Traduzido por Gilmara Ebers Em 11 de abril, 2014, MasonLeads e o Center for the Advancement of Well-Being apresentou sua Quinta Conferência Anual Liderando para o Bem Estar. O tema deste ano foi Florescendo Juntos. Para dar a você uma ideia...

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  1. Florescendo Juntos
  2. Dando Passos em Direção às Metas: O que as Pesquisas Nos Dizem?
  3. Os Hábitos da Felicidade
  4. Três Razões Para Ser Inspirado por Nick Jujicic, Um Homem Sem Braços e Pernas
  5. 11 Razões para Ter, Amar, e Presentear: Buscando A Boa Vida (Revisão de livro)
  6. More Recent Articles

Florescendo Juntos

maio 7, 2014

By Kathryn Britton -

Em 11 de Abril de 2014, a MasonLeads e o Center for the Advancement of Well-Being  apresentaram sua Quinta Conferência Anual de Bem Estar. O tema deste ano foi Florescendo Juntos.  

 

Para dar a você uma ideia sobre este dia pedi a diversos participantes que me enviassem um parágrafo respondendo a pergunta, “Qual foi a coisa mais interessante, mais útil, ou mais significante que você aprendeu na conferência?”

Sara Oliveri, MAPP, é uma palestrante exuberante, e realiza ações para o alcance de melhor bem estar. Assista sua palestra  TEDx Two Steps to Happiness.  Sua tese do MAPP teve como título, Mulheres que florescem: uma estrutura de qualidade de vida para mulheres profissionais (Resumo).

Sara Olivieri

Passei a maior parte da conferência me preparando para minha própria apresentação, cujo tema foi sobre habilidades específicas dos Dois Passos para a Felicidade. Mas certamente aprendi muito com a palestra de Sonja Lyubomirsky. Ela compartilhou uma riqueza de gemas em pesquisas. Minhas favoritas incluíram:

  •  “Os níveis mais baixos de felicidade nas pessoas que estão divorciadas ocorre dois anos APÓS o divórcio.”
  • “Pessoas mais felizes são avaliadas como superiores em TODAS AS DIMENSÕES pelos supervisores.”
  • “Pessoas felizes são menos prováveis de morrer em acidentes de carro e menos prováveis de pegar um resfriado comum.”
  • “Aqueles que se tornam pais mais tarde são mais felizes do que as pessoas que têm filhos enquanto seus pares ainda não tiveram filhos.”

Jeff Salters tem paixão por desenvolvimento pessoal e profissional. Ele acumula mais de 20 anos de experiência com workshops, consultoria e coaching. Jeff prestou serviços para empresas como a Booz, Allen Hamilton e Accenture. Ele atualmente tem sua prática, Development Quest, LLC. Jeff trabalhou com empresas da Fortune 500, com agências governamentais e organizações não governamentais nos E.U. e internacionalmente. Envie e-mailpara o Jeff para mais informação.

Jeff Salters

Aprendi a lição mais útil na sessão de Shane Lopez, intitulada Orientação de Carreira de Pessoas que Transformaram o Trabalho em Vidas Felizes. Lopez é Cientista Sênior da Gallup e compartilhou estatísticas sobre como a maioria das pessoas infelizes é em seu trabalho. A solução dele não foi “Encontre um trabalho melhor”. A dica de Lopez foi: “A felicidade depende da bondade no trabalho da pessoa. Um bom trabalho é feito, e não encontrado.” Ele identificou cinco estratégias de desenho de vida que podem ser utilizadas para formar um ótimo trabalho:

  1. Faça um test drive com o futuro.
  2. Confie em seus instintos. Preste atenção se eles estão dizendo “você está no lugar certo” ou “saia daqui!”.
  3. Use seus pontos fortes.
  4. Redefina seu trabalho.
  5. Escolha o chefe certo.

Como treinadora e coach, as pessoas frequentemente me perguntam o que fazer quando odeiam seu trabalho. Lopez aconselha usarmos as cinco estratégias para transformar o trabalho que temos em um bom trabalho. Sua orientação incorpora muitas pesquisas que ele e outros conduziram no movimento da psicologia positiva, inclusive as entrevistas recentes com 106 pessoas que amam seu trabalho. Por exemplo, Lopez emprestou da Dra. Amy Wrzesniewski o conceito de redefinir o trabalho, e o que encoraja as pessoas a cultivar um significado positivo em seu trabalho. Achei que os insights de Lopez são um lembrete útil de que as pessoas não têm que meramente aceitar seu trabalho, mas podem dar passos ativos para melhorá-lo.

Louis Alloro, MAPP 2008, é um agente de mudanças cujo histórico e treinamento o coloca na interseção da Educação (ensinar e aprender) e Psicologia Positiva. Ele é professor do George Mason University Center for Consciousness and Transformation, e está trabalhando em um  Programa comunitário de mudança em Cleveland, Ohio. Louis escreveu artigos para PPND, dentre os quais muitos incorporam ideias sobre liderança social-emocional.

Kim Cameron deu uma palestra intitulada, Fomentando o Bem Estar Pela Liderança Positiva. Com ele aprendi que:

Slide de Kim

A liderança e energia são normalmente pensadas como a mesma coisa – líderes nem sempre tem   energia positiva.

Há três tipos de líderes ou gestores: Líderes de informação, líderes de influência, e líderes de energia.

A energia positiva não é meramente motivação (uma necessidade não atendida é um motivador).

  • Pergunta de pesquisa: Quando interajo com essa pessoa o que acontece com a minha energia?

As pesquisas de Cameron correlacionam energia positiva do gestor da unidade com satisfação no trabalho, bem estar, engajamento, enriquecimento das famílias (!!) e desempenho.

Caroline Miller está abrindo novas turmas de seu curso online, Your Happiest Life, com início em 5 de Maio. O conteúdo do curso inclui: “Durante 4 semanas estudaremos a ciência da felicidade, como estabelecer boas metas, como criar um ambiente que apoia o sucesso, e os hábitos e atitudes das pessoas felizes.” Clique aqui  para se inscrever.  Caroline também começou a oferecer um pacote de duas horas de coaching sobre forças e metas. Ela também escreveu  artigos PPND sobre  busca de metas, gratidão, e outros tópicos importantes.  

