lembrar continuamente do que Jesus disse: “Edificarei a minha igreja” (Mateus 1.18). O apóstolo Paulo nos mostra em Efésios 4 sobre como Deus está fazendo isso. O Filho está edificando sua igreja por meio de ministros leigos que edificarão o corpo de Cristo (Efésios 4.11-12).

Após vários anos de nossa peregrinação no ministério de grupos de células e vida da igreja em geral, nós notamos que muitas vezes deixamos o desígnio do Pai e o substituímos pelo nosso. Frequentemente, nós queremos construir a igreja em nosso próprio fundamento, e não no de Deus. Nós temos que nos perguntar continuamente se o propósito de nossa equipe é o mesmo que o Criador de todas as coisas ou se é nosso próprio propósito (Colossenses 1.17).

Será que nós esquecemos que o construtor, Deus, deseja construir Sua igreja de acordo com seu projeto e plano? Há muitos anos nós tentamos construir, mas precisamos pedir-lhe ajuda para rever o “nosso” propósito para que nós possamos estar alinhados com a sua vontade.

Na parte 2 (amanhã), nós veremos um pouco mais sobre o propósito eterno de Deus e nossa necessidade de segui-lo. Graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo.

Spanish blog:

El Ministerio en Equipo, parte 1

Por Pedro y Isabel Saavedra, pastores fundadores de Centro Cristiano Nueva Vida, una iglesia celular en Miami, Florida.

Desde que fuimos invitados a escribir algunos pensamientos acerca del ministerio en equipo en los grupos celulares, sentimos una poderosa carga de parte del Eterno acerca del objetivo del trabajo en equipo y a que debe orientarse el equipo de trabajo, en otras palabras, el propósito por el cual y para el cual hacemos lo que hacemos o el objetivo que buscamos cumplir.

Después de varios años de nuestro peregrinar en el ministerio de los grupos celulares en particular y la vida de iglesia en general, creemos que el rumbo trasado, el diseño del Padre se ha perdido y lo hemos sustituido por uno propio. Queremos edificar, pero ¿Qué?, ¿Es nuestro propósito o el propósito del equipo de trabajo el mismo del Creador de todas las cosas y el que es antes de todas ellas y les da subsistencia? Colosenses 1.17 

Una parte de la definición de trabajo en equipo tomado de Wikipedia es:es el trabajo hecho por varias personas donde cada uno hace una parte, pero todos tienen un objetivo en común.

A nosotros nos queda claro que la obra o ministerio en el que estamos envueltos no es “nuestro ministerio o nuestra obra o el ministerio del grupo”, y que además es un ministerio con un propósito muy claro. La obra y ministerio es del Señor Jesucristo, quien dijo: EDIFICARÉ MI IGLESIA, Mateo 1.18 y cuando el apóstol Pablo nos muestra al Hijo edificando, nos lo muestra obrando para la obra del ministerio: ¡LA EDIFICACIÓN DEL CUERPO DE CRISTO!, Efesios 4.11-12

El Eterno creó, Génesis 1.26-27 y 2.7-8 y allí mismo dejo claro su propósito para el hombre creado, que nos es ampliado en Génesis 2.15-16. El apóstol Pablo hace un marcado énfasis en nuestro llamado como “colaboradores suyos”, 2 Corintios 6.1. Entonces es definitivo que no nos podemos dar a la tarea de formar, juntar o establecer un equipo que no este claro y bien claro acerca del objetivo que persigue y que tenga aun más claro que no es un objetivo que nos toca determinar o definir, sino uno que ha sido previamente definido y establecido por aquel que nos llamó para “ser” sus colaboradores.

¿Será que mientras nos hemos lanzado a EDIFICAR, se nos ha olvidado que el EDIFICADOR, no solo quiere levantar SU EDIFICIO, sino que tiene su DISEÑO, MANERA y MATERIAL para edificarlo y es allí donde debemos mirar?; Llevamos muchos años tratando de EDIFICAR, ya pasamos los dos mil años de historia, ¿Cómo se ve el EDIFICIO?; ¿Cumple con EL DISEÑO ORIGINAL?; ¿Le agrada al Eterno lo que ve?; ¿Debemos pedirle ayuda para revisar “nuestro” propósito y así todos, EDIFICADOR Y COLABORADORES, vayamos tras un objetivo común?

En la próxima entrega miraremos un poco más acerca del propósito eterno y nuestra necesidad de partir desde allí. Gracia y paz de Dios nuestro Padre y del Señor Jesucristo.   

