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"Surto Eletrônico" - 5 new articles

  1. Conferência que acontecerá em Londres está recebendo trabalhos
  2. 7º dia - Trinidad
  3. 6º dia - Havana/ Trinidad
  4. Lula Visita
  5. 5º dia - Havana
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Conferência que acontecerá em Londres está recebendo trabalhos

Blog do PPGCOM da Universidade Tuiuti do Paraná: 
Conferência que acontecerá em Londres está recebendo trabalhos: Estão sendo recebidos trabalhos para o “IVSA 2013 Conference, ―The Public Image”, congresso que acontecerá em julho em Londres. O prazo para a apresentação do resumo é até 31 de março de 2013. Os autores serão notificados até o final de abril.
 Outras informações podem ser obtidas pelo site IVSA: www.visualsociology.org(http://visualsociology.org/conference.html) ou pelo e-mail ivsacucr@gold.ac.uk 
Dentro do evento, há o grupo “ Graffiti, Affective Inscriptions and the New Expressions of Visibilities in the Urban Landscape”, organizado pelos pesquisadores brasileiros Tatiana Amendola Sanches e Tarcisio Torres Silva, ambos da Unicamp.
    

7º dia - Trinidad


Hoje foi um belo dia. Tudo certo. Planejei um passeio pela praia com o aluguel de uma bicicleta (3 CUC). Lindo o caminho, cheio de pequenas propriedades rurais e muito pouco movimento num país com gasolina cara para os padrões locais e muito poucos veículos. O trajeto foi leve na ida, apesar da distância considerável da praia.

No meio do caminho conheci duas brasileiras e um inglês que estavam num hotel no meio do caminho. Eles disseram que a praia ea muito bonita e acabei indo conhecer. O lugar era lindo, a água do mar era morna e transparente e havia uma estrutura boa, apesar de algumas particularidades próprias dos resorts de lá.

Uma delas é a arquitetura. São prédios densos, pouco parecidos com o que se encontra em outros resorts. Os serviços básicos estão ali (bar, portaria, segurança), mas há um que de calmaria no ar. O melhor de tudo é imaginar que a estrutura deles também é "social", no sentido de que qualquer turistas (aparentemente) poderia usufruir da estrutura, mesmo não estando alocado nas dependências. Cuba libre no bar, turistas europeus nas esterias. Valeu pelo visual e o descanso merecido no meio do caminho para a praia final.

Meus amigos acabaram indo embora. Foi um prazer falar em portugues depois de tantos dias arrastando um portunhol.  Continuei um pouco mais e depois fui para a praia de Ancón.

A praia é sim bonita,mas ainda fico com a anterior do hotel (playa de los amigos, acho). Descobri um passeio de snorkel por 10 CUC que talvez faça amanhã.

Delfim, sua mulher Terezinha e a neta deles

A volta, apesar de lindas paisagens, foi mais cansativa. Aliás, bem cansativa, mas cheguei bem a tempo para o BANQUETE que haviam me preparado por 8 CUC na casa do Delfim. Ótimo. Completo, com sobremesa (rocambole e café). Para terminar, 30 minutos de internet (3 CUC) e uma volta pela Plaza Mayor para ouvir um pouco de boa música cubana.

Artola

Lá conheci Artola, um cubano engraçado que me fez companhia. Contou-me várias coisas sobre os cubanos e a rotina de quem mora em Trinidad. Comemorava com seus amigos o aniversário de um deles. Tomavam rum cubano (não o Havana Club, mas um acessível na moeda deles). Enquanto isso, eu eu todos os outros turistas tomávamos cerveja em CUC...

Um dia para não esquecer.


    

6º dia - Havana/ Trinidad

Trinidad

Saí cedo da casa da Angela direto para o terminal de ônibus. 25 CUC até Trinidad. Uma fortuna no dinheiro cubano, o que seleciona o público interno do ônibus, em sua maioria feito de turistas transitando pelo país. Viagem tranquila, ar condicionado e belas paisagens, principalmente à beira mar.