Houve diversas pesquisas interessantes compartilhadas na Conferência George Mason, mas a que ainda está repercutindo para mim é a apresentação do Dr. Rollin McCraty

Caroline Adams Miller

do Heart Math Institute, sobre o campo eletromagnético gerado pelo coração. Ele demonstrou com uma voluntária da audiência como a variabilidade do ritmo cardíaco muda dependendo das emoções geradas pelo coração. Ele demonstrou isso ao conectá-la ao programa de computador  EmWavesPro e fez perguntas que eram estressantes (“Você tem alguns segredos que não quer compartilhar?”) e perguntas que geraram amor (“Me conte sobre seu cachorro.”).

Por anos tenho estudado sobre pesquisas em meditação, pois induz mudanças no cérebro, reduz ansiedade e até melhora os relacionamentos, mas essa demonstração particular falou comigo, e quando cheguei em casa encomendei o programa EmWavesPro. Sou o tipo de pessoa que gosta de ver um impacto instantâneo de mudança na respiração, emoção e no relaxamento, e sei que isso trará muitas mudanças para mim, além disso será também outra ferramenta importante para usar com os clientes que esperam se beneficiar da meditação de maneiras diferentes.

O slide que “me pegou” foi o que mostrou o filho mais novo de McCraty e o cachorro da família ficarem com o ritmo cardíaco mais devagar quando ficaram juntos na sala. Qualquer pessoa que tem um animal de estimação sabe que a presença do animal é um comprimido instantâneo de amor, mas ver o ritmo cardíaco impresso foi revelador!

Sandy Lewis, MAPP 2007, é executiva de RH e supervisiona uma empresa no processo de falência após uma aquisição de sucesso. Ela está começando a procurar seu próximo trabalho / aventura aplicando a psicologia positiva para o bem estar e produtividade no trabalho.

O Dr. McCraty utilizou duas técnicas simples que podem levar a maior bem estar.

Em suma, aqui está a simples habilidade para a técnica de auto regulação que leva seu coração da incoerência à coerência.

Sandy Lewis

Passo 1. Reconheça o problema ou questão e os sentimentos relacionados.

Passo 2. Pratique respiração centrada no coração; inspire e expire 5 vezes lentamente enquanto você foca em seu coração. Isso é usar o conceito de percepção pela atenção no coração.

Passo 3. Faça uma tentativa sincera de experimentar um sentimento positivo regenerador. Visualize um tempo, lugar, pessoa, animal de estimação, etc. que faz você sentir apreciação, amor ou gratidão, por exemplo.

Passo 4. Após entrar nesse estado coerente, pergunte a si mesmo qual seria a atitude mais apropriada para lidar com a situação.

Aqui está o processo “Do Coração”.

Passo 1. Respiração centrada no coração, como descrita acima.

Passo 2. Ative e sustente o sentimento regenerador.

Passo 3. Irradie esse sentimento para si e para outros.

Kathryn Britton (veja minha bio acima)

Havia muitas ideias para escolher, mas a que me traz mais esperança é a ideia de que podemos afetar aqueles ao nosso redor ao alcançarmos maior coerência própria do coração, usando técnicas tais como essas descritas acima por Sandy.

Logo do Center for Advancement of Well-Being

O Dr. Mc Craty descreveu um estudo com 4 pessoas que foram conectadas aos fios para que a variação de seu ritmo cardíaco pudesse ser vista por um observador. 3 das  4 pessoas foram treinadas em técnicas para alcançar coerência do coração, a quarta desconhecia isso. O que tornou o experimento interessante foi o quarto participante. Mediante um sinal, não conhecido pelo quarto participante, ou outros três conduziram a técnica, com uma mudança observável em suas medidas de frequência cardíaca indicando maior coerência. O que tornou o experimento interessante foi que o ritmo cardíaco do quarto participante também mostrou maior coerência.

E se nós pudéssemos ajudar aqueles próximos de nós a alcançar mais coerência – mais calma e positividade – por trabalharmos com nosso próprio estado de coerência?

Tenho percebido que sou mais provável de ajudar os membros de minha família se acalmarem após situações de tensão se eu apenas me sentar calmamente com eles, talvez com meus braços ao seu redor, do que se eu conversar com eles. Talvez seja por essa razão. Podemos mudar outros por mudar a nós mesmos.

Roberta Baskin conta sua própria história abaixo. Ela trabalhará com David Cooperrider, e será uma contribuinte para os 51% que florescerão até 2051, conforme o desafio lançado pelo Dr. Martin Seligman.

Roberta Baskin

Como repórter de investigação por mais de 30 anos, eu tinha, como paixão, o foco na má conduta corporativa. Se as empresas fizessem coisas ruins, eu te contaria. Mas o o público fica cansado com a mídia que o deixa desesperado com os noticiários da noite. Eles querem saber o que funciona. Então, abri meu coração e mente para a ideia de que contar histórias que oferecem esperança e resiliência pode ter um impacto positivo.

A experiência da “Conferência de Liderar Para o Bem Estar” me energizou a pensar que espalhar luz em vez de escuridão pode fazer a diferença no mundo. Positividade. As palestras, sessões e livros que comprei estão contribuindo para que eu pense em como quero gastar meu tempo. Estou me dedicando a uma iniciativa na Case Western Reserve University, Weatherhead School of Management, com o Professor David Cooperrider em “negócios como um agente de benefício ao mundo.” Com um coração agradecido.

Elaine O’Brien, MAPP 2008, está completando seu terceiro ano no programa de doutorado em Cinesiologia: Psicologia do Movimento Humano, na Temple University. Ela é professora assistente em Psicologia Social na UPENN. Elaine tem uma mente afiada e corpo saudável, e acredita que um depende do outro. Ela já escreveu diversos artigos para a PPND sobre psicologia e desenvolvimento humano.  Ela palestra sobre a importância do movimento, mais recentemente sobre Fitness Sênior e Envelhecimento Ativo (na Columbia University) e sobre Emoção Positiva em Ação (na Temple University).

Elaine O’Brien

Ao descrever “Florescendo Juntos” como uma meta e um resultado, Nance Lucas, Diretora Executiva do Center for the Advancement of Well-Being, e professora associada do New Century College, convocou a conferência “Liderando Para o Bem Estar” na George Mason University. Recomendando “uma política de florescimento”, ampliação das lentes, e ganhos em igualdade, Nance discutiu como a estruturação da felicidade inclui “construir uma vida de vitalidade, propósito e resiliência.” Ela descreveu a importância de olhar para o bem estar com uma perspectiva multicultural. Ela também nos lembrou de que a ciência por trás da busca da felicidade atualiza a prática, e as práticas de bem estar atualizam a ciência.

Com dignitários, ícones, e estrelas em crescimento, esse evento anual atrai estudantes e profissionais. É um lugar onde a ciência e as inspirações abundam.