     

Team Coaching

By Joel Comiskey, Groups that Thrive and From Twelve to Three

I often recommend Jim Egli and Dwight Marble’s book, Small Groups, Big Impact. The authors conducted their research among three thousand small group leaders in twenty countries and concluded that coaching was the key factor.

We know coaching is critical and last week, I talked about coaching as a pastoral team.  The pastoral team has the unique opportunity to “team coach” those under them.

But how does team ministry work when coaching the leaders?

In a larger church, like Elim, many teams exist to coach the cell leaders. I’ve had the joy of attending some of those coaching meetings and they are definitely “team events.” I have mostly attended zone pastor meetings and supervisory meetings. These meetings highlight ministry time, strategic planning, and quality control (analyzing the statistics). In my book Passion and Persistence, I describe in detail the coaching structure at Elim.

But what about in smaller cell churches? Let’s say a church has between 5 to 15 cell groups? What team coaching look like in these scenarios?

In my own church, Nuevo Amanecer, for example, we meet with all of the cell leaders once per month. I recommend this frequency, if it is possible, although some churches will meet with the leaders more frequently and some less frequently. Because of Covid-19, we meet on zoom, although previously we held these leadership coaching meetings in the church.  

I recommend that the pastoral team rotates in ministering to the leaders during this coaching time.  Perhaps the lead pastor will give a 15-minute teaching/exhortation. Another team member leads a 15-minute praise time among the members, another team member leads a 15-minute prayer time, and another team member introduces the meeting and concludes. The team could rotate on these ministry spots each month.

But what about individual coaching of cell leaders in a team situation? How does team ministry work out in those situations? At Nuevo Amanecer, we are asking the leaders who multiply cells to coach the new leaders under their care, if possible. For example, Celyce and I recently multiplied our cell group. We had been with our cell since January and now have started a new group with another couple.

Celyce and I will coach the team of leaders we left behind. We will invite the two leader couples left behind in the “mother” cell  to meet with us via zoom once per month.  We will ask them personal questions, find out about any problems they are facing, and especially minister to them. We already know the statistics of the cell groups, since each group turns in a weekly cell report.

Team ministry is the New Testament norm. Jesus had his team and so did Paul the apostle. 

Let’s make sure team ministry is part of all we do in cell ministry, including coaching cell leaders.

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Portuguese blog:

Supervisão de Equipes

Por Joel Comiskey, Grupos que Prosperam De Doze a Três

Eu costumo recomendar o livro de Jim Egli e Dwight Marble, Small Groups, Big Impact [Pequenos Grupos, Grande Impacto. (tradução livre)]. Os autores conduziram sua pesquisa entre três mil líderes de pequenos grupos em vinte países e concluíram que a supervisão era o fator chave.

Sabemos que a supervisão é fundamental e, na semana passada, falei sobre a supervisão como uma equipe pastoral. A equipe pastoral tem a oportunidade única de “treinar em equipe” seus subordinados.

Mas como funciona o ministério em equipe ao supervisionar os líderes?

Em uma igreja maior, como a Elim, existem muitas equipes para supervisionar os líderes de célula. Tive a alegria de participar de algumas dessas reuniões de supervisão e são definitivamente “eventos de equipe”. Tenho participado principalmente de reuniões de pastor de zona e reuniões de supervisão. Essas reuniões destacam o tempo do ministério, planejamento estratégico e controle de qualidade (análise de estatísticas). Em meu livro Passion and Persistence [Paixão e Persistência (tradução livre)], descrevo em detalhes a estrutura de supervisão na Elim.

Porém e nas igrejas em células menores? Digamos que uma igreja tenha entre 5 a 15 grupos de células? Como é a supervisão de equipe nesses cenários?

Na minha própria igreja, Nuevo Amanecer, por exemplo, nos reunimos com todos os líderes de célula uma vez por mês. Recomendo esta frequência, se possível, embora algumas igrejas se reúnam com os líderes com mais frequência e outras com menos frequência. Por causa do Covid-19, nos reunimos no Zoom, embora antes realizássemos essas reuniões de supervisão de liderança na igreja.

Recomendo que a equipe pastoral alterne no ministério aos líderes durante este tempo de supervisão. Talvez o pastor principal dê um ensino / exortação de 15 minutos. Outro membro da equipe conduz um tempo de louvor de 15 minutos entre os membros, outro membro da equipe conduz um tempo de oração de 15 minutos e outro membro da equipe apresenta a reunião e conclui. A equipe pode alternar nesses passos ministeriais da reunião a cada mês.