Na chegada, uma pequena decepção. A casa de Yolanda estava cheia e ela me encaminhou para uma outra casa mais simples. Antes, porém, pedi para olhar a casa dela por dentro, já que tinha sido muito elogiada ainda em Havana. Ação corretíssima essa. As casas particulares de Trinidad são, no geral, lindas. A cidade preservou não só seus casarões, esquecidos pelo tempo e preservados pelo socialismo, mas também o mobiliário do século XIX dentro das casas.

Minha interpretação dessa preservação tem sim muito a ver com o socialismo. Móveis e outros objetos presentes nas casas dos anos 50 foram preservados ao não serem substituídos por outros mais modernos. Isso acontece de maneira generalizada na maioria das casas. Se bem cuidades, ficam com um aspecto estremamente charmoso, uma vez que tudo ali, assim como os carros nas ruas, pertencem a uma outra época. O lado negro da história é que imagino que há uma preservação também pois custaria caro ao bolso cubano substituir um móvel da casa por um outro mais moderno, seja ele qual for. Nesse impasse econômico, ganhou a preservação e o caráter aconchegante desses lugares e da cidade de uma maneira geral.

A casa em que fui alocado era a casa de Delfim e Terezinha. À tarde, dei um passeio rápido de reconhecimento na cidade e depois, leitura, planejamento e apaguei de cansaço numa cama boa, confortável (e nova).
    

Lula Visita


Uma pausa nos post para lembrar as declarações infelizes do nosso presidente que estão repercutindo tão mal na imprensa internacional. Expresso-me por da charge do Angeli hoje na Folha.
    

5º dia - Havana

Placa indicando o CDR de um quarteirão


O dia começou com uma conversa animada no café da manhã sobre os CDRs (Comitês de Defesa da Revolução).

Os CDRs são órgãos de controle e organização que são organizados por quarteirões. Em cada quarteirão há um presidente do comitê. Entre suas atribuições, estão a organização do quarteirão, atenção para questões de ordem de saúde pública, manutenção de vias, etc. Prezam também pela segurança, observam o comportamento de crianças e adolescentes e cumprem a função de mentores da família quando, por exemplo, observam que um adolescente não está frequentando a escola.

Para outros cubanos, o comitê também é visto como já diz o nome, aquele que defende a "revolução". Nesse caso, a função está ligada à vigilância. Ações subversivas, comentários contrários à posição oficial do governo e outros tipos de policiamento também podem ser alvo dos CDRs. O órgão é tão importante dentro da organização social em Cuba que existe até um museu em sua homenagem.

Uma das praças da Universidade de Havana. Veja o tanque como "adereço decorativo"


Depois da conversa sobre os CDRs, andai mais uma vez por dentro da linda Universidade de Havana, localizada no pé de um morro no bairro de Vedado. Dentro da Universidade, há um tanque de guerra que faz menção à participação dos estudantes na revolução. É um tanto quanto estranho um instrumento de violência enfeitando a praça pública de uma universidade.


Saindo de lá, resolvi andar novamente pelo Centro. Mas era sábado e, apesar do meu esforço de todo dia pegar um ônibus de linha como um cidadão comum, nesse dia cansei. Ônibus lotados e muita gente ficando para fora, como nos metrôs em horário de pico. Nesse dia cedi e fui pegar um taxi. Dei sorte de conseguir um táxi lotação, mais em conta do que os outros (10 MN para uma corrida de Vedado até o centro).

Teto do Museu de Belas Artes

No centro, visitei o Museu de Belas Artes (arte mundial). Ali você entende um pouco da importância geográfica da iha de Cuba. Uma quantidade significativa de quadros de pintores famosos como Velazquez, Goya, Rubens, Coubet e Gainsborough estão ali. As coleções estão separadas por países e é evidente a contribuição significativa da Espanha, claro, mas também da Inglaterra, França e Estados Unidos.
    

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