 


Mais informações

Cameron, K. (2008, 2012). Positive Leadership: Strategies for Extraordinary Performance. Edition 2. San Francisco: Berrett-Kohler.

More about Sonja Lyubomirsky’s research on happiness:
Lyubomirsky, L. (2013). The Myths of Happiness: What Should Make You Happy, but Doesn’t, What Shouldn’t Make You Happy, but Does.

More on Mariel Hemingway’s end-of-day keynote:
Mariel Hemingway Shares her Philosophy of Well-being

A new book out by one of the speakers, Todd Kashdan, and Robert Biswas-Diener:
Kashdan, T. & Biswas-Diener, R. (2014). The Upside of Your Dark Side: Why Being Your Whole Self–Not Just Your “Good” Self–Drives Success and Fulfillment. Hudson Street Press.

Lopez, S. (2013). Making Hope Happen: Create the Future You Want for Yourself and Others. Atria Books. Includes a story that Sandy Lewis told Shane.

 

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Kathryn Britton, MAPP '06, é engenheira de software, como coach trabalha com profissionais no aumento do bem estar, energia, e significado ((Theano Coaching LLC). Ela ensina conceitos de psicologia positiva no trabalho na Universidade de Maryland. Kathryn publicou recentemente o livro, ,Smarts and Stamina, no qual aborda o uso dos princípios da psicologia positiva para a construção de bons hábitos de saúde. Seu blog é Positive Psychology Reflections. Bio Completa.. Os artigos da Kathryn estão aqui.


     

Dando Passos em Direção às Metas: O que as Pesquisas Nos Dizem?

novembro 7, 2013

By Senia Maymin -

Durante 5 anos estudei motivação e os passos incrementais em direção a metas para minha pesquisa de Ph.D. Durante o mesmo período usei os passos incrementais publicando o Profit from the Positive com Margaret Greenberg. Com base nessas duas experiências, aqui estão minhas sugestões baseadas em pesquisa para dar passos incrementais no alcance de metas importantes:

1) Divida as grandes metas em pequenos passos

Se você tem que escrever um documento de 42 páginas para seu trabalho, e tem apenas sete dias para concluir, você deveria A) estabelecer a meta de concluir as 42 páginas em sete dias, ou B) estabelecer a meta de concluir 6 páginas no primeiro dia e continuar a reajustar essa meta de 6 páginas a cada dia?

Prova de matemática

Em 1981, os pesquisadores Albert Bandura e Dale Schunk testaram algo semelhante à pergunta acima. Bandura e Schunk trabalharam com crianças de 7 a 10 anos. Metade das crianças recebeu a sugestão de estabelecer uma meta para completar 6 páginas de problemas de matemática por sessão, e a outra metade recebeu a sugestão de estabelecer uma meta de completar 42 páginas de problemas de matemática durante sete sessões.

O que aconteceu? Pequenas submetas levaram ao término mais rápido e com respostas mais precisas do que uma grande meta. Isso tem sido demonstrado com tanta frequência que os pesquisadores agora consideram isso como um pressuposto.

Os resultados específicos do estudo original mostraram que as crianças com pequenas submetas completaram cada sessão em uma média de 21 minutos enquanto aquelas com uma grande meta levaram 29 minutos por sessão. Além disso, as crianças com pequenas submetas tiveram melhor desempenho, conseguindo acertar 80% dos problemas de matemática comparado a 40% para os estudantes com uma grande meta. Adicionalmente, as crianças que pensaram ativamente sobre as submetas menores tiveram maior confiança em suas habilidades, maior perseverança, e (o melhor resultado para eles está em meu livro) maior motivação intrínseca conforme medida pelo quanto eles escolhem voluntariamente resolver os problemas de matemática. Esse resultado, sobre estabelecer pequenas submetas, tem sido replicado com jovens adultos, funcionários do governo e estudantes universitários.

O que tudo isso significa em termos práticos? Se você quer alcançar alguma coisa, divida isso em pequenos passos e dê esses passos de maneira incremental. Em Profit from the Positive, fornecemos uma recomendação pormenorizada com relação a esse achado: encorajamos os leitores a “planejarem” em vez de apenas “fazerem”. Planeje os pequenos passos antes de mergulhar no grande projeto.

Quando você estiver planejando seus pequenos passos, você poderá criar um ritual sobre a aproximação do evento em seu calendário. Você poderia escolher trabalhar no escritório de sua casa toda manhã a partir das 8 h e 30 por meia hora ou em uma sala de conferência toda quarta ou sexta feira às 14 hs. Porque seria útil ritualizar o tempo e lugar de trabalhar em uma tarefa?

2) Transforme seu trabalho com as submetas em um hábito

Sentindo-se aliviado

Quando você planeja um horário e um lugar para começar a agir, você está plantando as sementes de um hábito. Os pesquisadores definem o hábito como uma ação desempenhada quase diariamente em um ambiente estável. Em um estudo de diário de comportamentos do dia a dia, o pesquisador Wendy Wood e colegas descobriram que quando as pessoas estão fazendo algo habitualmente, surgem dois resultados positivos:

1. As pessoas não precisam pensar sobre a ação que estão realizando e podem pensar em outras coisas enquanto realizam a ação.
2. As pessoas se sentem menos estressadas e têm uma intensidade mais baixa de emoções quando estão realizando ações habituais.

Desta maneira, os hábitos nos permitem libertar nossa mente e sentir menos estresse.

Durante os anos em que estávamos escrevendo Profit from the Positive, a Margaret e eu tínhamos uma reunião de uma hora toda sexta feira às 10 hs no meu horário e às 13 hs no horário dela. Isso era rotineiro em nossa agenda e nos permitiu seguir em frente com o projeto mesmo quando a Margaret tinha uma prática de coaching executivo em tempo integral, e enquanto eu estava realizando pesquisa em tempo integral. Ademais, ter pequenos petiscos de progresso bem sucedido FOI ótimo.

Por que poderia ser assim? Na literatura de aconselhamento clínico, Terry Trepper e colegas sugeriram que uma terapia com foco no curto prazo e no processo ajuda o paciente por formar um padrão bem sucedido de comportamento incremental. Isso faz sentido: se você está focado nos processos em curto prazo, então cada vez que o processo funciona bem, isso reforça os padrões comportamentais bem sucedidos.

3) Mantenha o foco no processo, e não nos resultados
Aqui está o estímulo. Às vezes é energizante dizer, “Vou escrever um livro,” ou “Vou ganhar $X.”. Pronto, você disse. Mas focar nos resultados o ajuda a dar passos para alcançar isso?