Mas e quanto a supervisão individual de líderes de célula em uma situação de equipe? Como funciona o ministério em equipe nessas situações? Na Nuevo Amanecer, estamos pedindo aos líderes que multiplicam células para treinar os novos líderes sob seus cuidados, se possível. Por exemplo, Celyce e eu recentemente multiplicamos nosso grupo de células. Estávamos com nossa célula desde janeiro e agora começamos um novo grupo com outro casal.

Celyce e eu vamos supervisionar a equipe de líderes que deixamos para trás. Convidaremos os dois casais líderes deixados para trás na célula “mãe” para se encontrarem conosco via zoom uma vez por mês. Faremos perguntas pessoais a eles, descobriremos sobre quaisquer problemas que estejam enfrentando e, especialmente, ministraremos a eles. Já conhecemos as estatísticas dos grupos de células, pois cada grupo gera um relatório de célula semanal.

O ministério em equipe é a norma do Novo Testamento. Jesus tinha sua equipe e o apóstolo Paulo também.

Vamos nos certificar de que o ministério em equipe seja parte de tudo o que fazemos no ministério de células, incluindo supervisionar líderes de células.

Spanish blog:

Supervisar en Equipo 

Por Joel Comiskey, Grupos que Prosperan y De Doce a Tres 

A menudo recomiendo el libro de Jim Egli y Dwight Marble, Grupos Celulares, Gran Impacto (Small Groups, Big Impact). Los autores llevaron a cabo su investigación entre tres mil líderes de grupos celulares en veinte países y concluyeron que el supervisar era el factor clave. 

Sabemos que él es fundamental y la semana pasada hablé sobre el supervisar como equipo pastoral. El equipo pastoral tiene la oportunidad única de “supervisar en equipo” a sus subordinados. 

Pero ¿cómo funciona el ministerio en equipo al supervisar a los líderes? 

En una iglesia más grande, como Elim, existen muchos equipos para supervisar a los líderes celulares. He tenido la alegría de asistir a algunas de esas reuniones de supervisión y definitivamente son “eventos de equipo”. Principalmente he asistido a reuniones de pastores de zona y reuniones de supervisión. Estas reuniones destacan el tiempo del ministerio, la planificación estratégica y el control de calidad (análisis de las estadísticas). En mi libro Pasión y Persistencia (Passion and Persistence), describo en detalle la estructura de supervisión en Elim. 

Pero ¿qué pasa con las iglesias celulares más pequeñas? Digamos que una iglesia tiene entre 5 y 15 grupos celulares. ¿Cómo se ve la supervisión de las celulas en estos escenarios? 

En mi propia iglesia, Nuevo Amanecer, por ejemplo, nos reunimos con todos los líderes de células una vez al mes. Recomiendo esta frecuencia, si es posible, aunque algunas iglesias se reunirán con los líderes con más frecuencia y otras con menos frecuencia. Debido al Covid-19, nos reunimos en zoom, aunque anteriormente realizamos estas reuniones de supervisión de liderazgo en la iglesia. 

Recomiendo que el equipo pastoral rote en los privilegios a los líderes durante este tiempo de reunión. Quizás el pastor principal dé una enseñanza / exhortación de 15 minutos. Otro miembro del equipo dirige un tiempo de alabanza de 15 minutos entre los miembros, otro miembro dirige un tiempo de oración de 15 minutos y otro miembro presenta la reunión y concluye. El equipo podría rotar en estos privilegios cada mes. 

Pero ¿qué pasa con la supervisión individual de los líderes celulares en una situación de equipo? ¿Cómo funciona el ministerio en equipo en esas situaciones? En Nuevo Amanecer, estamos pidiendo a los líderes que multiplican las células que supervisen a los nuevos líderes a su cargo, si es posible. Por ejemplo, Celyce y yo recientemente multiplicamos nuestro grupo celular. Habíamos estado con nuestro grupo celular desde enero y ahora hemos comenzado un nuevo grupo con otra pareja. 

Celyce y yo dirigiremos al equipo de líderes que dejamos atrás. Invitaremos a las dos parejas de líderes que quedan en la célula “madre” a reunirse con nosotros a través de zoom una vez al mes. Les haremos preguntas personales, averiguaremos sobre cualquier problema que estén enfrentando y, especialmente, les ministraremos. Ya conocemos las estadísticas de los grupos celulares, ya que cada grupo entrega un informe celular semanal. 

El ministerio en equipo es la norma del Nuevo Testamento. Jesús tenía su equipo y también el apóstol Pablo.            
Asegurémonos de que el ministerio en equipo sea parte de todo lo que hacemos en el ministerio celular, incluido la supervisión de líderes celulares. 