Você provavelmente não irá se sentar e escrever o livro todo. Você provavelmente irá escrever um capítulo ou o esqueleto. Para fazer isso, você provavelmente começará por colher alguma informação, ou por escrever algumas ideias relevantes para esse esqueleto ou capítulo. A meta “escrever um livro” é provável de acontecer em longo prazo e em um tempo distante. Em que você poderia manter o foco para se divertir no processo? Você poderia focar em como escreve, isso é, no processo de escrita. Você poderia focar em se certificar de descrever os benefícios e resultados chave de cada capítulo, e em destacar momentos quando as sugestões que você faz não funcionam. Desta maneira você teria um processo no qual trabalha para a melhora.

Os pesquisadores Lien Pham e Shelley Taylor estudaram sobre qual o melhor comportamento para alcançar uma meta: focar no processo ou focar no resultado. Eles descobriram que os estudantes que simulam o processo de estudar para um exame e focam nos bons hábitos de estudo têm uma nota melhor no exame de 5 a 7 dias depois, do que os estudantes que simulam os resultados de ter uma nota melhor. Os estudantes que simulam o processo também se saem melhor do que os estudantes que simulam o processo e o resultado. O que poderia estar acontecendo aqui? Os pesquisadores descobriram que focar no processo e nos bons hábitos de estudo diminui a ansiedade e aumenta o planejamento, ambos os quais ajudam a alcançar notas melhores.

Lançando dardos

Semelhantemente os pesquisadores Barry Zimmerman e Anastasia Kitsantas realizaram um estudo sobre ensinar meninas a jogar dardos. Durante as sessões de prática, foi dito às meninas com foco no processo para focarem nos dois últimos movimentos de cada lançamento: o movimento vertical do antebraço e a extensão do dedo em direção ao alvo. Às meninas que focaram no resultado foi dito que tentassem alcançar a pontuação numérica mais alta (entre 0 e 7) durante a sessão de prática. As meninas focadas no processo consistentemente tiveram desempenho melhor do que aquelas que focaram no resultado das habilidades  desempenho com os dardos.

O que isso significa para você? É fácil medir a si mesmo pelo resultado, mas prestar atenção ao processo pode leva-lo mais perto de onde você quer chegar. Como uma prévia de artigos futuros, isso é especialmente importante onde o projeto não está completamente claro, e se há algumas coisas para você aprender ao longo do caminho.

Em Suma
Resumindo, aqui estão as três partes da pesquisa que você mais precisa saber sobre passos incrementais: 

  • Escolha os pequenos passos da grande meta
  • Desenvolva um hábito
  • Foque mais no processo do que no resultado

Se você tomar essas medidas, provavelmente verá que é mais fácil trabalhar em um projeto importante.

Nota do Autor: Profit from the Positive foi publicado a menos de dois meses atrás. Para ver mais informações sobre o livro, assista esse trailer de 1.5 minutos no YouTube. Eu amaria ouvir sobre o que você acha. Sinta-se à vontade para me enviar e-mail diretamente.

 

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Fontes

Bandura, A., & Schunk, D. H. (1981). Cultivating competence, self-efficacy, and intrinsic interest through proximal self-motivation. Journal of Personality and Social Psychology, 41(3), 586.

Greenberg, M., & Maymin, S. (2013). Profit from the Positive: Proven Leadership Strategies to Boost Productivity and Transform Your Business, with a foreword by Tom Rath. McGraw Hill Professional.

Maymin, S. (2013). Why flimsy frameworks lead to behavior change for stuck individuals. Dissertation, Stanford Graduate School of Business.

Pham, L. B., & Taylor, S. E. (1999). From thought to action: Effects of process-versus outcome-based mental simulations on performance. Personality and Social Psychology Bulletin, 25(2), 250-260.

Trepper, T.S., Dolan, Y., McCollum, E.E., & Nelson, T. (2006). Steve de Shazer and the future of solution-focused therapy. Journal of Marital and Family Therapy, 32(2), 133-139. Abstract.

Wood, W., Quinn, J. M., & Kashy, D. A. (2002). Habits in everyday life: thought, emotion, and action. Journal of personality and social psychology,83(6), 1281. Abstract.

Zimmerman, B. J., & Kitsantas, A. (1997). Developmental phases in self-regulation: Shifting from process goals to outcome goals. Journal of Educational Psychology, 89(1), 29. Abstract.

Crédito das Fotos via Compfight com Creative Commons licenses
Problemas de matemática cortesia de woodleywonderworks
Sentindo-se aliviado cortesia de cfinke
Lançando dardos cortesia de Marjan Lazarevski

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Senia Maymin, MBA, MAPP, é co autora de Profit from the Positive (Beneficie-se do Positivo). Maymin é coach executivo de empreendedores e CEOs. Maymin lidera uma rede de coaches, é fundadora e editora chefe do PositivePsychologyNews.com. Ela recebeu seu PhD em comportamento organizacional pela Faculdade de Pós Graduação de Administração o da Universidade de Stanford. Bio completa. Os artigos da Senia estão aqui, seus artigos com Margaret Greenberg aqui, e com Kathryn Britton aqui.Os artigos da Senia estão aqui.


     

Os Hábitos da Felicidade

outubro 29, 2013

By Miriam Akhtar -

Sete anos atrás quando eu estava no MAPP da Universidade de East London tive um senso distinto de que há dois tipos de psicólogos: os pesquisadores e os profissionais praticantes. Eu estava definitivamente no último grupo. O “A” (para aplicada) em meu título de formação é importante. Nós não apenas adquirimos conhecimento, mas também o aplicamos, levando as ferramentas do campus para as comunidades.

Aprendizado comunitário

Aprendizado Comunitário
Três anos mais tarde encontrei o programa pioneiro Happy City Initiative (Iniciativa Cidade Feliz) no  Bristol Happiness Lectures (Palestras sobre Felicidade em Bristol) e reconheci que compartilhávamos um objetivo em comum. Uma das coisas pelas quais tenho mais paixão é ampliar o foco da saúde mental em particular na recuperação da depressão para aumentar a conscientização sobre intervenções da psicologia positiva como auto ajuda baseada em evidência.

Eu estava no processo de escrever Positive Psychology for Overcoming Depression (Psicologia Positiva Para Vencer a Depressão) e empenhada em traduzir as ferramentas para um programa comunitário de ações simples que poderiam ser utilizadas por qualquer pessoa, independentemente de idade, histórico ou nacionalidade, para aumentar e recuperar o bem estar. Então surgiu uma oportunidade para que eu colaborasse por meio do que eu estava fazendo e maneira individual na prática do coaching.

Adotar a atitude de crescimento, a qual tem se mostrado ser essencial em qualquer processo de inovação, assim você aprende em vez de rotular como sucesso ou fracasso aquilo que acontece (obrigada Carol Dweck), nos ajudou a formar o Happiness Habits program (programa dos Hábitos Felizes). Testamos o programa com grupos tão diversos como pais refugiados em escolas das cidades, voluntários de programas de caridade, e com profissionais atuantes nas áreas da saúde e educação.

Trabalhar com um grupo de pais, entre os quais muitos o inglês era sua segunda, terceira ou quarta língua foi fascinante, pois mostrou como os conceitos de amor, forças e bem estar atravessam culturas. A felicidade é uma linguagem universal.

Os Oito Hábitos da Felicidade

Após diversas iterações escolhemos os 8 hábitos da felicidade durante 8 sessões semanais. Nós os chamamos hábitos porque é preciso prática para transformar essas ações em algo que você faz automaticamente. Escolhemos 8 semanas seguindo o modelo dos programas de mindfulness, permitindo tempo adequado para que mudanças positivas ocorressem.

A beleza de um programa comunitário é que você tem o poder do contagio social a seu favor. Ao ensinar a um grupo sobre os hábitos da felicidade, ele não apenas pode compartilhar as ferramentas com amigos e família, mas à medida que seu bem estar aumenta isso também tem um efeito benéfico em outras pessoas e a felicidade se espalha com 3 graus de separação, como Christakis e Fowler têm demonstrado. Então você consegue o efeito cascata de aumentar e expandir o bem estar, e desta maneira construir resiliência individual e comunitária.

Aqui estão os 8 hábitos da felicidade que ensinamos no programa:

  1. Saboreie Experiências Positivas. Isso significa aprofundar a alegria pelas boas coisas da vida, assim você aproveita ao máximo uma experienciar positiva.
  2. Pratique a Gratidão. Apreciar as coisas boas da vida e o que está indo bem nos ajuda a colocar freios no viés mental da negatividade, este nos faz perceber o que está errado antes de percebermos o que está certo.
  3. Utilize suas Forças. Identificar e utilizar suas forças em vez de focar em suas fraquezas é uma maneira de construir bem estar e reduzir os sintomas da depressão.
  4. Viva a Vida Com Significado e Propósito. Cultivar a forma mais profunda de felicidade proporciona um senso de realização.
  5. Alimente Relacionamentos. Nossas conexões com outros são a fonte primária de felicidade e por isso elas precisam de muitos cuidados, amor e carinho.
  6. Aprenda o Otimismo. O otimismo é uma autodefesa psicológica. Estratégias de pensamento podem proteger você do pensamento pessimista que mantem seu humor para baixo.
  7. Construa Sua Resiliência. As boas novas são que a resiliência é “mágica ordinária”, e há muitas coisas que você pode fazer no dia a dia que ajudam você a resistir nas dificuldades.
  8. Direções Positivas. Trabalhar em direção a um objetivo nos dá um senso de progresso e realização.

Histórias sobre Impacto

Nós organizamos um resumo das maneiras pelas quais praticarmos os hábitos da felicidade pode beneficiar indivíduos, organizações e comunidades. As seguintes histórias indicam direções para o estudo do impacto.

“O benefício que temos tido de nossas sessões de segunda feira não tem preço! Muito obrigada por seus esforços. Ficarei muito feliz em participar quando você organizar o próximo. Comparado à terapia individual, esse programa é muito mais envolvente e útil em minha opinião, pois nos sentimos como um participante de igual para igual em vez de um cliente/vítima. Siga em frente com este trabalho fantástico”.

Uma comunidade de estrelas douradas

Um dos participantes no ano passado passou pelo término de um relacionamento no meio do curso. Ela ficou surpresa de ver que enfrentou muito bem o fim do relacionamento, pelo motivo de ter estado construindo a resiliência. Ter cultivado emoções positivas a ajudou a se proteger das dores do fim de um relacionamento.

O marido de um dos participantes estava passando por momentos difíceis com sua empresa por causa da recessão. Sua esposa compartilhou algumas das ferramentas simples de otimismo e o ajudou a desafiar o pessimismo que estava ameaçando leva-lo para baixo. Isso o ajudou a encontrar energia e motivação para colocar sua empresa de volta nos trilhos.

Durante o período que estávamos envolvidos com os Hábitos da Felicidade com os pais em uma escola primária, 3 das crianças foram nomeadas como “supercrianças” da semana, e receberam uma estrela dourada por realização e bom comportamento.

Nota do Autor: Neste outono estamos dirigindo o programa novamente como uma aula noturna aberta para todos os que chegarem às nossas portas. Segunda Feira Feliz acontece de 30 de setembro a 18 de novembro em Bristol. Venha participar se você está em West Country, RU! Preços com desconto terminam em 17 de setembro. Envie email  para ter mais informações.  

O programa Hábitos da Felicidade é parte de um pacote de intervenções da Happy City (Cidade Feliz) disponíveis para outras cidades do mundo. Se você está interessado em receber o treinamento em sua cidade, por favor, entre em contato.  

 


 

Referências

Akhtar, M. (2012). Positive Psychology for Overcoming Depression: Self-Help Strategies for Happiness, Inner Strength and Well-Being. London: Watkins. Review by Laura L. C. Johnson.

Akhtar, M. (2012). Positive Psychology Interventions with Depression. Positive Psychology News.

Christakis, N.A. & Fowler. J H. (2008). Dynamic spread of happiness in a large social network: longitudinal analysis over 20 years in the Framingham Heart Study. British Medical Journal, 337.

Dweck, C. (2007). Mindset: The New Psychology of Success. New York: Ballantine Books.

Masten, A. (2001). Ordinary magic: Resilience processes in development. American Psychologist, 56(3), 227-238.

The Happy City Initiative

 

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Miriam Akhtar, MAPP da Universidade de East London, é coach de psicologia positiva, consultora, treinadora e autora do Positive Psychology Training, onde ela é especialista em cursos breves como o Positive Psychology Masterclasses para pessoas ocupadas. Ela também é palestrante visitante nos programas de MAPP do RU e Portugal. Miriam é autora de Positive Psychology for Overcoming Depression (Psicologia Positiva Para Vencer a Depressão) e co produtora do The Happiness Training Plan (Plano de Treinamento da Felicidade). Ela é diretora do programa pioneiro Happy City Initiative (Iniciativa Cidade Feliz). Twitter: @pospsychologist. Bio Completa. Os artigos dela estão aqui.