     

No Lone Ranger

By Aaron Lemuel De La Torre, Iglesia Bautista de la Comunidad in Hidalgo, Texas , https://www.comunidadiglesia.com/

Being a pastor is a very rewarding calling, but it can also be a lonely role. The expected skills of pastors in the 21st century appear to be equivalent to that of a CEO of a fortune 500 company. Although many pastors know it is not their job to meet the expectations of every church member, it does become challenging to lead a church towards a mission on their own. In a cell-group church model, pastors have an opportunity to build up others to work alongside them as they make disciples that make disciples. Pastors should look to Jesus as the perfect example of discipling others to fulfill the mission of spreading the gospel.

When Jesus came to redeem humanity, his aim was to offer salvation to both the Jew and Gentile. The mission was unprecedented and at that time, and it might have seemed impossible to an outsider looking in. However, in the pursuit of the soul of every human from generation to generation, Jesus began by dedicating his time on earth to his twelve disciples.

The disciples were with Jesus during every aspect of life, which included but was not limited to the breaking of bread, teaching in the synagogue, performing miracles, enduring wavering support from fellow disciples, the crucifixion, and his appearance following his resurrection. The formation of each disciple was foundational to achieving the mission of spreading the gospel.

Jesus invested in each of his disciples, and his investment in each of them produced an innumerable amount of fruit. In fact, the spiritual lineage of every believer can be traced back to one of the disciples that lived in community with Jesus and was seen by Jesus as an individual that would be able to spread the good news. The development of each disciple happened in a close-knit community where even though they endured harsh circumstances, they never withstood them alone.

One of the greatest joys in ministry is having our weekly meeting with our pastoral staff that is paid and unpaid and discussing the blessings and challenges we are experiencing in ministry. We praise God for what he is doing and ask him to guide us as we face new challenges. Our senior pastor is not left with the burden of leading change on his own, on the contrary, we are intentional about supporting him as we proceed toward fulfilling the mission of our church.

As we continue to move forward with our cell-group church model it is our prayer that we continue to disciple more individuals that also catch the vision of making disciples that make disciples. Living in community through the cell-groups has created a community where the leaders are more understanding of the challenges of ministry and in turn, they are more supportive of the pastor. Our prayer is to have a ministry led by our senior pastor surrounded by the church leaders and members that can work together in the good and bad times towards fulfilling the great commission given by Jesus before he ascended to heaven.   

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Portuguese blog:

Nada de “lobos solitários”

Aaron Lemuel De La Torre, Iglesia Bautista de la Comunidad em Hidalgo, Texas , https://www.comunidadiglesia.com/

O ministério Pastoral é um chamado muito recompensador, mas também pode ser algo muito solitário. As habilidades que se esperam de um pastor no século 21 podem parecer semelhantes às de um Presidente de uma das maiores 500 empresas mundiais. Certamente muitos pastores já compreenderam que não é sua tarefa cumprir com as expectativas de cada um dos membros, mesmo assim, pode ser muito desafiador liderar uma igreja em sua missão, confiando nas suas próprias habilidades. No modelo celular, os pastores têm a oportunidade de desenvolver outras pessoas para trabalharem juntos para fazerem discípulos que fazem discípulos. Os pastores devem olhar para Jesus como o perfeito exemplo de como discipular pessoas para cumprirem a missão de espalhar o evangelho.

Quando Jesus veio redimir a humanidade, seu alvo era oferecer salvação tanto aos judeus como aos gentios. Era uma missão sem precedentes até então, e possivelmente pareceria impossível a alguém de fora que pensasse em seus objetivos. Entretanto, ao buscar a cada alma de cada ser humano, de geração em geração, Jesus iniciou sua tarefa dedicando seu tempo na terra aos seus doze discípulos.

Os discípulos acompanharam Jesus em cada um dos aspectos da vida, que incluiu além de muitas outras coisas: o partir do pão, o ensino na sinagoga, os milagres, o suportar a falta de apoio de seus discípulos, a crucificação e seu aparecimento após a ressurreição. A formação de cada um dos discípulos foi fundamental para o cumprimento da sua missão de espalhar o evangelho.

Jesus investiu em cada um dos seus discípulos, e seu investimento produziu uma colheita incomensurável. Na verdade, a linhagem espiritual de cada crente hoje em dia pode ser seguida até um daqueles discípulos que viveram em comunhão com Jesus e era visto pelo Mestre como um indivíduo que conseguiria espalhar as boas novas do evangelho. O desenvolvimento de cada discípulo aconteceu em uma comunidade muito próxima, onde apesar das circunstâncias adversas, eles nunca tiveram que suportar algo sozinhos.