     

Três Razões Para Ser Inspirado por Nick Jujicic, Um Homem Sem Braços e Pernas

outubro 28, 2013

By Shaen Yeo -

Nick Vujicic

Nick Vujicic entra no palco encarando uma plateia de 5000 pessoas que reservaram sua noite de sábado só para ouvi-lo falar. Ele é desajeitado, não mais alto que uma criança de 3 anos, mas quando ele terminou de falar, eu tinha me acabado de tanto rir, chorado diante de sua compaixão por outros, e ficado maravilhada por sua autenticidade.

Nick Vujicic nasceu com focomelia, uma condição congênita rara que envolve a malformação dos membros. Com apenas um pequenino pé ele desafiou as probabilidades e se tornou um comunicador motivacional, se casou e se tornou pai do bebê Kiyoshi. Como isso tudo foi possível? Eu me sento extasiada enquanto Nick revela estórias que capturam os momentos chave de sua vida.

Enquanto o observo mancar na plataforma colocada no palco, eu dou uma boa olhada para mim mesma. Aqui estão três razões porque sou inspirada pelo que ele representa e acredita.

1. Ele exala sinceridade.

Nick inicia sua palestra com a frase dita com frequência: “Você é lindo/a do jeito que você é”. Ele compartilha como era ridicularizado por alunos provocadores, “Você nunca vai conseguir,” ou “Você está destinado à solidão para o resto da vida porque ninguém nunca vai te amar.” Ele permitiu que eles determinassem seu valor. E até mesmo considerou se matar por afogamento na banheira.

Determinado a se afastar dessas mentiras, ele focou sua energia em acreditar em seu valor próprio e amor próprio. Ele se forçou a se afastar de experimentar vergonha e se permitiu a vulnerabilidade, cultivando ainda a resiliência mediante as palavras dos outros. Essa vulnerabilidade é o que Brene Brown define como “ser honesto com o que sentimos, sobre nossos medos, sobre o que precisamos e então pedir aquilo que precisamos.” Em vez de ser impulsionado pelo medo e as fraquezas, vulnerabilidade significa ser impulsionado pela coragem de ser você mesmo de maneira autêntica.

Ao tentar amar e ser ele mesmo, Nick escolheu o que Brown nomeia de sinceridade, (wholeheartedness), escolher se envolver no mundo e com o mundo de uma perspectiva honrosa e de mérito. Nick escolheu acreditar que ele não é definido pelo que outros veem ou pelo trabalho que ele tem feito. Em vez disso, ele faz escolhas que surgem de ele saber o que é importante para ele: família, auto compaixão e amor.

2. Ele exala gratidão

Nascido sem braços e pernas, ele é extremamente agradecido por seu pequeno pé (ou perna de frango, com ele diz com carinho) que o permite escovar os dentes, dirigir um carro, digitar no teclado do computador e muito mais.

Com o que tem, ele conseguiu viver uma vida independente, escrever 4 livros, e trazer inspiração para outros.

Ele explica que passar a vida se comparando a outros que são melhores, mais ricos, mais bonitos irá inevitavelmente gerar descontentamento. Por exemplo, se ele constantemente desejasse ter membros, não teria espaço mental para considerar novas ideias sobre alavancar suas pernas de frango de modo que elas alcancem seu potencial máximo.

O papel da gratidão para uma vida plena não é novo. Em suas pesquisas, Robert Emmons descobriu que ser agradecido traz benefícios físicos, psicológicos e sociais significantes. As pessoas que praticam a gratidão frequentemente relatam ter um sistema imunológico melhor, sono melhor, e mais positividade. Elas também se sentem menos sozinhas, menos isoladas e mais generosas.

Para Nick, ser agradecido significa focar no que ele tem, o que Emmons chama de afirmação da bondade: há coisas boas no mundo, e nós temos recebido algumas delas. Isso também fornece uma maneira para que Nick descubra de onde essa bondade vem, nas palavras de Emmons, isso é “reconhecer uma humilde dependência de outros”. Nick dá crédito a seus pais por lhe tratarem como um filho normal, a sua esposa Kanae por seu inabalável amor, e a Deus por lhe dar a vida para que inspire outros.

3. Ele exemplifica a bondade dos seres humanos

Após Nick ter concluído sua palestra, dois singapurenses se juntam a ele no palco. A primeira é Aishah Samad, uma ex-atiradora nacional de Singapura com 41 anos que contraiu uma infecção bacteriana severa em julho de 2012, esta levou finalmente a amputação de seus braços e pernas. O segundo é Jason Chee, um oficial da marinha que perdeu duas pernas e o braço esquerdo em um acidente de navio em dezembro de 2012.

Aishah Samad

Nick demonstra extrema humildade e empatia ao compartilhar que ele é sortudo porque nasceu sem braços e pernas. Enfrentamento para ele significa descobrir como fazer as coisas sem o que você nunca teve. Enfrentamento para eles é reaprender a fazer as coisas sem o que eles sempre tiveram, um trabalho significantemente mais difícil. Nesse momento, ele coloca esses outros, os sentimentos deles e as lutas deles, acima das suas.

Como CEO da empresa sem fins lucrativos Life Without Limbs, (Vida Sem Membros), e impulsionado por uma firme crença em Deus, Nick espera inspirar outros de que a esperança deve prevalecer apesar dos desafios e obstáculos na vida se a pessoa ainda não encontra forças para transpô-los. Nesse espírito, ele compartilha seus planos de fundar uma academia de treinamento para ensinar comunicadores a compartilhar essa mensagem, e estender essa oportunidade para Aishah e Jason.

O pesquisador Stephen Post sugere que há uma forte correlação positiva entre altruísmo (ou ajudar outros) e bem estar, saúde e longevidade. Em um estudo pela UnitedHealthCare e VolunteerMatch, com 4582 adultos americanos, 89 por cento respondeu que ajudar melhorou seu senso de bem estar, e 78 por cento relatou que isso os ajudou a se recuperarem de perdas e decepções. Ao fundar a Life Without Limbs, Nick alcança pessoas além dele mesmo, apoiando o amor e esperança em outros.

 

Referências

Brown, B. (2010). The Gifts of Imperfection: Let Go of Who You Think You’re Supposed to Be and Embrace Who You Are. Center City, MN: Hazelden Publishing.

Emmons, R. A. (2003). Personal goals, life meaning, and virtue: Wellsprings of a positive life. In C.L.M. Keyes (Ed.), Flourishing: The positive person and the good life (pp. 105-128). Washington, DC: American Psychological Association.

Post, S. G. (2011). The Hidden Gifts of Helping: How the Power of Giving, Compassion, and Hope Can Get Us Through Hard Times. San Francisco: Jossey-Bass.

United Healthcare & Volunteer Match (2010). Do Good, Live Well Study: Reviewing the benefits of volunteering.

Vujicic, N. (2012). Life Without Limits: Inspiration for a Ridiculously Good Life. WaterBrook Press.

 

Créditos de Imagens
Nick Vujicic de Wikimedia
Aishah Samad de AsiaOne Health, Lim Chea Rong, SPH, ST, Adrienne Ser

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Sha-En Yeo, MAPP 2011, é fundadora do Positive Education. Uma educadora com 10 anos de experiência, Sha-En é apaixonada por educação, parentalidade e por facilitar a criação de escolas de florescimento em comunidades. Por meio de workshops tais como os descritos em sua tese de mestrado do MAPP, ela espera potencializar e inspirar escolas a começarem o processo de transformação positiva, com um indivíduo de cada vez. Bio completa pendente. Os artigos de Sha-En estão aqui. Veja também o artigo de Amanda Horne sobre o trabalho de Sha-Em em educação positiva .


     

11 Razões para Ter, Amar, e Presentear: Buscando A Boa Vida (Revisão de livro)

junho 2, 2013

By Bridget Grenville-Cleave -

Nota do Editor: O Dia Do Memorial (feriado nacional na última segunda de Maio) nos Estados Unidos é oficialmente o dia de se lembrar daqueles que morreram enquanto serviam nas forças armadas. Mas para a maioria, esse é um tempo de se lembrar de todos aqueles que perdemos. Muitos de nós estaremos pensando em Chris Peterson, então essa é particularmente uma boa hora de fazermos uma revisão de seu último livro.

Chris Peterson “Diretor de Virtude”

Escolha qualquer capítulo do livro postumamente publicado por Chris Peterson, Pursuing the Good Life: 100 Reflections on Positive Psychology (Buscando a Boa Vida: 100 Reflexões sobre Psicologia Positiva) e você terá uma surpresa. Suas reflexões cobrem todo aspecto do que significa ser humano, e viver uma vida que vale a pena. Mesmo sexo, drogas e rock são brevemente mencionados, embora você não os encontre na lista do índice.

Este livro é de alguma maneira subestimado, o que reflete o estilo pessoal de Peterson. Apesar de seu status legendário como pioneiro da psicologia positiva (ex. como o co-criador do Inventário VIA de Forças de Caráter – juntamente com Martin Seligman), ele renunciou o status de deus do rock que outros em psicologia positiva parecem saborear. 

A capa é semelhantemente discreta. Ela não grita ‘psicologia positiva’ para você da prateleira. Para começar ela não é enfeitada com girassóis amarelos ou rostos sorridentes como tantos outros livros sobre felicidade. Como diz o velho ditado, não julgue esse livro por sua capa. É uma joia absoluta. Ele deveria ser leitura obrigatória para todo estudante de psicologia positiva. Esse livro merece ser um best seller.

Onze razões para ter, ler, e amar esse livro

11. Ele é compreensível. Esse livro é um compêndio fabuloso de insights concisos sobre a psicologia positiva. Ele abrange todos os suspeitos de costume, como propósito, emoções positivas, resiliência, relacionamentos, e outros tópicos diversos como ursinhos de pelúcia (Reflexão 54), gentileza (44), lágrimas (40), e o apelo sexual do bom caráter (29).

Se você é novato na psicologia positiva você não poderia encontrar livro melhor para instigar sua curiosidade e levar você a buscar novo conhecimento. Se você já é devoto da psicologia positiva (a menos que já leu todas as reflexões de Peterson em seu popular blog do Psychology Today, do qual esse livro surgiu) eu posso garantir que você encontrará algo novo, surpreendente e instigador do pensamento nesse livro.

10. Ele é organizado de forma brilhante. Isso significa que faz sentido ler do começo ao fim – há alguns links sensacionais relacionados a capítulos que você já leu e a capítulos que ainda

Chris gostava de mostrar fotos de bebês

lerá, para antecipar o desfrute. No entanto sua estrutura significa também que faz sentido mergulhar no livro, se esse for seu estilo preferido de leitura. Você não precisa ler de capa a capa; pode folhar o índice como eu fiz e aleatoriamente escolher um capítulo que chame sua atenção, ou simplesmente fechar seus olhos, abrir em uma página e ler onde cair. Seja qual for o método que você escolher para ler o livro, eu acho que funcionará.

9. Ele é sucinto. Nenhum dos capítulos têm mais de 4 ou 5 páginas, e eles são normalmente muito mais curtos e facilmente digeríveis. Isso significa que você provavelmente pode ler pelo menos alguns capítulos enquanto vai e volta do trabalho. Para mim essa é uma ótima maneira de gastar aquele tempo perdido, que você não está ocupando de outra maneira, ou desenvolvendo outra atividade de melhora do bem estar!

8. Ele é instigador do pensamento. Comecei a ler esse livro usando o método ‘mergulho’, começando pela reflexão 46, ‘Livros são importantes’. A brevidade do título me pegou. Talvez naquele dia alguma coisa sobre a educação do nosso filho mais novo estava na minha cabeça. Não me lembro bem. Mas fiquei presa desde o começo. É uma curta reflexão de apenas algumas páginas, sobre a essência de uma pesquisa feita em 2010 com 70,000 mil crianças de 27 países onde se descobriu que as crianças que crescem em uma casa com muitos livros (500 ou mais) permaneceram na escola 3 anos a mais do que as crianças de lares sem livros.

Antes que você comece a processar as objeções sobre educação dos pais, ocupação ou classe social, os achados do estudo foram independentes desses fatores. Agora, você tem que admitir que isso é algo incrível. Isso me faz pensar sobre o que a presença dos livros faz. Também me faz pensar se no futuro ter livros eletrônicos em um iPad terá o mesmo (ou talvez maior) impacto. Por uma questão de interesse, você sabe quantos livros você tem em sua casa?

7. Ele é fácil de ler.  A concisão de cada capítulo ajuda, mas é mais do que isso. Peterson era um mestre da palavra escrita, não apenas em seus artigos e textos de livros acadêmicos, mas também em seu blog Psychology Today, de onde essas reflexões surgiram. Ele sabia como escrever de forma envolvente. Cada capítulo do livro atrai o leitor como se fosse um conto. Você quer saber o que vai acontecer, como o trecho se relaciona à psicologia positiva e à busca de se viver a boa vida.