Uma das maiores alegrias do ministério pastoral é nosso encontro semanal com a equipe pastoral, tanto os de ministério remunerado como os voluntários, onde compartilhamos as bênçãos e desafios que estamos experimentando em nosso trabalho. Nós louvamos a Deus pelo que Ele tem feito e pedimos que Ele nos guie à medida que enfrentarmos novos desafios. Nosso Pastor Principal não sofre com o desgaste de liderar a mudança sozinho, pelo contrário, nós intencionalmente o apoiamos à medida que caminhamos para cumprirmos nossa missão como igreja.

À medida que continuamos o trabalho em nosso modelo celular, nossa oração é que continuemos a discipular mais indivíduos que possam compreender a visão de fazer discípulos que fazem discípulos. Viver em uma comunidade baseada nas células formou em nós uma comunidade onde os líderes compreendem melhor os desafios do ministério pastoral e como consequência disso, tendem a apoiar seu pastor. Nossa oração é termos um ministério liderado pelo Pastor Principal, apoiado por líderes e membros que trabalhem juntos nos momentos bons e maus, com o objetivo de cumprir a grande comissão entregue por Jesus logo antes de sua ascensão.

Spanish blog:

No al Llanero Solitario 

Por Aaron Lemuel De La Torre, Iglesia Bautista de la Comunidad en Hidalgo, Texas, https://www.comunidadiglesia.com/ 

Ser pastor es un llamamiento muy gratificante, pero también puede ser un papel solitario. Las habilidades esperadas de los pastores en el siglo XXI parecen ser equivalentes a las de un director ejecutivo de una empresa de la lista Fortune 500. Aunque muchos pastores saben que no es su trabajo cumplir con las expectativas de cada miembro de la iglesia, se convierte en un desafío llevar a una iglesia hacia una misión por sí mismos. En un modelo de iglesia celular, los pastores tienen la oportunidad de formar a otros para trabajar junto a ellos mientras hacen discípulos que hacen más discípulos. Los pastores deben mirar a Jesús como el ejemplo perfecto de discipular a otros para cumplir la misión de difundir el evangelio. 

Cuando Jesús vino a redimir a la humanidad, su objetivo era ofrecer salvación tanto al judío como al gentil. La misión no tenía precedentes y en ese momento, y podría haber parecido imposible a un extraño que mirara adentro. Sin embargo, en la búsqueda del alma de cada ser humano de generación en generación, Jesús comenzó por dedicar su tiempo en la tierra a sus doce discípulos. 

Los discípulos estuvieron con Jesús durante todos los aspectos de la vida, que incluían, entre otros, el partir el pan, la enseñanza en la sinagoga, la realización de milagros, el apoyo vacilante y constante de sus compañeros discípulos, la crucifixión y su aparición después de su resurrección. La formación de cada discípulo fue fundamental para lograr la misión de difundir el evangelio. 

Jesús invirtió en cada uno de sus discípulos, y su inversión en cada uno de ellos produjo innumerables frutos. De hecho, el linaje espiritual de cada creyente se remonta a uno de los discípulos que vivió en comunidad con Jesús y fue visto por Jesús como un individuo que podría difundir las buenas nuevas. El desarrollo de cada discípulo sucedió en una comunidad muy unida donde a pesar de que soportaron duras circunstancias, nunca los resistieron solos. 

Una de las mayores alegrías en el ministerio es tener nuestra reunión semanal con nuestro grupo pastoral que es remunerado y no remunerado y discutir las bendiciones y desafíos que estamos experimentando en el ministerio. Alabamos a Dios por lo que está haciendo y le pedimos que nos guíe mientras enfrentamos nuevos desafíos. Nuestro pastor principal no se queda solo con la carga de liderar el cambio, por el contrario, tenemos la intención de apoyarlo a medida que avanzamos hacia el cumplimiento de la misión de nuestra iglesia. 

A medida que continuamos avanzando con nuestro modelo de iglesia celular, es nuestra oración que continuemos discipulando a más personas que también capten la visión de hacer discípulos que hagan más discípulos. Vivir en comunidad a través de los grupos celulares ha creado una comunidad donde los líderes comprenden mejor los desafíos del ministerio y, a su vez, apoyan más al pastor. Nuestra oración es tener un ministerio dirigido por nuestro pastor principal rodeado de los líderes y miembros de la iglesia que puedan trabajar juntos en los buenos y malos momentos para cumplir la gran comisión dada por Jesús antes de ascender al cielo. 

     

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