6. Ele é pessoal. Isso é mais de 300 páginas do Chris Peterson em seu melhor – divertido, realista, autêntico e inspirador. É como se ele estivesse conversando com a sua personalidade. O brilho em seus olhos irradia através do livro. Você tem um senso da pessoa que ele realmente era, que não apenas tinha uma mente brilhante e era um grande educador (ele ganhou o

Chris com a amiga e inspiração Nansook Park

prestigioso prêmio Golden Apple Award por excelência no ensino universitário em 2010), mas era um homem do povo. ‘Outras pessoas são importantes’ foi o jeito que ele resumiu a psicologia positiva, e isso também resume seu jeito de viver, amar a trabalhar. Ele colocava as outras pessoas em primeiro lugar. Ele fazia as outras pessoas se sentirem importantes. Sua atitude única de viver a boa vida se mostra muito presente em seu livro. Ele sabia o que funcionava para ele, o que fazia sua vida valer a pena, e uma grande parte disso (certamente o rosto público de Chris Peterson) foi compartilhar esses insights com outras pessoas.

5. Ele é original e cômico, não no sentido da gargalhada de um minuto, ou do jeito frenético dos comediantes stand up, mas de maneira sutil. Ele é o primeiro professor de psicologia positiva de que já ouvi a respeito que usou a frase ‘promiscuamente positivo’ (pg. 256) para descrever as pessoas que são conspicuamente, insinceramente, ou inapropriadamente alegres.

Mesmo a Parte 10 ‘Discussões’, na qual ele apresenta algumas críticas à psicologia positiva, é uma ótima leitura. Só a título de informação “Discussões” inclui e-mail, e pessoas que querem desafiar em vez de compartilhar a psicologia positiva. Eu dei gargalhadas ao ler Reflexões 76, intitulada “Você pode ser alegre demais?”, nas quais  a alego destaque está na alegria “apropriada” em vez da marca ‘conspícua’. “A psicologia positiva deve ser culpada pela alegria conspícua?” ele pergunta. “Talvez sim, talvez não”. Mas eu sei que um encontro de psicólogos positivos é bastante avassalador, com todos os abraços e intermináveis expressões de satisfação e sucesso. Pg. 256. Você talvez pense que esse é um estranho comentário feito por alguém que esteve no centro do mundo da psicologia positiva até seu falecimento inoportuno em outubro de 2012, que ainda é merecidamente venerado como um dos gigantes da área, mas a colocação faz sentido perfeito para mim. Eu não acho que ele foi desdenhoso de fato. Chris, você é um homem segundo o meu coração.

4. Ele é boa companhia. Pensei muito se esse era o adjetivo certo para descrever um livro e por fim decidi que era. Sim, esse livro é boa companhia. Poderá te fazer companhia, e você    desejará mantê-lo ao seu lado. Talvez porque foi originalmente um blog, e isso é o que os blogs fazem. Eles conversam com você. Talvez seja porque o meu foi um presente (obrigada Senia e Dan!). Acho que esse livro é uma ótima representação de amizade, e do lema de Peterson. “Outras pessoas são importantes.” Se outras pessoas são importantes para você, envie a eles esse livro.

3. Ele é inteligente. Sim, Peterson era professor, então você espera que esse livro seja inteligente, e ele é. Ele também é perspicaz, humilde, sério e engraçado (veja o ponto 7) ao mesmo tempo. Isso é perspicácia. Ele também consegue balancear ao apresentar uma perspectiva convincente sobre buscar a boa vida baseada em pesquisas recentes, e ao mesmo tempo deixa espaço para questionamento, discussão e debate. Isso é um tanto inteligente. Eu não sinto inveja com frequência, mas gostaria muito de ter sido uma de suas alunas.

Chris nos lembrava que gárgulas eram escupidos para os olhos de Deus

2. Ele é duradouro. Se a leitura termina com uma resolução ou não, um bom livro deve ser memorável. Com a ficção pode ser um personagem em particular, o próprio enredo, o desfecho que chama sua atenção e permanece com você muito depois que você lê a última página. Pursuing the Good Life, (Buscando a boa vida) para mim é a combinação única de sabedoria e humildade (veja o ponto 9).

Sim, há algumas dicas práticas de como alcançar, e o mais importante, de como sustentar a boa vida na Parte 11, apresentadas no estilo realista e peculiar, as marcas de Peterson. Mais do que isso, o que é deixado para mim é a impressão duradoura de que há algumas verdades universais aqui, as quais falam a todos e merecem uma grande audiência. Outra razão para você enviar esse livro a um amigo.

1. Ele é importante. Toda reflexão tem uma mensagem importante, e enquanto algumas falam mais a você do que outras, a mensagem principal parece ser para que você considere o que você está fazendo, e se isso contribui para a boa vida se não, mude.

Nenhum de nós é perfeito. O próprio Chris Peterson assumiu se atolar como todas as pessoas nas minúcias e complicações da vida (pg. 289). Às vezes, ele disse, passava muito tempo fazendo pequenas coisas que não são muito importantes. Não somos todos assim?

Ele insiste que mantenhamos o foco na visão do todo, conforme resumido na página 290: “Os dias são longos. A vida é curta. Viva bem a vida.” Ninguém poderia ter colocado isso melhor.

Referências
Peterson, C. (2013). Pursuing the Good Life: 100 Reflections on Positive Psychology. New York: Oxford University Press.

Créditos das fotos:

Fotos do Cris foram tiradas daquelas postadas nos comentários do artigo  You Mattered, Chris, publicado alguns dias após seu falecimento.
As demais foram via  Compfight Creative Commons licenses.
Christopher Peterson, Diretor de Virtue cortesia de Sulynn Choong
Bebê sorrindo, cortesia de Sergiu Bacioiu
Cris sorrindo cortesia de Debbie Swick
Chris e Nansook Park, cortesia de Shari Young Kuchenbecker
Esculpido para o olho de Deus, cortesia de Pierre Pouliquin

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Bridget Grenville-Cleave, formada pelo MAPP da Universidade de East London, é consultora em psicologia positiva no RU, treinadora e escritora. Ela é autora de Introducing Positive Psychology: A Practical Guide (Introdução à Psicologia Positiva: Um Guia Prático), e The Happiness Equation (A Equação da Felicidade) com a Dra Ilona Boniwell. É facilitadora de programas de bem estar em escolas regularmente e de cursos em psicologia positiva e desenvolvimento pessoal e profissional. Encontre-a no Linkedln, Facebook and Tweeter @BridgetGC. Website. Bio completa. Os artigos dela estão aqui.


     

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